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Defensoria do Rio pede que operações policiais perto de escolas sejam proibidas

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Agência Brasil

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Pexels / Pixabay

Houve 700 episódios em que escolas municipais precisaram ser fechadas no ano passado

A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro pediu hoje (13) à 1ª Vara da Infância e Juventude e do Idoso da Capital que proíba a realização de operações das forças de segurança no entorno das creches e escolas públicas estaduais e municipais. A Ação Civil Pública prevê multa de R$ 1 mil por dia de aula perdido em razão de tiroteios causados por operações.

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O pedido foi elaborado por defensores da Coordenadoria de Defesa da Criança e do Adolescente (Cdedica) e inclui ainda a condenação do Estado a pagar R$ 1 milhão por danos morais coletivos, pela exposição de crianças e adolescentes a situações de violência nas portas das escolas .

Se confirmados pela Justiça, os valores arrecadados com multas e condenações deverão ser revertidos para o Fundo para a Infância e Adolescência e usados em projetos que reduzam danos causados a estudantes impactados pela violência institucional.

Também fazem parte da ação pedidos de liminar para obrigar os órgãos de segurança a seguirem uma instrução normativa elaborada pela antiga Secretaria Estadual de Segurança que proíbe operações policiais próximas a unidades de ensino e creches, nos horários de maior fluxo de entrada e saída de pessoas. A instrução também veta a utilização desses locais como bases das forças de segurança.

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Outros pedidos liminares são a proibição de voos de helicópteros sobre as escolas, a criação de um comitê para monitorar a educação em áreas com alto índice de violência, e a elaboração de um calendário de reposição para as aulas perdidas em razão da violência .

Segundo a defensoria, houve 700 episódios em que escolas municipais precisaram ser fechadas no ano passado. No caso das escolas estaduais, a perda de dias letivos chega a 59 apenas nos bairros de Acari, Penha e Irajá.

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Os defendores também pedem que sejam criados grupos de suporte em cada escola para a orientação de pessoas durante a ocorrência de um tiroteio. Além disso, o pedido inclui uma reparação simbólica para o reconhecimento das vítimas letais da violência, com a renomeação de escolas com seus nomes.

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Sem máscara, Bolsonaro joga sinuca em bar no Ceará com apoiadores

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Bolsonaro joga sinuca com apoiadores no Ceará

Em passagem pelo Ceará, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) causou muita aglomeração ao entrar em um bar para jogar sinuca e cumprimentar apoiadores. No vídeo, Bolsonaro aparece sem máscara, assim como seus apoiadores, que disputam espaço para ver o presidente.

O vídeo foi gravado na região do Cariri, no Ceará. Mesmo com o exército chegando um dia antes para armar o esquema de segurança do presidente, a população da região foi pega de supresa pela visita do presidente.



Um homem ofereceu refrigerante ao presidente e, logo após, ele tentou dar algumas tacadas de sinuca enquanto tirava selfies com moradores. A visita ao bar não estava programada.

Essa é a segunda visita do presidente ao estado desde que tomou posse. Em junho, ele foi até Jati, próximo à divisa com Pernambuco, para inaugurar um trecho da Transposição do Rio São Francisco.

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Professora é presa suspeita de matar ex-aluno com quem teve caso

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Professora é presa suspeita de matar ex-aluno com quem teve relacionamento amoroso

Uma mulher foi presa no povoado de Marreca, na Bacia do Jacuípe, no estado da Bahia, suspeita de matar um jovem de 22 anos. De acordo com as investigações, o aluno e a professora tiveram um relacionamento amoroso. As informações são do portal G1.

A prisão ocorreu na terça-feira (15), mas as informações foram divulgadas nesta quarta (16) pela Polícia Civil. O corpo do jovem Otacílio Júnior foi achado dentro de uma casa abandonada. Segundo investigação, o crime foi motivado por ameaças da vítima contra a autora.

As investigações apontam que a vítima ameaçou divulgar na internet o caso que teve com a professora. O corpo de Otacílio foi encontrado com um ferimento causado por arma branca.

A Polícia Civil informou que a professora passou por exames de lesões corporais e segue presa.

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