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Delegado Claudinei se reúne com representantes de São José do Povo

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Conhecendo o loca que será realizado a segunda edição do Festival de Praia de São José do Povo

Foto: SAMANTHA DOS ANJOS FARIAS Reunião entre o prefeito Arivaldo Medeiros de Santana (PSD) e o deputado estadual Delegaod Claudinei

Foto: SAMANTHA DOS ANJOS FARIAS

O deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) esteve em reunião, na última de segunda-feira (10), com representantes da Prefeitura e Câmara de Vereadores de São José do Povo (MT) para conhecer os trabalhos desenvolvidos e as dificuldades enfrentadas pela gestão do município.

Uma das principais preocupações apontadas pelo prefeito municipal, Arivaldo Medeiros de Santana (PSD), foi em referência à rodovia MT-270 que precisa de reparos devido constar buracos e não ter acostamentos. Ele comentou que tiveram empresas responsáveis pela restauração da estrada, mas nada foi feito.

O Delegado Claudinei se prontificou a encontrar meios para solucionar essas problemáticas enfrentadas pelos gestores municipais. “No trajeto entre Rondonópolis e São José do Povo deparei com a MT-270. Realmente, os motoristas e pessoas que transitam nesta via estão colocando a vida em risco. Nossas estradas precisam de atenção. Que nossas indicações junto à Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra) possam ser atendidas”, ressalva o deputado.

Durante o encontro, a secretária de saúde, Arlene de Souza, aproveitou para apresentar os problemas no setor devido não ter hospital no município e há necessidade de melhorias no atendimento junto ao Hospital Regional de Rondonópolis. “A questão da urgência e emergência, a gente tem. O problema seria referente à regulação. Também, atendimento com especialistas que não tem. Estamos com essas necessidades há uns seis meses”, explica.

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Estiveram presentes também no encontro da prefeitura, o chefe de gabinete, Eurípedes Garcia, a Consultora Jurídica, Rosilene Moura e o secretário de Finanças, Marcos Giovani.

Câmara Municipal – Após a reunião, o parlamentar realizou encontro na Câmara Municipal com o presidente Ivanildo Vilela da Silva (PSDB) e o vereador Genésio Gomes Feitosa (PL). Eles informaram que o fechamento da delegacia de polícia no município resultou na necessidade de ter um ponto de apoio para o registro de boletins de ocorrências e que a prefeitura cedeu um funcionário para apoiar nos registros no Batalhão da Polícia Militar.

O deputado considera preocupante essa situação, sendo que buscou da melhor forma evitar o fechamento das delegacias. “Não só deparamos com a falta de estrutura para atender a comunidade, como, principalmente, a falta de efetivo policial. Só para ter uma ideia, são apenas cinco policiais nesta cidade e um cedido pela prefeitura para dar o apoio. Temos que encontrar soluções para não deixar a população desamparada com a falta de segurança pública”, diz o parlamentar.

Os vereadores também pontuaram que há uma necessidade da transferência da zona eleitoral de Guiratinga (MT) para Rondonópolis devido ser um município muito distante de São José do Povo.

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Festival de Praia – Em relação a área da cultura, o Delegado Claudinei visitou o espaço que vai ser realizado a segunda edição do Festival de Praia no município. “Vamos buscar atender as demandas deste município, como, também, o apoio para fortalecer o Festival de Praia. Afinal, este importante evento visa incrementar o turismo e a economia desta cidade”, explica.

“Quero agradecer a presença do deputado Claudinei, nos sentimos muito honrados. A gente espera que realmente, recebamos o apoio do governo do Estado. E temos a certeza que vamos conseguir estes recursos para dar continuidade na administração, servindo bem a população. Vamos realizar o segundo festival, aqui, no Bico da Pedra. Espero que consigamos para que a gente possa realizar este festival que vai fomentar o comércio local”, salienta o prefeito Arivaldo Medeiros de Santana (PSD).

Fonte: ALMT
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Governo anuncia investimento de R$ 115 milhões na Educação e convocação de 681 concursados

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No mês de julho, serão chamadas 681 pessoas, sendo 221 professores, 300 apoios administrativos e 160 técnicos administrativos educacionais (F-Mayke Toscano)

Em mais uma tentativa de negociação e acordo com os profissionais da educação para encerrar a greve, que já perdura há quase um mês, o Governo do Estado se reuniu, na tarde desta terça-feira (25), com o Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep).

A reunião foi conduzida pelo vice-governador Otaviano Pivetta, e os secretários de Estado da Casa Civil, Mauro Carvalho, de Educação, Marioneide Kliemaschewsk, e de Gestão e Planejamento, Basílio Bezerra.

Durante a reunião, os secretários destacaram todas as reivindicações do sindicato que foram atendidas pelo governo, entre elas os investimentos para melhoria na infraestrutura das escolas e da valorização profissional.

Conforme o secretário Mauro Carvalho, serão investidos quase R$ 115 milhões na educação, ainda este ano.

Segundo estimativa do governo, serão R$ 52 milhões para o pagamento de 1/3 de férias dos servidores contratados, que passará a ser garantido a partir deste ano; R$ 15,6 milhões para substituição de servidores efetivos que se afastarão para qualificação profissional; e mais R$ 11,9 milhões para substituição de servidores, que sairão de licença-prêmio ou se aposentarão. Serão investidos ainda R$ 35 milhões para melhoria na infraestrutura das escolas.

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Outra reivindicação atendida pelo governo é o chamamento do cadastro de reserva do concurso público de 2017, que vai contemplar vários municípios de Mato Grosso. No mês de julho, serão chamadas 681 profissionais para atuarem em várias escolas estaduais, sendo 221 professores, 300 apoios administrativos e 160 técnicos administrativos educacionais.

O secretário Mauro Carvalho explicou que as únicas reivindicações que o governo não conseguirá atender nesse momento serão o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) e a Lei 510/2013. Segundo ele, as leis não foram revogadas e continuam em vigor. No entanto, só serão pagas assim que o governo atingir o equilíbrio financeiro e fiscal.

“Infelizmente, hoje, por conta da Lei de Responsabilidade Fiscal e por falta de recursos, não poderemos atender a essas duas reivindicações. Mas o governo tem tomado medidas diárias para que o equilíbrio fiscal e financeiro seja atingido. Estamos pedindo a compreensão dos profissionais da Educação para que voltem para a sala de aula e juntos possamos chegar nesse equilíbrio o mais rápido possível”, disse Carvalho.

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O secretário Basílio Bezerra reforçou que o Governo está sempre aberto ao diálogo e a negociações. “Sabemos da dificuldade grande que o Estado está passando e nesse momento não temos condições legais e nem financeiras para cumprir tudo o que está sendo solicitado pela categoria, pois não há margem nenhuma para esse pagamento”, disse.

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MP aponta irregularidades em licitação e pede quebra da concessão de quase R$ 400 milhões do Ganha Tempo

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Foram encontradas falhas graves no processo licitatório referente a regularidade fiscal, apresentação de documentos e na pontuação da empresa vencedora

O Ministério Público de Contas de Mato Grosso emitiu parecer, no último dia 18 de junho, no processo que aponta irregularidades na concorrência pública para implantação, gestão, operação e manutenção de sete unidades de atendimento do Ganha Tempo, em Mato Grosso. Para o MP de Contas, o contrato no valor de R$ 398.707.945,30 deve ser rescindido com a empresa vencedora, uma vez que foram encontradas falhas graves no processo licitatório referente a regularidade fiscal, apresentação de documentos e na pontuação da empresa vencedora.

A Representação Externa foi proposta no Tribunal de Contas pela empresa Shopping do Cidadão Serviços e Informática S/A, que ficou em segundo lugar na licitação. A empresa fez um pedido de medida cautelar solicitando a anulação do contrato porque, além da falta de documentação, o consórcio vencedor do certame não teria certificado de capacidade técnica nos termos exigidos pelo edital, bem como condições para cumprir a proposta apresentada.

A licitação foi realizada pela Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social de Mato Grosso – Setas. A concessão administrativa tem o prazo de 15 anos e as unidades estão localizadas nos municípios de Barra do Garças, Cáceres, Cuiabá, Lucas do Rio Verde, Rondonópolis, Sinop e Várzea Grande.

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O vencedor da concorrência pública, o Consórcio Rio Verde Ganha Tempo, é composto pelas empresas Projecto – Gestão, Assessoria e Serviços Eireli, Softpark Informática Ltda e Eficaz Construtora e Comércio Ltda. Outros três grupos também participaram da licitação, o  Shopping do Cidadão Serviços e Informática S/A; Consórcio MTM Ganha Tempo; e o Consórcio Ganha Tempo do Mato Grosso.

Irregularidades apontadas

A empresa Shopping do Cidadão Serviços e Informática S/A apontou três principais irregularidades do consórcio vencedor. A primeira está relacionada à falta de comprovação de experiência na implantação de unidade de atendimento com os requisitos compatíveis com os exigidos no edital. O segundo fator está ligado à capacidade técnica para implantação e operação de sistema de gerenciamento, com o fornecimento de sistemas (software) e equipamentos (hardware). Por fim, apontou ainda a falta de profissionais com experiência mínima de três anos em atividades de gestão e coordenação.

O Ministério Público de Contas, no parecer, apontou fortes indícios de atuação ilegítima da comissão especial de licitação. A declaração apresentada não teria especificado o período em que o profissional atuou na empresa estritamente no cargo de ‘supervisor’ e nem a área mínima da unidade de atendimento exigida no edital. Assim, entende o Parquet de Contas que o Consórcio Rio Verde Ganha Tempo não deveria ter pontuado em ambos os fatores.

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O Ministério Público de Contas manifestou-se no sentido de acolher os argumentos da empresa  Shopping do Cidadão Serviços e Informática S/A quanto à falta de regularidade fiscal das empresas que compõem o Consórcio Rio Verde Ganha Tempo, notadamente à ausência de certidões de IPVA, ITCMD e IPTU. Por fim, opina pela desconsideração da pontuação do consórcio, com a consequente inversão na empresa vencedora, devendo a comissão de licitação rescindir o contrato com a primeira, atribuindo obrigações e deveres à nova contratada.

O processo será julgado pelo Pleno do Tribunal de Contas de Mato Grosso, que decidirá se acolhe o parecer do MPC-MT. O julgamento transmitido ao vivo pelo site do TCE-MT. www.tce.mt.gov.br

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