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De Boomers à Geração Z: conheça um destino para cada geração na volta às viagens

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Saiba qual o destino que mais combina com a sua geração
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Saiba qual o destino que mais combina com a sua geração



Com a normalidade retornando aos poucos e a vontade de viajar mais forte do que nunca, é comum que muitos planejem as viagens e destinos dos sonhos. Dos Boomers à Geração Z, o que não faltam são possibilidades de visitas a diferentes países que oferecem muito do que cada geração normalmente busca em termos de lazer e acessibilidade.

Ásia, Europa e América do Norte: cada continente possui suas joias feitas sob medida para agradar os turistas e promover o merecido descanso e diversão depois de tempos tão complicados. Seja de qual geração for, com certeza há um lugar no mundo que mais se ajusta às exigências de cada um. 


Baby Boomers (nascidos entre 1945 e 1964): Viena, Áustria

Viena, na Áustria, é o destino ideal para conhecer à pé
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Viena, na Áustria, é o destino ideal para conhecer à pé


Para férias relaxantes e inesquecíveis, a Áustria aguarda os Boomers para aproveitarem as belas paisagens. O destino já foi apontado por viajantes globais como um dos locais mais recomendados para fazer caminhadas urbanas. Com palácios imperiais de inspiração barroca, a melhor forma de aproveitar tudo que Viena pode oferecer é à pé. 

O centro histórico de Viena é uma parada praticamente obrigatória. Toda a graça do passeio se resume em perder-se pelas alamedas de pedestres, desbravar os parques, visitar as igrejas e admirar os detalhes das construções. O palácio de Hofburg é o principal alvo dos olhares dos turistas; é uma forma de admirar e reviver a monarquia vienense. O palácio é dividido em vários museus: aposentos reais, coleção de pratas, museu da Sisi, biblioteca, tesouro Nacional e a cavalaria espanhola.

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Geração X (nascidos entre 1965 e 1981): Isla del Rosario, Colômbia

A Isla del Rosario reúne beleza, descanso e mergulhos incríveis
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A Isla del Rosario reúne beleza, descanso e mergulhos incríveis


A Geração X poderá desfrutar de um pedaço do paraíso em Isla del Rosario, com águas cristalinas e praia de areia branca. É um dos destinos mais recomendados pela Booking.com para quem deseja ótimos banhos de sol, mas não são apenas as prais que chamam a atenção dos visitantes: outras atividades incluem passeios de caiaque nos manguezais e mergulho com snorkel pelos recifes da ilha. 

As 27 ilhas que formam o arquipélago pertencem ao Parque Nacional Corales del Rosario, e ao desembarcar na Isla del Rosario há duas opções principais: visitar o oceanário ou nadar com os peixes. No caso do oceanário, as piscinas são construídas com os próprios corais da ilha e abrigam tartarugas-marinhas, tubarões-gato, barracudas, meros, golfinhos (incluindo um show exclusivamente deles) e outros espécimes marinhos. 

Millennials (nascidos entre 1981 e 1996): Malaca, Malásia

Malacca oferece grande variedade de atrações, desde a época da colonização a locais mais atuais
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Malacca oferece grande variedade de atrações, desde a época da colonização a locais mais atuais


Este destino costeiro está ativamente envolvido na adoção de uma “Cidade Verde” e é considerado Patrimônio da Humanidade pela Unesco desde 2008. O destino também é bastante conhecido pela mistura eclética de comida, estilo de vida e cultura, agradando aos mais variados gostos, além de estar repleto de história. 

A cidade foi ocupada por portugueses, ingleses e holandeses. As principais atrações incluem conhecer essa época de colonização por meio dos edifícios, igrejas, fortes, ruínas e monumentos que ainda estão de pé. Além disso, a região histórica está cheia de arte urbana, como amplos murais e edifícios pintados, além de estátuas e instalações e pequenos cafés criativos. 

Geração Z (nascidos de 1996 a 2010): Nova York, Estados Unidos

A popular cidade que nunca dorme é o destino certo para a Geração Z
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A popular cidade que nunca dorme é o destino certo para a Geração Z


Com alguns dos melhores museus e galerias de arte do mundo, Nova York com certeza encanta os espíritos mais jovens. Os teatros espetaculares, arranha-céus chamativos e gastronomia diversa torna a cidade extremamente vibrante e perfeita para os viajantes solo aproveitarem as férias. 

Visitar a tradicionalíssima Estátua da Liberdade com certeza estará no roteiro. Além dela, o Central Park com seus 341 hectares de verde, verdadeiro pulmão da cidade, chama a atenção dos turistas de todo mundo e dos próprios nova iorquinos. Já para quem gosta de arte, o Museum of Modern Art (Museu de Arte Moderna) está recheado de obras atuais, já o Whitney Museum of American Art (Museu Whitney de Arte Americana) oferece o que há de melhor na arte contemporânea. Durante a noite, é possível encontrar de tudo na cidade que nunca dorme: karaokê, música ao vivo, boates e pubs até altas horas.

Fonte: IG Turismo

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Jovem deixa a faculdade e decide virar nômade: “Infinitas possibilidades”

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Em 2014, Paloma Cores resolveu trancar a faculdade e se tornar nômade.
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Em 2014, Paloma Cores resolveu trancar a faculdade e se tornar nômade.

Aos 18 anos, a artista nômade Paloma Cores decidiu que iria trancar a faculdade e viajar pelo mundo. Na época, estudava Arquitetura e Urbanismo em Juiz de Fora, Minas Gerais, e deu o pontapé inicial em 2014, quando teve a oportunidade de realizar um curso particular de bioconstrução na Amazônia e obteve contato com uma experiência completamente diferente. O curso era de apenas uma semana, mas como a faculdade estava em greve ela ficou durante um mês. 

Paloma conta que o nomadismo surgiu de uma maneira inesperada. “Eu nunca pensei que eu fosse virar nômade, não planejei. Eu nunca tinha saído da minha cidade, nem viajado de avião. Quando eu cheguei na Amazônia, vivi uma outra realidade que eu nunca imaginei. Tanto num cenário físico mesmo, de outro ambiente, de outra cultura, quanto de outras possibilidades de viver a vida. Eu conheci pessoas de outros países, pessoas viajantes, que decidiram ir morar na Amazônia depois de muito viajar”, diz. 


Ao retornar para Minas, percebeu que a antiga vida não fazia mais sentido. No ano seguinte, em 2015, já que a faculdade ainda estava em greve, ela resolveu que iria realizar um mochilão pela Colômbia com uma amiga. “Quando eu voltei para minha cidade, não conseguia me ver mais lá. Sempre tive uma dúvida se fazia arquitetura ou se circo porque quando criança eu estudei em uma escola que tinha aulas circenses e era algo que eu gostava muito. Quando eu fui para a Amazônia, vi que eu poderia ter o circo e a arquitetura no mesmo lugar, que eu não precisava escolher um ou outro. Eu realmente vi as infinitas possibilidades que tinha na vida”, revela. 

Depois de economizar cerca de R$ 3 mil, ela partiu para a Colômbia, passando por cidades como Medellín, Bogotá, Cartagena, Santa Marta e Letícia. Para conseguir se estabelecer na viagem, fez voluntariado, couchsurfing e apresentações circenses e com tecido acrobático. “Onde eu ia pendurava o tecido e conhecia pessoas que viviam de arte e faziam apresentações de rua. Eu comecei a ver que também conseguiria fazer isso. Nessa época, a faculdade já tinha voltado, mas eu decidi que não iria voltar mais, queria continuar vivendo essa experiência, foi algo muito fluido, algo que foi acontecendo”, explica. 

Após o mochilão, que durou um mês, Paloma não voltou para Minas. Dessa forma, foi direto para a Amazônia, por meio de um percurso de barco. Foram quatro dias na embarcação até Manaus, e mais dois dias de volta a Alter do Chão, em Santarém. “Fazer essa viagem de navio pelo Rio Amazonas, conhecer a cultura local, e me desconectar, porque era realmente uma viagem sem sinal telefônico, me fez conectar bastante com as pessoas do barco”, comenta.

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A artista afirma que não foi fácil no início, principalmente porque a família demorou para compreender a sua escolha. “Meus pais e meus amigos estavam preocupados, eles queriam que eu voltasse para a faculdade, não sabiam o que eu faria da vida, como eu me bancaria. Era difícil lidar com isso porque eu sabia, nem tinha essas respostas, ainda estava me descobrindo. Então, nesse momento, eu tive de me afastar um pouco da minha família porque nenhum de nós sabia como lidar com a situação. Fiquei sem me comunicar com eles por alguns meses, me comunicava uma vez por semana, falava que estava tudo bem, mas eu ainda estava me descobrindo”, pontua. 

Neste momento, os pais de Paloma foram visitar a filha, a fim de entender do que se tratava o estilo de vida adotado por ela. “Quando eles chegaram em Alter do Chão, viram que eu estava bem e feliz, que eu não tinha deixado de estudar. E viram que eu estava conseguindo me bancar financeiramente, na época com as artes mesmo, mas também trabalhei com bioconstrução e permacultura em uma comunidade. E eles ficaram mais tranquilos. Hoje, sete anos depois, eles me aceitam, amam o que eu faço, me admiram, me visitam, e eu visito eles pelo menos uma vez por ano. A gente se encontra, se fala sempre por telefone, e temos uma relação muito mais próxima do que antes de eu começar a viajar”, destaca. 

Sobre as maiores dificuldades enfrentadas, Paloma aponta para as questões financeiras. Quando começou a viajar, ela ainda não sabia como se sustentar com o trabalho de artista e não desejava se prender a nenhum emprego considerado usual. “Eu queria viver das coisas que eu acredito, não queria me entregar para um um trabalho convencional que não fizesse sentido para mim. Então, busquei viver de arte desde sempre. É desafiador realmente viver de arte, aprender a colocar o nosso próprio negócio no mundo, sendo que a gente ainda nem sabe qual é o nosso negócio. Hoje eu já tenho mais clareza sobre isso, mas na época não, então eu experimentei de tudo. Eu trabalhei com circo de rua, fazendo malabares no semáforo, espetáculos nas praças, em festas, eventos, trabalhei com turismo, com bioconstrução, tatuagem”, enumera. 

Paloma diz que nunca passou fome ou ficou sem lugar para dormir, mas que por diversas vezes teve dificuldades devido à saúde mental. “Quando a gente é dono da nossa própria empresa tem que se bancar psicologicamente também para que a empresa funcione. Em momentos que eu não estive tão bem psicologicamente, não estive bem financeiramente também. Consequentemente, tive dificuldade para encontrar um lugar para dormir, de ter lugar pra comer. Mas sempre encontrei pessoas incríveis ao longo do caminho que me ajudaram e isso foi a parte rica do momento desafiador. De ver que mesmo eu estando passando pelos perrengues, sempre consegui passar tranquilamente porque eu tinha pessoas ao meu redor que me ajudaram”, esclarece. 

A artista já passou pela Colômbia, Peru, Pará, Jericoacoara, Pipa, Canoa Quebrada, Rio de Janeiro, Curitiba e Florianópolis. No entanto, viajar sozinha não é um problema para ela. “Eu não consigo dizer que viajo sozinha porque sempre estou com alguém, acompanhada com uma pessoa que eu conheço durante a viagem. Mesmo nas vezes em que eu peguei um ônibus sozinha, conheci pessoas durante o caminho e nunca me senti solitária. Estou sempre acompanhada de pessoas muito queridas. Sempre peço muita proteção ao universo, peço que cheguem pessoas de bem, que cheguem pessoas positivas, que cheguem pessoas que ressoem com as coisas que eu acredito, e com essa confiança sempre chegam pessoas e assim vou seguindo o meu caminho”, finaliza.

Fonte: IG Turismo

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Casa de “Esqueceram de Mim” pode ser alugada no Airbnb por apenas R$ 150

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Casa em que foram gravadas as cenas de
Divulgação

Casa em que foram gravadas as cenas de “Esqueceram de Mim”, pode ser alugada em Chicago.

O Airbnb acaba de anunciar que a casa em que ocorreram as gravações do filme “Esqueceram de Mim” estará disponível para aluguel. A iniciativa foi impulsionada pelo lançamento de “Esqueceram de mim no lar, doce lar”, nova produção que estreou na Disney+ no dia 12 de novembro de 2021. Quem irá recepcionar os hóspedes é Buzz McCallister, irmão mais velho do protagonista, Kevin. 

A casa da família McCallister ficará disponível para reserva de uma noite, no dia 12 de dezembro, para até quatro pessoas. “Esqueceram de Mim”, filme estrelado por Macaulay Culkin, estreou em 1990 e marcou a infância de muita gente. Na história conhecemos Kevin, garotinho que, durante as férias da família, foi deixado em casa sozinho por engano. 

Ao perceber que seu lar estava sendo ameaçado por ladrões, precisou colocar toda a sua astúcia em prática para se livrar dos bandidos. Os fãs que quiserem reviver as cenas clássicas do filme natalino deverão despender de US$25 (cerca de R$150), acrescendo taxas e impostos. No entanto, pessoas que residem no Brasil não são elegíveis para alugar a casa. A reserva estará disponível a partir de terça-feira, 7 de dezembro, neste link , e os interessados deverão se deslocar até Chicago, nos Estados Unidos.

Durante a estadia os hóspedes poderão aproveitar:

  • Um cenário aconchegante com luzes natalinas e uma árvore decorada em comemoração à época do ano.
  • Armadilhas contra invasores (mas não se preocupe, você irá montá-las e não cair nelas).
  • Loção pós-barba à vontade e a oportunidade de para poder gritar ao se olhar no espelho.
  • Comidas deliciosas, incluindo as melhores pizzas de Chicago e um jantar à luz de velas de macarrão com queijo de microondas.
  • Conhecer uma tarântula real.
  • Uma sessão de cinema da mais nova aventura “Esqueceram de mim no lar, doce lar”.
  • Uma miniatura da casa de “Esqueceram de mim” em LEGO para levar para sua casa.

Como medida de prevenção ao Covid-19, a equipe do Airbnb segue as normas sanitárias estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), tais como o uso de máscara, distantanciamento social quando exigido pela lei, além de obedecer ap Protocolo Avançado de Higienização do Airbnb.

Fonte: IG Turismo

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