conecte-se conosco


Política MT

Depoimento de ex-governador sobre duplo homicídio ocorrido em SP acontece em abril

Publicado

O ex-governador Júlio Campos, que responde processo na Justiça de São Paulo

A audiência envolvendo o ex-governador de Mato Grosso e ex-senador, Júlio Campos (DEM), por conta de um processo que investiga dois homicídios ocorridos em 2004 em que ele teria envolvimento está marcada para o próximo dia 28 de abril. A decisão do juiz Claudio Juliano Filho, da Primeira Vara do Júri do Foro Central Criminal de São Paulo, é do ultimo dia 18 de dezembro e determina que o depoimento do político mato-grossense seja enviado ao Judiciário de São Paulo via carta precatória.

Júlio Campos foi denunciado em 2013 pela prática dos delitos de homicídio qualificado por duas vezes e formação de quadrilha. Até o dia 28 de abril de 2020, data da próxima audiência, a Justiça deve se manifestar sobre a prescrição completa do caso.

Ele é acusado de ser o mandante das mortes do empresário Antônio Ribeiro Filho e do geólogo Nicolau Ladislau Ervin Haraly, que foram mortos em São Paulo.

O geólogo Nicolau Ladislau teria descoberto a existência de pedras preciosas nas terras da Agropastoril Cedrobom, em Mato Grosso, empresa pertencente a Antônio Ribeiro Filho. Este as teria vendido a Júlio Campos, que por sua vez, as teria registrado em nomes de laranjas. O geólogo trabalhava para a empresa.

Nicolau foi morto na cidade de São Paulo em julho de 2004 e Antônio Ribeiro Filho foi assassinado no mês seguinte no Guarujá, no litoral paulista.

Ainda conforme a denúncia, as duas vítimas foram assassinadas a mando Júlio Campos porque ele queria garantir a posse das terras e esconder a transferência da área para laranjas.

A Justiça paulista já decretou a prescrição do crime de formação de quadrilha. A defesa de Campos ainda pediu pela prescrição do crime de homicídio, pelo fato do ex-governador ter mais de 70 anos. A audiência acontece no dia 28 de abril.

publicidade
1 comentário

1
Deixe um comentário

Please Login to comment
avatar
1 Comment threads
0 Thread replies
0 Followers
 
Most reacted comment
Hottest comment thread
1 Comment authors
kol Recent comment authors
  Subscribe  
newest oldest most voted
Notify of
kol
Visitante
kol

Será que vai ser um bom Senador ou Prefeito?

Política MT

No bastidor, Taques tenta superar preferência por Leitão para disputa ao Senado

Publicado

Embora afastado da vida política desde que terminou seu mandato no governo do Estado, após ser derrotado na tentativa de se reeleger, o ex-governador Pedro Taques (PSDB), está trabalhando nos bastidores a possibilidade de disputar a eleição suplementar do Senado da República, já marcada para o próximo dia 26 de abril, com a cassação da senadora Selma Arruda (Podemos), por caixa 2 e abuso de poder econômico.

No seu partido, o PSDB, Taques tem como adversário o ex-deputado federal Nilson Leitão, que dificilmente perderá a condição de disputa para o ex-governador. Os dois foram derrotados na campanha de 2018. Pedro Taques era candidato à reeleição e ficou em terceiro lugar no pleito e Nilson Leitão ficou em 5° lugar na disputa ao Senado.  “Não debati isso com o PSDB. O nosso partido tem sim bons candidatos, mas precisamos aguardar a Justiça Eleitoral decidir sobre as regras”, diz o ex-governador.

Empolgado com resultado de uma pesquisa interna, na qual estaria bem pontuado, aparecendo entre os preferidos ao Senado, mesmo após deixar o cargo de governador com grande desgaste, Pedro Taques vem flertando com alguns partidos, como o Cidadania, comandado em Mato Grosso pelo seu ex-secretário Marco Marrafon, e também com o Solidariedade.

O líder do Solidariedade no Estado, o prefeito de Rondonópolis, José Carlos do Pátio, deseja atrai-lo para partido. Acontece que Taques perdeu espaço no PSDB, cuja maioria prefere apostar de novo na candidatura de Nilson Leitão.

Agora, o ex-governador entende que só vai conseguir ser candidato se o Tribunal Regional Eleitoral permitir filiações às vésperas do pleito suplementar de 26 de abril e concorrer por outra legenda. Na eleição de 2018, Taques, que disputou a reeleição, entrou para a história em Mato Grosso como o primeiro governador no exercício do cargo que não conseguiu se reeleger.

Continue lendo

Política MT

Com três aliados pré-candidatos ao Senado, Mauro adia a anuncio público de quem apoia

Publicado

O governador Mauro Mendes (DEM), apesar dos apelos de aliados para que fique neutro em relação à eleição suplementar do Senado, já marcada para 26 de abril próximo, decidiu colocar um fim ao assunto: “vou, como cidadão, dizer a minha opinião, mas tenho tempo para fazer isso”, resumiu.

Conforme Mendes, “a eleição tem passos e datas definidas. Portanto, vou esperar  esses passos serem dados para ter um cenário concreto. Eu não preciso ficar antecipando um problema que vou ter daqui a 20, 30 dias”, observou.

Segundo o democrata, “uma possível declaração de apoio poderia causar ciúmes nos outros. Digo sempre: há pessoas que ficam contentes e pessoas que ficam descontentes quando assumimos um lado. Então, nesse momento, o mais sábio é que eu continue cuidando de Mato Grosso”, disse.

Mendes adiantou que na reunião do DEM que oficializou a autorização para que o ex-governador Júlio Campos movimentasse sua candidatura, decidiu ficar neutro apenas por enquanto. “O cenário não está definido. Então vamos esperar os candidatos registrarem as suas candidaturas e aí nós vamos analisar, conversar, para ver se muda alguma coisa”, comentou. “Eu acho natural os candidatos que pretendem disputar essa vaga comecem a fazer suas movimentações

“Sobre eu apoiar mais incisivamente alguém, eu acho que a população é muito sabida, muito esperta, muito conectada, então, eu tenho um voto apenas e vou dizer como cidadão qual é minha opinião, mas tenho tempo para isso”.

Mendes vem desde o início do ano sento aconselhado por aliados a se manter neutro em relação a eleição do Senado da República. O fato de o governador ter pelo menos três aliados com pretensão de disputa, o próprio Júlio Campos (DEM), o ex-vice-governador do Estado e atual representante do escritório de Mato Grosso em Brasília, Carlos Fávaro (PSD) e o vice-governador Otaviano Pivetta (PDT), no entendimento dos aliados, é a grande justificativa para a neutralidade do governador.

ResponderEncaminhar

Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana