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Demitida do SBT, Karyn Bravo volta à TV no Jornal da Cultura

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IstoÉ

A jornalista Karyn Bravo está deixando o SBT depois de 12 anos, após ter sido demitida, para assumir o comando do ‘Jornal da Cultura’, que estreia no próximo dia 29, de acordo com informações do ‘NaTelinha’.

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Karyn Bravo arrow-options
Reprodução SBT

Karyn Bravo

“Vejo que foi uma recolocação rápida, o que é bacana pra quem gosta de trabalhar. Gosto de fazer jornalismo. Tirei um período maior pra pensar, pra me restabelecer, ver o que eu queria. Conversei com uma e outra emissora. Mas aí a negociação foi bem rápida. Eu fiquei feliz porque é uma proposta legal, é um jornal que tem muita credibilidade no mercado. Um jornal que é focado muito em economia e política. O mapa editorial dele é um formato que me agrada bastante”, explica Karyn Bravo , que vai dividir a bancada do repaginado ‘Jornal da Cultura’ com a jornalista Ana Paula Couto.

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Segundo a reportagem, Karyn afirmou ainda que recebeu a notícia da demissão do SBT com certa surpresa e justificou que o ‘SBT Notícias’ passava por um bom momento de audiência, fazendo com que seus resultados chegassem a movimentar o jornalismo da madrugada da Globo , que ampliou o “Hora Um”.

“A madrugada era muito desgastante pra mim neste momento de vida. No início não tinha marido, filho… Depois vem dois filhos e madrugada era algo que pesava. Cogitei parar e ter um horário melhor. O jornal era muito bem feito, era só pela questão do horário. Cheguei a pensar. Mas ao mesmo tempo não tinha coragem de virar as costas pra um projeto legal, salário bacana, né? Eu tava numa zona de estabilidade. Obviamente foi um susto”, conta a jornalista ao ‘NaTelinha’.

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“A gente cresceu. Movimentamos a Globo que criou o ‘Hora Um’. A gente movimentou a Record que vai lançar um jornal 24 horas. Revivemos a madrugada. Era um orgulho pra equipe. Achávamos que o barco estava fluindo muito bem. O momento era favorável pra gente. Quando vem uma mudança grande dessa você se pergunta o que fazer”, completou ela.

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Fonte: IG Gente
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Âncora de TV morre em acidente de avião durante reportagem

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A jornalista Nancy Parker morreu em um acidente de avião enquanto fazia uma reportagem nesta sexta-feira (16). Nancy foi âncora e repórter da afiliada da FOX em New Orleans, nos Estados Unidos, por 23 anos.

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Divulgação

A jornalista Nancy Parker morreu aos 53 anos em um acidente de avião enquanto gravava uma reportagem

De acordo com informações da própria emissora, Nancy estava fazendo uma reportagem a bordo de um bimotor quando a aeronave apresentou uma falha e caiu em um descampado, provocando um incêndio. O piloto Franklin J.P. Augustus também morreu. Eles estavam a cerca de 2 km do aeroporto de New Orleans Lakefront.

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“Lamentamos a perda da nossa antiga colega e amiga Nancy Parker. Ela foi parte da família Fox 8 nos últimos 23 anos e dedicou seu coração e alma em seu trabalho, cobrindo centenas de histórias e tocando inúmeras vidas. Ela fez diferença nas vidas daqueles que conversou. Sua falta será sentida e sua ausência nunca poderá ser preenchida”, diz o comunicado da emissora.

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A agência federal de aviação dos EUA também emitiu um comunicado informando que as circunstâncias do acidente ainda são desconhecidas. A âncora de TV deixou o marido e três filhos.

Fonte: IG Gente
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Em Gramado, cineastas protestam contra censura e Sônia Braga cita Marielle

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Sônia Braga cercada por jornalistas arrow-options
Bacurau – O Filme / Facebook / Reprodução

Sônia Braga falou sobre Marielle durante festival de Gramado

Tentando conter as lágrimas, Emiliano Cunha, diretor de “Raia 4”, exibido neste sábado (17) no 47º Festival de Gramado , afirmou que seu filme só foi feito graças a políticas de fomento da Ancine e frisou que o longa gerou 400 empregos, diretos ou indiretos, além de impostos e receitas. Da plateia, vinham gritos de “viva o cinema brasileiro!” e “fora, Bolsonaro!”.

Drama adolescente sobre uma nadadora introspectiva que desenvolve uma rivalidade com uma colega, “Raia 4” fechou a segunda noite de mostra competitiva sob fortes aplausos.

Emiliano Cunha é um dos muitos realizadores que estão na serra gaúcha protestando contra censura no audiovisual, em reação às ameaças de Jair Bolsonaro de “filtrar” o que pode ser fomentado pela agência. O alvo do presidente são obras sobre assuntos que o desagradam. Na quinta-feira, véspera do início de Gramado, ele citou produções que não deveriam ser aprovadas pelo órgão, a maioria com temática LGBT. 

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“Alguns desses projetos que Bolsonaro quer censurar são de amigos meus. Nosso filme existe hoje, mas talvez não pudesse existir em 2020”, afirmou um membro da equipe do curta-metragem “Marie”, de Leo Tabosa, sobre uma mulher transexual que retorna ao sertão para enterrar seu pai.

A equipe do curta, projetado também na noite deste sábado, disse que vai se inspirar “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, para resistir contra a censura .

Longa de abertura do Festival de Gramado, ” Bacurau “, que venceu o prêmio da crítica em Cannes, retrata uma comunidade do sertão pernambucano invadida por atiradores estrangeiros e sádicos.

“Somos profissionais da cultura e exigimos respeito”, afirmou Mendonça Filho no Palácio dos Festivais , onde são exibidos os filmes.

Sonia Braga: ‘Quem matou Marielle?’

A plateia da sessão de “Bacurau” foi comportada (uma reação “grave, corretamente codificada”, avaliou o diretor mais tarde), mas irrompeu em gritos e aplausos nas cenas em que os moradores contra-atacam.

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“É resistência, não vingança”, corrigiu Juliano Dornelles ao ser questionado se o filme falava sobre “revanche”. No encontro com a imprensa, Sonia Braga, uma das atrizes do filme, dedicou a sua personagem a Marielle Franco e perguntou quem a matou.

Fonte: IG Gente
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