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Beto articula chapa forte para Câmara; Casa Civil é opção para disputa majoritária em Cuiabá

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Presidente municipal defende restruturação partidária para que o DEM tenha participação decisiva nas eleições municipais [F- Luiz Alves]

O novo presidente do Democratas em Cuiabá, chefe de gabinete do governador Mauro Mendes (DEM), Alberto Machado, o Beto Dois a Um, está com o firme propósito de reestruturar o partido na Capital. Segundo ele, o DEM precisa voltar a hegemonia de eleger vereadores em Cuiabá e isso passa pela formação de uma forte chapa de candidatos à Câmara e participação direta na eleição de prefeito.

Segundo Beto Machado, o DEM busca uma candidatura própria para disputar a prefeitura da Capital. “O partido tem bons quadros capazes de disputar o Alencastro, como o secretário de Saúde, Gilberto Figueiredo, o ex-deputado federal Fábio Garcia e o secretário e chefe da Casa Civil Mauro Carvalho”, diz. O partido tem ainda, conforme as lideranças do DEM, a possível filiação do ex-prefeito Roberto França, que acena colocar seu nome na disputa majoritária.

O secretário da Casa Civil, Mauro Carvalho: opção do DEM para o Palácio Alencastro em 2020

Conforme Alberto Machado, o fato de o secretário chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, ter admitido que seu foco é a gestão do governador Mauro Mendes, não impede o Democratas de permanecer colocando seu nome como uma grande liderança do partido. “Nosso intenção é continuar participando das discussões, com a meta de promover uma reestruturação do partido na Capital”, disse.

Ele argumenta que “o DEM estava um pouco desarticulado na executiva municipal em Cuiabá. “Vamos começar esse trabalho. Se não me falhe a memória, há 16 anos não fazemos um vereador aqui. Então, acho importante a gente se reorganizar e ocupar o protagonismo que lhe cabe nas eleições municipais, haja vista a importância dos políticos e filiados do nosso estado”, disse, citando ainda, além do governador, o senador Jaime Campos e o ex-governador Júlio José de Campos.

Alberto Machado não descarta também a possibilidade de o DEM marchar com o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), caso o chefe do Alencastro dispute a reeleição. “Na política, não descarto absolutamente nada. Mas acho que têm de ser respeitadas as prioridades. Neste momento, o DEM precisa fazer um trabalho de base, de reconstrução”, disse ele, ao ser questionado sobre o assunto.

“Acho muito prematuro avaliar qualquer situação neste momento. Hoje se você pegar, quais são os candidatos a vereador do DEM? Não temos isso definido. Vou avançar para uma ponta onde minha base não está construída? O partido tem que estar forte, estruturado para depois pensar em candidatura própria ou não. Agora é hora do DEM se reconstruir em Cuiabá”, completou.

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CPI da Renúncia Fiscal retoma as atividades na quarta (4) e mira em fraudes no setor de mineração

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga indícios de sonegação de impostos e renúncias fiscais indevidas em Mato Grosso retoma suas atividades nesa quarta-feira (4). A primeira reunião que abre os trabalhos de 2020 está programada para as 9h na Sala 201 – Oscar Soares, localizada no prédio da Assembleia Legislativa.

Na ocasião, será discutida uma diretriz a respeito da elaboração de um relatório a ser formulado pelo deputado estadual Ondanir Bortolini, o Nininho (PSD), referente ao setor de mineração. No segundo semestre de 2019, foi concluído o relatório da sub-relatoria do setor de combustíveis pelo deputado estadual Carlos Avalone (PSDB).

Uma das descobertas que veio à tona é que somente em 2018, Mato Grosso deixou de arrecadar cerca de R$ 1,9 bilhão por causa da sonegação, o que corresponde a 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual.

“A CPI tem feitos os trabalhos corretamente. E a maior prova disso é que o próprio governo do estado tem adotado providências e se comprometido a aperfeiçoar o combate à sonegação de impostos. Mato Grosso não pode ter a cada ano demandas crescentes em educação, saúde, segurança pública, infraestrutura e assistência social e uma sonegação de impostos ainda mais crescente que impede a entrada de dinheiro em caixa”, disse.

A CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal é presidida pelo deputado estadual Wilson Santos e iniciou os trabalhos no dia 12 de março de 2019. Compõem a comissão, além de Wilson Santos, os deputados Carlos Avalone (vice-presidente), Ondanir Bortolini – o Nininho (relator), Max Russi e Janaína Riva, estes dois últimos na condição de suplentes.

Fonte: ALMT
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DEM reafirma que terá candidatura própria em Cuiabá e fala em ‘protagonismo’

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O presidente do DEM em Cuiabá, Alberto Machado

O Democratas de Cuiabá vai ser protagonista nas eleições de outubro próximo, que elegerá o sucessor do prefeito Emanuel Pinheiro (DEM). “Este é um assunto já deliberado pelo partido, de que vamos ter candidato na Capital e podemos eleger de três a quatro vereadores para a Câmara Municipal”, diz o presidente do DEM em Cuiabá, o secretário de governo do Estado, Alberto Machado, o Beto Dois a Um.

Conforme Beto Machado, este assunto, apesar das especulações, já está contextualizado na Executiva Municipal do partido. “Além disso – argumenta – é um desejo do governador Mauro Mendes, atualmente a maior liderança do Democratas no Estado ao lado do senador Jaime Campos, líder histórico do partido.

“O DEM vai lutar para ter um candidato. Já discutimos isso internamente, várias vezes. O partido é qualificado, tem bons nomes. Temos três, quatro possíveis candidatos a prefeito”, resume o secretário de Governo de Mendes que não vê a possibilidade de o Democratas apoiar o prefeito Emanuel Pinheiro, caso seja candidato à reeleição.

No caso específico da Câmara de Vereadores, o presidente da sigla diz que a chapa que vem sendo montada já conta com 38 pré-candidatos. “Sem contar – diz – que todos são competitivos. Para puxar a chapa, o Democratas cuiabano já comemora a chegada do vereador Marcelo Bussiki, atualmente no PSB do deputado estadual Max Russi.

A expectativa é que o vereador, que faz oposição ao prefeito Emanuel Pinheiro, aporte no Democratas no próximo mês. “Além do reforço do vereador Bussiki, temos na chapa vários nomes com capilaridade de fazer mil e até dois mil votos nas eleições de outubro. Daí nossa expectativa de fazer de três a quatro vereadores em Cuiabá”, afirmou.

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