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Esportes

Debate aborda desafios do futebol feminino nacional pós-pandemia

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O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Rogério Caboclo, confirmou no início dessa semana o retorno da Série A1 do Brasileiro Feminino para o dia 26 de agosto. Sem jogos desde o dia 15 de março, muitas das 16 equipes que fazem parte da competição tiveram mudanças significativas nos planteis, e várias ainda nem tem previsão do reinício dos treinamentos. Ou seja, a tendência é que a volta dos jogos seja marcada por muitas dificuldades na principal competição do futebol feminino do país. Esse cenário de incertezas será o tema do encontro “O futuro do Futebol Feminino Pós-Pandemia”, promovido pelo Museu do Futebol de São Paulo no próximo sábado (11). A iniciativa vai ser transmitida a partir das 20h pelos perfis das redes sociais do Museu.

Nomes de destaque da modalidade estarão presentes ao bate-papo. Uma delas é a Aline Pellegrino, diretora de futebol feminino da Federação Paulista de Futebol. “Momento importante e relevante para as pessoas entenderem um pouco mais aquilo que vamos enfrentar nos próximos meses. Teremos cenários nos quais algumas equipes enfrentarão dificuldades maiores, e outros cenários com times passando por problemas um pouco menores. Mas, sem dúvida, vai ser uma realidade que exigirá muita atenção de todos”, disse à Agência Brasil a ex-jogadora da seleção brasileira.

Também farão parte do debate Emily Lima (ex-técnica da seleção brasileira e atual comandante da seleção equatoriana), Duda Luizelli (coordenadora técnica de futebol feminino do Internacional), Solange Bastos (ex-jogadora da seleção brasileira e atual auxiliar técnica do Bahia) e Amanda Storck (gerente de futebol feminino do Fluminense). A mediação será da jornalista Elaine Trevisan.

Na sequência, às 21h30, dentro do programa Cinema na Rede, está prevista a exibição de dois curtas-metragens dirigidos por Cristiano Fukuyama, Luiz Nascimento e Edson de Lima.

Edição: Fábio Lisboa

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Lançamento de disco: falta de competições preocupa Fernanda Borges

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A brasileira Fernanda Borges, líder do ranking nacional de lançamento de disco, vive um momento diferente em sua carreira, enquanto enfrenta limitações para manter a rotina de treinos no decorrer da pandemia do novo coronavírus (covid-19) ela acompanha a participação, no exterior, de algumas de suas adversárias na busca do índice para os Jogos de Tóquio.

Fernanda participou de sua última competição oficial em março, o Campeonato Paulista de Atletismo. Logo depois veio a pandemia do novo coronavírus, e desde então a atleta gaúcha se divide entre treinos de musculação na sua casa em São Paulo e a parte prática em São Bernardo do Campo, região metropolitana da capital paulista.

“Ela faz musculação em casa. Tem todos os aparelhos, usamos muito os pesos livres. E fazemos lançamentos no Riacho Grande em São Bernardo três vezes por semana. O campo é grande, tem 90 metros de comprimento. Mas é claro que não é a mesma coisa”, diz o técnico João Paulo da Cunha à Agência Brasil.

Enquanto a brasileira busca o melhor ritmo durante a pandemia, fora do Brasil a situação é diferente. No último sábado (1), a norte-americana Valerie Allman, de 25 anos, não só competiu como quebrou o recorde nacional dos Estados Unidos. Lançou o disco a 70,15 metros e tornou-se a primeira americana a superar a marca dos 70 metros (em toda a história da prova, apenas 25 atletas conseguiram superar os 70 metros).

“Vimos o lançamento da americana. Ela tinha 67 metros como melhor marca. Evoluiu bastante. Abrir a temporada com 70 metros é bem competitivo. Claro que essa falta de ritmo de competição da Fernanda, enquanto outras atletas bem fortes já estão em um nível alto, preocupa”, diz o técnico.

A janela para a classificação para os Jogos de Tóquio reabre em dezembro, mas a brasileira e a comissão técnica já planejam uma ida à Europa para acelerar a preparação. O índice olímpico é de 63,50 metros. “Mês que vem, ela vai entrar na Missão Europa do Comitê Olímpico do Brasil (COB), em Portugal. A ideia é que ela treine e participe de alguns eventos”, diz o técnico.

A atleta de 32 anos é a primeira colocada na temporada brasileira, com a marca de 62,37 metros. O recorde da lançadora é de 64,66 metros, alcançado em outubro de 2018, em Bragança Paulista. Em 2019, na quarta participação dela em um Mundial, a gaúcha de Santa Cruz do Sul finalizou em sexto lugar, com 62,44 metros. João Paulo Alves da Cunha, treinador-chefe da delegação em Doha (Catar), considera o resultado excelente. “Foi uma ótima participação. Primeiro ter ficado entre as 12, e depois, na final, conseguir o sexto lugar foi muito bom. Posição histórica”.

Edição: Fábio Lisboa

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Esportes

Bolsa Atleta: divulgada lista de contemplados no programa

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O Diário Oficial da União, desta quarta-feira (5), publica portaria do Ministério da Cidadania, que contempla os atletas aprovados no âmbito do Programa Bolsa Atleta.

Ao todo são 109 atletas de modalidades que fazem parte dos programas Olímpico e Paralímpico, referente ao pleito 2019, divididos nas seguintes categorias:

Três habilitados pela categoria atleta olímpico e paralímpico; dezoito pela categoria atleta internacional; sessenta e oito pela categoria atleta nacional; quatorze pela categoria estudantil; e seis pela categoria atleta de base:

No anexo da portaria, a lista com os nomes dos atletas contemplados no programa.

 

Edição: Aécio Amado

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