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Deputado Claudinei reclama da falta de materiais no Hospital Regional de Rondonópolis

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Delegado Claudinei solicitou informações da gestão do Hospital Regional de Rondonópolis

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Durante sessão plenária extraordinária na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), na manhã desta terça-feira (6), o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) apresentou requerimento para a Secretaria de Estado de Saúde (SES) de Mato Grosso para obtenção de informações sobre denúncias de pacientes que aguardam procedimentos cirúrgicos por falta de materiais na unidade.

“Este requerimento é para ter informações da gestão do Hospital Regional de Rondonópolis, considerando que vídeos e notícias foram encaminhados para o gabinete, narrando a lotação de pacientes nos boxes e que eles aguardam os procedimentos cirúrgicos, os quais foram suspensos por falta de materiais. Indaga-se sobre a gestão hospitalar e se as informações são verídicas. Em caso positivo, quais motivos levaram a unidade não possuir tais materiais”, explica Claudinei.

Denúncia – Um dos denunciantes foi o açougueiro Carlos Alberto Gonçalves, que fraturou a clavícula, ficou 13 dias na espera de cirurgia e permaneceu entre os dias 15 e 28 de setembro internado no hospital. “Eu já fui liberado e fiz a cirurgia há oito dias. Fiquei preocupado também com o risco de ser contaminado pela Covid-19. Eles falavam que não tinha material para fazer a cirurgia. Tinha médicos que também falavam”, informa.

Ele conta que teve um dia que marcaram o procedimento cirúrgico e que foi cancelado. “Eles agendaram à noite e disseram que a partir das 23h eu tinha que estar em jejum para a cirurgia pela manhã. Quando chegou a hora, foi suspenso o procedimento por falta de material. Inclusive tem um ainda lá, um senhor de idade, que já tinha marcado três vezes o procedimento e não foi feito pela mesma situação”, salienta Carlos.

O atendimento dos profissionais em relação às medicações e refeições, Gonçalves explica que não tem nada a reclamar, pois estava tudo certo. Outra situação apontada por ele foi ter ido à página das redes sociais do prefeito de Rondonópolis, José Carlos do Pátio, para ajudar resolver a situação do hospital. “Entrei na página dele, ele falou para mim que não tinha nada a ver com o Regional, que é obra do governador do estado. Ele iria fazer o possível para entrar em contato com o governador, mas não era responsável”, comenta Carlos.

Gestão – Claudinei, em plenário, comentou que desde o início do mandato parlamentar cobra atenção quanto à saúde pública de Rondonópolis, que atende outros municípios das regiões sul e sudeste de Mato Grosso. “Este hospital é gerido pelo estado, pacientes que chegam com traumas e os acidentes são diários. Um exemplo é de um paciente de Jaciara que semana passada aguardava uma cirurgia. Isso é uma vergonha para a saúde pública. A gente tem tentado ajudar o governador a fortalecer a sua imagem, que está cada vez pior em Rondonópolis. A gente sabe que o prefeito municipal deixou muito a desejar. Se o governador não consegue parceria com o prefeito municipal, vamos pensar na população. Vamos melhorar a saúde”, reclama o parlamentar.

O Hospital Regional de Saúde de Rondonópolis é referência na região sul de Mato Grosso, que realiza atendimento por meio da Central de Regulação, Secretaria Municipal de Saúde (SMS) ou Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Fonte: ALMT

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Emanuel encaminha Projeto para endurecer fiscalização e aguarda Justiça para definir toque de recolher

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Medidas vão da simples advertência até a suspensão do alvará com o fechamento do estabelecimento [Foto – Izabela Dias]

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, anunciou na manhã deste sábado (27), que vai entregar um Projeto de Lei na Câmara Municipal para criar medidas ainda mais rigorosas na fiscalização dos estabelecimentos comerciais que descumprem as medidas já estabelecidas de biossegurança.

“Após reunião do Comitê Municipal de Enfrentamento à COVID-19, realizada ontem, já havíamos definido a volta do toque de recolher. Entretanto, vamos esperar a decisão da Justiça para definir qual o caminho Cuiabá vai tomar. Enquanto isso, no dia 1º de março, segunda-feira, entregarei ao presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Juca do Guaraná, um Projeto de Lei que determina medidas ainda mais rigorosas na fiscalização dos estabelecimentos que teimam em descumprir as medidas de biossegurança neste período de pandemia, solicitando a votação em urgência urgentíssima”, afirmou o prefeito.

Segundo Pinheiro, as medidas vão da simples advertência até a suspensão do alvará com o fechamento do estabelecimento por até 90 dias. “A base deste Projeto de Lei é a seguinte: aqueles que andam de acordo com a lei, que andam corretamente e que estão preocupados em trabalhar sem causar a proliferação do vírus não podem pagar pelos irresponsáveis que trabalham de qualquer forma e propiciam essa onda crescente de propagação da COVID-19 em Cuiabá”, comentou.

Para o prefeito, este não é o momento de decretar lockdown, pois o setor produtivo não aguenta mais ser penalizado. “O trabalhador precisa do emprego, precisa trabalhar e ganhar o seu salário. A Prefeitura de Cuiabá está trabalhando diuturnamente para vencer a pandemia, e a saída é a vacina. Estamos usando de todos os meios, empregando todos os esforços possíveis e imagináveis para conseguirmos mais vacinas para imunizar toda a população cuiabana. Esse é meu compromisso e eu reitero nesse momento com cada um de vocês”, finalizou.

Na manhã de hoje, o prefeito Emanuel Pinheiro aderiu à instalação de um consórcio por meio da Frente Nacional dos Prefeitos (FPN) para aquisição das vacinas contra a Covid-19.

 

 

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Cuiabá adere a consórcio nacional dos prefeitos para aquisição de vacinas contra Covid

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Emanuel Pinheiro participou de reunião para criação do consórcio [Foto – Isabela Dias]

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, participou na manhã deste sábado (27), de reunião com a Frente Nacional dos Prefeitos (FNP) e aderiu à instalação de um consórcio entre os municípios para aquisição de vacinas da Covid-19. “Nós decidimos criar o consórcio nacional para adquirir as vacinas, medicamentos e insumos para o combate da Covid-19. E com isso vamos ajudar o Governo Federal a agilizar a vacinação da nossa população, que é nossa prioridade, principalmente de Cuiabá. Reassumo o compromisso de vacinar toda população cuiabana e trabalhar muito para concluir esse objetivo”.

A reunião, por videoconferência, contou com os dez prefeitos que integram a diretoria da FNP. Os dez municípios signatários iniciais são Petrolina (PE), Salvador (BA), Curitiba (PR), Aracajú (SE), Manaus (AM), Belém (PA), Ribeirão Preto (SP), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ) e Cuiabá (MT). O prefeito Emanuel Pinheiro também ressaltou que o momento é de união da população na luta contra o vírus da Covid-19. Com apoio de todos os participantes, a entidade vai pactuar, com governantes das médias e grandes cidades, o início e cronograma da construção do consórcio, nesta segunda-feira (1).

“Não é hora de prejudicar a nossa economia, de causar um desiquilíbrio no desemprego, de atingir o setor produtivo, que já foi muito sacrificado e principalmente trazer a desesperança e o desemprego para a população. Agora é hora de união para buscar as vacinas e imunizar toda a população cuiabana”.

Participaram da reunião  os prefeitos de Cuiabá, Emanuel Pinheiro; Salvador/BA, Bruno Reis; Manaus/AM, David Almeida; Porto Alegre/RS, Sebastião Melo; Ribeirão Preto/SP, Duarte Nogueira; Petrolina/PE, Miguel Coelho; e o secretário de Planejamento, Finanças e Orçamento de Curitiba/PR, Vitor Puppi, representando o prefeito Rafael Greca.

 

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