conecte-se conosco


Política MT

Déficit de R$ 1,3 bilhão compromete finanças e folha salarial, alerta deputado ao defender reforma da previdência em MT

Publicado


Para o deputado tucano, MT pode entrar em colapso financeiro se não realizar a reforma da previdência

O deputado estadual Wilson Santos (PSDB) defendeu a necessidade de uma ampla discussão a respeito da reforma da previdência estadual na Assembleia Legislativa. A declaração foi dada na tarde desta terça-feira (3) durante entrevista ao programa Comando Geral exibido pela TV Cuiabá (CANAL 47.1) e apresentado pelo jornalista Maksuês Leite. “Da maneira que está, Mato Grosso não vai suportar no futuro. Atualmente, é registrado um saldo negativo de R$ 1,3 bilhão. O poder Executivo é obrigado a remanejar dinheiro da educação, saúde, assistência social e até segurança pública para garantir o pagamento aos aposentados. Ou se tem uma reforma ou entraremos em colapso”, disse.

Atualmente, o governo do Estado avalia a ideia de encaminhar uma proposta de reforma previdência a Assembleia Legislativa para aprovação. O modelo a ser seguido pela equipe do governador Mauro Mendes (DEM) é a mesma aprovada pelo Congresso Nacional.

Questionado a respeito de qual seria a melhor proposta previdenciária, o deputado Wilson Santos diz que depende do debate a ser patrocinado, o que naturalmente envolve categorias do serviço público e autoridades.

Leia Também:  Representatividade das mulheres na política em MT cresce, mas ainda é abaixo da média nacional

“Se houver, a proposta do Executivo deve chegar somente em janeiro. Não há tempo hábil para discussão e posterior votação. Mas o modelo de proposta pode ser perfeitamente aperfeiçoado no Legislativo. O que importa é a reforça avançar. Portugal e Grécia se opuseram a reforma previdenciária e depois tiveram que reduzir em 30% o salário do funcionalismo público”, destacou.

publicidade
2 Comentários

2
Deixe um comentário

Please Login to comment
avatar
2 Comment threads
0 Thread replies
0 Followers
 
Most reacted comment
Hottest comment thread
0 Comment authors
Recent comment authors
  Subscribe  
newest oldest most voted
Notify of
trackback

[…] 03/12/2019 Déficit de R$ 1,3 bi compromete finanças e folha salarial, alerta deputado ao defender … […]

trackback

[…] 03/12/2019 Déficit de R$ 1,3 bi compromete finanças e folha salarial, alerta deputado ao defender … […]

Política MT

Adversários históricos, Carlos Bezerra e Júlio Campos podem voltar a se enfrentar nas urnas em 2020

Publicado

Júlio Campos já levou a melhor sobre Bezerra em 1990

A disputa ao Senado da República, em uma eleição suplementar com a cassação da senadora Selma Arruda (Podemos), cassada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pode provocar um verdadeiro duelo de titãs entre dois ex-senadores e ex-governadores de Mato Grosso, o deputado federal Carlos Bezerra (MDB), que governou o Estado de 1987 a 1990, e o ex-governador Júlio José de Campos, histórico líder do Democratas no Estado, que governou de 1983 a 1986.

Bezerra foi senador no período de 1995 a 2002, e Júlio José de Campos foi senador em 1991 a 1998. Na ocasião, era uma só vaga ao Senado e Campos derrotou Bezerra.

Para justificar sua intenção em disputar a vaga de Selma Arruda, o deputado federal Carlos Bezerra diz que “é um desejo do partido e de aliados de fora do partido, entre eles, prefeitos de diversas cidades, que nos incentiva a disputar”.

Bezerra garante que está pronto para qualquer embate e que decide logo se vai encarar ou não a disputa. “Até o fim do ano vou decidir se vou ser candidato. Já tenho nove mandatos e o mandato de senador é de oito anos. É uma situação para pensar”, disse.


Carlos Bezerra garante que está pronto para exercer o cargo que ocupou entre 1995 e 2002

Aos 78 anos, Bezerra é presidente do MDB de Mato Grosso desde 1994, e tem sido reeleito em todas as renovações de diretório desde então. Militante histórico, ele foi um dos fundadores do antigo MDB e nunca mudou de partido. Em sua trajetória política, construiu uma vasta rede de apoiadores que chega aos quatro cantos do Estado.

Leia Também:  Janaina assume presidência e Assembleia será comandada pela primeira vez por uma mulher

O ex-senador e ex-governador Júlio Campos afirma que a questão do Senado, no caso de eleição suplementar, será discutida no partido. “Nós vamos discutir internamente no partido. Não discutimos ainda. Depende do partido. Vamos definir. A cassação ocorreu agora e essa eleição será só em meados do ano que vem. Vamos ver isso entre o final do ano e início do ano que vem”, disse, ao acrescentar que está pronto para qualquer decisão do Democratas.

“Estou pronto, sou soldado do partido, tenho condições para disputar e ganhar as eleições ao Senado”, diz. Conforme Júlio Campos, “um partido que tem governador, tem mais de 25 prefeitos, 250 vereadores, uma base de filiados de 55 mil pessoas, tem toda a condição de ter candidatura ao Senado”, afirmou. Para completar, Júlio.

Continue lendo

Política MT

TRE nega remoção de vídeo de processo de cassação de deputado por suposta compra de voto

Publicado


Carlos Avalone queria que vídeo feito pela PRF no dia da apreensão de R$ 90 mil não fosse considerada como prova

O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) negou por unanimidade a retirada do vídeo feito pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) do processo de pedido de cassação do deputado estadual Carlos Avalone Júnior (PSDB). Avalone havia entrado com mandado de segurança para que o vídeo fosse retirado dos autos e não constasse como prova.

O vídeo em questão foi feito por um policial rodoviário federal no dia 4 de outubro de 2018, três dias antes da realização do primeiro turno das eleições majoritárias de 2018, quando três homens foram detidos na BR-070, no município de Poconé, no sentido Cuiabá para Cáceres.

No carro, que tinha o vidro traseiro adesivado com o mote da campanha do deputado, foram encontrados R$ 89,9 mil, uma agenda manuscrita e santinhos eleitorais do candidato. Ao serem questionados sobre a origem do dinheiro, eles teriam entrado em contradição, não conseguindo explicar a origem da quantia.

Leia Também:  Ministro cumpre agenda em MT, vistoria obras e discute ampliação de ferrovia de Rondonópolis até Cuiabá

No vídeo, um dos detidos afirma que o dinheiro teria sido pego em um escritório em Cuiabá e que este local pertencia a Avalone, e era utilizado para pagamento de cabos eleitorais da campanha. E, de acordo com o depoimento feito pelo policial rodoviário federal, a gravação foi autorizada.

No julgamento, os desembargadores aplicaram a Súmula 22 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na qual consta que “não cabe mandado de segurança contra decisão judicial recorrível, salvo situações de teratologia ou manifestadamente ilegais”, seguindo assim o voto do relator, desembargador Sebastião Farias, em conformidade com o parecer da Procuradoria Regional Eleitoral.

Com isso, o vídeo permanecerá no processo e será analisado no momento oportuno, ou seja, em sede de alegações finais.

Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana