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Política MT

Deputado defende liberação de microcrédito para pequenas empresas de MT

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Thiago na plenária da AL-MT

Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

O deputado estadual Thiago Silva (MDB) propõe que neste momento de avanço da pandemia coronavírus, o governo possa criar junto a agência de fomento ‘Desenvolve MT’ uma linha de crédito para apoio ao pequeno empresário de Mato Grosso.

Junto ao Observatório Socioeconômico, criado na Assembleia Legislativa, o parlamentar sugere a criação junto à Sedec e Desenvolve MT o crédito acima de 10 mil reais para o pequeno empresário que precisa da ação do Estado neste momento em que as vendas estão diminuindo drasticamente  por conta da epidemia e o isolamento social das pessoas.

“Queremos que o Estado atenda o pequeno vendedor que tem aquela barraca de cachorro-quente, o feirante, vendedor de pastel,  esses que já estão passando por dificuldades financeiras, pois possuem o estoque e não conseguem revender o produtor. Queremos uma carência maior para o pagamento deste crédito, que seria a juros 0%, até o período de 6 meses após passar a pandemia”, disse Thiago Silva.

Silva acredita que essa é a hora do governo estimular a economia estadual com objetivo de diminuir os impactos negativos que as baixas vendas comerciais possam deixar na vida dos pequenos empresários que são os principais prejudicados diante deste atual cenário. Além disso, Thiago defende que recursos federais como o do Fundo Partidário e valores devolvidos no combate a corrupção (Lava Jato) também deva ser aplicado na prevenção do coronavírus em todos os estado

Fonte: ALMT

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Política MT

Com pouca vacina para Covid, Mauro quer comprar 1,5 milhão de doses e defende medidas de distanciamento

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Governador reclama do número pequeno de imunizante enviado pelo Governo Federal [Foto – Michel Alvim]

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), informou durante coletiva na manhã desta terça-feira (26), na Arena Pantanal, onde foi comunicar o atendimento de 100 mil pessoas na testagem do coronavírus e o aprimoramento no protocolo de atendimentos para um novo teste de detecção da doença, que está buscando adquirir mais vacinas para Mato Grosso. Conforme Mendes, a quantidade de vacinas disponibilizada é muito pequena.

“A quantidade de vacinas que chegou até agora em Mato Grosso, no Brasil inteiro, que é mais ou menos proporcional, ela é muito pequena. Ontem mesmo já enviei nova carta para comprar 1,5 milhão de doses. Claro que cada pessoa vacinada é um cidadão a menos exposto ao vírus, ao agravamento ou até mesmo o internamento”, disse o democrata.

“Por isso, defendemos as medidas não farmacológicas, que é o distanciamento, é a máscara, a higiene, todos os procedimentos que evitam o risco de contaminação. Recebemos até agora pouco mais de 100 mil vacinas, distribuídas dividindo por dois, nós estamos chegando a 70 mil pessoas num universo de 3,5 milhões de habitantes”, informou.

Segundo Mauro Mendes, “essa é a mesma conversa no Brasil inteiro. Para nós veio um lote de 126 mil, um lote de 24 mil e outro de 11 mil. Mas é isso que o sistema nacional de imunização está disponibilizando. Todo estado vive a mesma realidade, o mundo corre atrás de vacina, nós estamos correndo”.

O democrata disse que todos os dias trata do assunto com o secretário de Saúde, Gilberto Figueiredo. “Como enviamos mais uma carta, estamos na expectativa de que algum desses fornecedores, que tem vacina aprovada, em diversos locais do mundo, possam nos atender, mas até agora ninguém se manifestou neste sentido”, completou.

 

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Sindicato pede apoio da ALMT para retorno de eventos controlados no estado

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado estadual Eduardo Botelho (DEM), reuniu-se na manhã desta terça-feira (26) com representantes do Sindicato das Empresas de Eventos e Afins de Mato Grosso (Sindieventos-MT), que solicitaram apoio para assegurar a sobrevivência do setor, fortemente afetado pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19). A reunião foi articulada pelo deputado Carlos Avalone (PSDB), que preside o Observatório Socioeconômico da ALMT.

Conforme a presidente do Sindieventos, Alcimar Moretti, mais de 5.200 empresas filiadas ao sindicato foram prejudicadas por conta das medidas restritivas adotadas durante os 11 meses de pandemia.  “O nosso setor é o único que foi 100% afetado e nós viemos buscar o apoio da Assembleia Legislativa. Estamos sem faturamento, demitimos funcionários. Nós movimentamos 53 segmentos da economia e precisamos ser ouvidos”.

Diante da situação, o sindicato pede que haja flexibilização das regras estabelecidas pelo decreto nº 783/2021, publicado pelo governo do estado, e seja liberada a realização de determinados tipos de eventos que, segundo Moretti, não promovem aglomerações e nos quais podem ser adotadas as medidas de biossegurança necessárias para evitar a disseminação da Covid-19. 

“Há muitos eventos possíveis de serem controlados, como os corporativos e as feiras técnicas e agropecuárias, que são realizadas em locais abertos, com distanciamento entre os stands e pouca circulação de pessoas”, salientou.

O sindicato solicita ainda a isenção do IPVA de 2021 dos veículos das empresas com a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do setor; a realização de licitações para o setor por lotes e de acordo com o segmento; a flexibilização, em razão da pandemia, das dívidas com entes públicos; o adiamento da publicação no Diário Oficial da lei do FUNDES até que sejam liquidados os 37 financiamentos que estão em fase final; e a ampliação dos prazos para pagamento de financiamentos anteriormente contratados.

O deputado Eduardo Botelho afirmou que buscará diálogo junto ao governo do estado para amenizar as dificuldades enfrentadas pelo setor. “Vamos trabalhar em todos os sentidos para ajudá-los, porque a situação deles é muito complicada. Vamos levar a discussão ao governo do estado e solicitar a possível liberação de eventos controlados, onde possam ser adotadas medidas de segurança sanitária. Acho que pode haver ajustes no decreto”.

Carlos Avalone também reforçou a importância da flexibilização das medidas. “Os eventos técnicos que acontecem no interior, como feiras agropecuárias, antes eram shows, mas hoje não são mais. São feitos com distanciamento. Podemos separar esse tipo de coisa no decreto. Precisamos separar o que é festa e o que é evento que possa ter garantia de segurança. Temos que voltar a uma certa normalidade e garantindo a saúde de todos, o que é mais importante”.

Fonte: ALMT

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