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Política MT

Deputado acusa Governo de impor BRT e defende mais discussão sobre troca de modal

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O deputado federal Emanuelzinho

O deputado federal Emanuel Pinheiro Neto (PTB), o Emanuelzinho, presidente do partido no Estado, em discurso na tribuna da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, durante audiência que discutiu o VLT e BRT, afirmou que esse tema vem sendo pautado no Estado por “uma ideologia que eu gosto de classificar como do dedo na cara”, disse.

Conforme o parlamentar federal, filho do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), as discussões sobre o modal de transporte para Cuiabá e Várzea Grande mostram uma realidade que ocorre na política nacional.

“Eu não falo o que é bom, eu falo o que o outro tem de ruim. Está muito mais um parlamento de psicólogos, psicoterapeutas, do que propriamente legisladores tanto da União, como dos governos estadual e municipal”, criticou o petebista.

Segundo ele, “na medida em que as discussões do VLT e BRT foram colocadas, o único que tem sido avaliado pelo governo é, essencialmente, quem está do lado do governo, quem está contra  não é virtuoso e outra série de adjetivos. Quem está contra é leproso”, disse.

“Agora, dá impressão até de que quem está do outro lado, só tem santidade, são pessoas ilibadas. Só há santos. É preciso parar com essas manias”, acrescentou o federal.

“Eu sou a favor do VLT, vou atacar quem defende o BRT. Essa tem sido a tônica da discussão em Mato Grosso. Isso não podemos aceitar. Aonde é que vamos chegar assim?. A que conclusão vamos chegar com caráter de viés técnico e a população sofrendo?”, questionou.

Para Emanuelzinho, “o governo tem buscado um domínio ideológico, domínio do imaginário popular. Somente o BRT tem virtudes. O VLT não. E pará isso se colocou uma guerra de narrativas que não colocou, em momento algum, um fato concreto sobre o assunto. É preciso um nível de debate que se respeite. Do contrário, é característica de governos autoritários”, afirmou.

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2 Comentários

2 Comments

  1. SEIDE PAES DE BARROSp disse:

    VLT = + ROUBALHEIRA, cai fora governador.

  2. Laura disse:

    Você não tem um projeto seu para trabalhar deputado? Se o VLT fosse viável outros governadores já tinha executados! Para de atrapalhar! Não pega ônibus, não sabem o que é sofrimento. Ah esqueci tem a propina do contrato do ônibus. Por isso estão dificultando.

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Gisela diz que fez bem em rejeitar Emanuel, que teria que escolher um lado e que pode disputar Câmara Federal pelo Pros

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A presidente do Pros de Mato Grosso, advogada Gisela Simona, em entrevista ao Portal ODocumento, afirmou que a sua pré-candidatura à Câmara Federal, nas eleições de 2022, significa o fechamento de um ciclo que começou ainda em 2018, quando a advogada concorreu à mesma vaga e conquistou mais de 50 mil votos.

Segundo Simona, que disputou a eleição para a prefeitura de Cuiabá, em 2020, ficando em terceira colocada na disputa, sua postura no segundo turno da eleição que reelegeu o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), de apoiar o candidato Abílio Júnior (Podemos), não prejudica o seu projeto de disputar a Câmara Federal.

“Não vejo que houve em nenhum momento um erro ou que haja prejuízo. Pelo contrário, até pelos desfechos que estão acontecendo hoje dentro da gestão municipal fica notório que não tinha como apoiar o atual prefeito”, afirmou.

Conforme a líder partidária, “aqueles que acompanham nossa trajetória sabem que nós temos que ser coerentes com aquilo que achamos que é correto. E ser contra a corrupção é algo que sempre foi muito claro, não só nas nossas vidas como também nas nossas propostas”, declarou.

A líder partidária fez questão de destacar que a intenção do Pros é lançar chapas completas para a Assembleia Legislativa e Câmara Federal nas eleições de 2022, com 16 pré-candidatos a deputado federal e 48 estadual. “Esse é o nosso propósito, estamos aguardando para ver se haverá mudança na legislação ou não. Nós estamos querendo sair com chapa cheia, com 16 candidatos a federal e 48 a estadual. Fizemos uma divisão do Estado por número de eleitores e vamos querer fazer um grupo bem heterogêneo com pessoas de todo Mato Grosso”, argumentou.

Questionada sobre nomes que estariam compondo as chapas de pré-candidatos, Gisela Simona desconversou. “Estamos mantendo tudo sobre sigilo, até mesmo para evitar o assédio de outros partidos. Mas estamos com um bom andamento. Terá muitos representantes da sociedade, diversos segmentos, ex-candidatos a prefeito no interior do Estado e algumas figuras conhecidas aqui em Cuiabá também”, completou

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Fávaro vê exagero na quantidade de partidos, critica proposta da volta das coligações e diz que votará contra

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O senador Carlos Fávaro (PSD), presidente do partido no Estado, vê a volta das coligações partidárias nas eleições proporcionais como um retrocesso. “Voltar as coligações é o enfraquecimento dos partidos políticos. Com todo respeito à Câmara Federal, mas nós não podemos retroceder”. Segundo Fávaro, a volta das coligações e a ausência de cláusulas de barreira impede a governabilidade de qualquer chefe de Executivo. A matéria, que está em tramitação, para Carlos Fávaro, terá resistência no Senado Federal.

“A volta das coligações, proposta pela maioria dos deputados federais, marcaria um retrocesso nos avanços conquistados ao longo dos últimos anos. Nosso sistema eleitoral, com as regras atuais, é muito recente. Ainda que precise de ajustes, não podemos permitir retrocessos”, argumentou o senador.

Carlos Fávaro, que é titular da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania do Senado, que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma Eleitoral (28/2021), fez questão de destacar o relatório da senadora Simone Tebet (MDB-MS), que barrou a medida, aprovada na Câmara dos Deputados.

“Embora alguns possam pensar o contrário, não é democrático termos 35 partidos políticos, o que cria situações esdrúxulas, como as siglas de aluguel. Por isso, parabenizo a senadora Simone por barrar a volta destas coligações”, disse o senador.
Só para citar exemplos, o senador disse que em Cuiabá os 25 vereadores estão divididos em 19 partidos políticos. Em Blumenau [SC], são 15 vereadores para 12 partidos. “Por mais plural que somos enquanto sociedade, não há justificativa para um número tão grande de siglas”, destacou o senador.

Para o senador, “isso é horrível, imagina o prefeito ter que tratar, e é parte normal da democracia o Executivo e Legislativo conversarem e convergirem, ter que conversar com 19 líderes, e o que é pior, chega a ser grotesco, líder de si mesmo, porque só tem um vereador. Esse não é o modelo bom para a democracia, para a gestão pública”, arrematou.

O senador defende o aperfeiçoamento da legislação eleitoral e lembrou que o Senado já aprovou projetos importantes nesse sentido, como o que define critérios para a distribuição das sobras eleitorais e o que estimula a participação de mulheres na política.

 

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