conecte-se conosco


Política MT

Deputado defende mudanças na reforma da Previdência e diz que indicados a cargos tiveram consenso da bancada

Publicado


Neri Geller acredita que reforma trará uma economia significativa para a economia

O deputado federal Neri Geller (PP), líder da bancada federal de Mato Grosso, defendeu as alterações feitas pela Câmara na reforma da Previdência. Segundo o parlamentar, as alterações foram feitas diante da necessidade de se contemplar duas categorias, os professores e os servidores da segurança pública, e criticou a forma que o presidente Jair Bolsonaro (PSL), adota nas redes sociais.

O parlamentar afirmou, em entrevista em Cuiabá, na reabertura da Santa Casa de Misericórdia, que “essas redes sociais, esse denuncismo, isso tem que acabar. Tem que botar pra trabalhar. Claro que a Reforma da Previdência era importante, a Tributária é importante também. São eixos. Mas o que retoma a economia é a estabilidade política, é o trabalho”, disse.

Conforme o federal, “de R$ 1,2 trilhão, que era esperado de economia com a reforma, veio para R$ 900 bilhões. Isso não é desidratar. Inviabilizar a economia é não produzir, é não gerar emprego, isso sim é desidratar. Não temos como exportar impostos. E na questão dos professores, não foi um valor alto e é uma categoria que precisa da nossa atenção. Isso é conversa. O que vai alavancar economia é investir em produção, na indústria, geração de emprego. É disso que precisa. E de estabilidade política”, reclamou Neri Geller.

Leia Também:  “Torceram para dar errado, mas está dando tudo certo”, diz prefeito sobre vereadores da oposição

Segundo Geller, a reforma aprovada pela Câmara ficou do tamanho que o País precisava. “Eu acho que ficou do jeito que o país precisava, pôs um limite nos gastos, diminuiu bastante, ao mesmo tempo em que contemplou algumas categorias como a educação e a segurança pública. Mas do ponto de vista do enxugamento, da despesa, vamos conseguir economizar, nos próximos 10 anos, quase R$ 1 trilhão. E não penalizou o setor produtivo, porque querendo ou não precisamos movimentar a economia e a exoneração da exportação teria um custo muito alto, deixaria de gerar empregos. A previdência foi polêmica, mas o final foi bastante feliz”, argumentou.

Conforme o texto aprovado pela Câmara dos Deputados, a economia que o Governo deve obter com a Reforma da Previdência será de R$ 933,5 bilhões em dez anos. O valor corresponde ao que deixará de ser pago aos beneficiários e também o aumento de receita com a cobrança da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL) dos bancos.

Sobre os cargos federais de Mato Grosso, Gueller afirmou que os nomes apresentados têm o consenso da bancada de Mato Grosso e que, diferente de governos anteriores, não houve uma “partilha” dos cargos entre os parlamentares do Estado, de acordo com os partidos aos quais estão filiados. “As indicações foram extremamente técnicas e contam com o apoio da maioria da bancada”, disse.

Leia Também:  Mais de mil casos de ameaças contra idosos são registrados em Mato Grosso

publicidade
2 Comentários

2
Deixe um comentário

Please Login to comment
avatar
2 Comment threads
0 Thread replies
0 Followers
 
Most reacted comment
Hottest comment thread
0 Comment authors
Recent comment authors
  Subscribe  
newest oldest most voted
Notify of
trackback

[…] 25/07/2019 Deputado defende mudanças na reforma da Previdência e diz que indicados a cargos tivera… […]

trackback

[…] 25/07/2019 Deputado defende mudanças na reforma da Previdência e diz que indicados a cargos tivera… […]

Política MT

Emanuel rebate Mendes: “tem descontrole e faz ataques pessoais; não condiz com a estatura de um governador”

Publicado


Alvo de críticas, prefeito diz que postura não condiz ao cargo de governador de Estado

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), depois de sofrer críticas por parte do governador Mauro Mendes (DEM), em entrevista à rádio Vila Real, afirmou que “a especialidade do governador é desconstruir”. Conforme Pinheiro, “Mendes está mostrando descontrole e irritação”. O prefeito diz que os ataques que vem sofrendo “não condiz com a estatura de um governador”.

Emanuel Pinheiro publicou um artigo tão logo foi atacado pelo governador durante o programa na rádio. Segundo Pinheiro, a teoria da “terra arrasada” não vai funcionar para desconstruir a sua gestão. “Os ataques na imprensa à minha pessoa têm sido recorrentes, pessoais e infundados”, cita o prefeito no artigo.  

Conforme o prefeito, “as declarações de hoje são mais do mesmo. Ou mais do Mauro. Ele tenta colocar a pecha da corrupção na nossa gestão na base do se colar colou, usando suas já manjadas técnicas de desconstrução. E não vai dar certo outra vez. Porque não tem base na verdade nem na percepção dos cuiabanos, que são justos por natureza”, diz.

Para Emanuel Pinheiro, “as declarações do governador são irresponsáveis. Merecem tão pouco crédito tais acusações que o Mauro, se fazendo de desentendido, fala da Operação Sangria, criada para investigar um esquema envolvendo licitações e contratos que vieram – pasmem – da própria gestão dele na Prefeitura”.

Segundo o prefeito cuiabano, “a diferença da nossa gestão é que fazemos tudo isso valorizando e pagando em dia os servidores, pois eles também movimentam a economia, além de cumprirem a sagrada missão de atender a população. Servidor não é problema, é solução!”, afirma.

Emanuel Pinheiro diz ainda no artigo que “Mauro revela baixa estatura para o cargo de governador ao fazer eco a “conversas de corredores”, as chamadas fofocas. Mais uma vez é preciso dizer: essa postura não combina com a responsabilidade exigida pelo cargo que ocupa”.

 

 

Leia Também:  “Torceram para dar errado, mas está dando tudo certo”, diz prefeito sobre vereadores da oposição
Continue lendo

Política MT

Secretários de Segurança cobram Governo Federal para bloqueio de celulares em todas unidades prisionais

Publicado


Assunto foi tratado na reunião do Colégio Nacional dos Secretários de Segurança Pública (Consesp) com o presidente Jair Bolsonaro

Os secretários de Segurança Pública de todo o país cobraram uma solução do Governo Federal para o bloqueio do sinal de celulares em cadeias públicas e penitenciárias de todo o país. Em reunião com o presidente da República, Jair Bolsonaro, no dia 22 de janeiro, o Colégio Nacional dos Secretários de Segurança Pública cobrou uma determinação à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para que notifique as operadoras de telefonia móvel a realizar o bloqueio.

Titular da pasta em Mato Grosso, Alexandre Bustamante destacou durante entrevista à TV Cidade Verde que acredita que a proposta feita pelo Consesp seja atendida pelo ministro da Justiça Sérgio Moro e o presidente da República.

“A Anatel passaria a obrigar as companhias de telefonia celular a fazer os bloqueadores e manter determinado raio sem o funcionamento do sinal de celular. A telefonia celular é uma concessão e como concessionárias, as empresas têm a obrigação de fazer o bloqueio de uso desses aparelhos nas unidades carcerárias. É um absurdo o governo federal e os estados comprarem bloqueadores para impedir um serviço que é público”.

Além da proposta de mudança na segurança, também foi frisado na reunião que a tecnologia vem avançando com o tempo e por isso é necessário a atualização.

“Não é possível que os estados gastem R$ 3 milhões com equipamentos e a tecnologia vá se tornando obsoleta com o tempo, se há uma concessão para o serviço. Tem é que passar a exigir essa contrapartida das operadoras”.

Recriação do Ministério da Segurança

Durante a reunião com o presidente da República, eles também defenderam a recriação do Ministério da Segurança Pública. Presidido pelo secretário de Segurança Pública da Bahia, Maurício Teles Barbosa, o Consesp tem sido fundamental para Política Nacional de Segurança Pública, a exemplo da criação do Sistema Único de Segurança, da recriação do Fundo Nacional de Segurança Pública e a participação na criação de um Plano Nacional de Segurança Pública.

“Não se trata de ser contra ou a favor do ministro Sérgio Moro. O que buscamos é um Ministério exclusivo para Segurança Pública, pois é uma demanda urgente da sociedade. Buscamos ações mais específicas e dedicadas a área. Hoje a Segurança Pública está em segundo plano no ministério. O que os secretários de Segurança Pública buscam é atendimento prioritário, como a saúde e a educação”, explicou Bustamante.

Leia Também:  Autor de 36 leis, Botelho reafirma compromisso com MT
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana