LICIO MALHEIROS

Daniela Lima, supressão da imbecilidade

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Daniela Lima, supressão da imbecilidade

Infelizmente, o mundo está polarizado de forma extremamente perigosa, principalmente entre direita e esquerda, e começa a exacerbação desse processo de divisão, inclusive nas questões humanitárias.

A exemplo do que estou dizendo, em nosso país hoje temos uma divisão entre direita e esquerda extremamente acirrada, em função de uma série de acontecimentos, entre os quais a prisão do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro.

É perfeitamente compreensível essa divisão, desde que sejam devidamente guardadas e respeitadas as questões que envolvam a saúde, por se tratar de algo humanitário, que sobrepõe o viés político-partidário de cada indivíduo.

A prisão do ex-presidente Bolsonaro é algo de conhecimento público.

Uma parte da população quer vê-lo liberto, enquanto outra deseja que permaneça preso, e isso, infelizmente, faz parte do processo político.

Porém, quando parte do jornalismo sucumbe ao seu viés político-partidário e passa a agir vestindo, literalmente, a camisa do seu partido, a situação muda de figura.

Nesse momento, o profissional deixa de fazer jornalismo e passa a fazer ativismo político.

A jornalista Daniela Lima é um caso emblemático de jornalismo tendencioso, principalmente por suas falas maldosas, venenosas e desrespeitosas ao se referir a um ser humano, independentemente de quem ele seja.

Seu caso mais recente de ativismo político, à frente de uma emissora de televisão, ocorreu recentemente, quando o ex-presidente Bolsonaro sofreu uma queda e bateu a cabeça.

Em pleno ar, a apresentadora, de forma desrespeitosa e com ar de deboche, teceu um comentário maldoso, revestido de ódio e desamor, ao falar de um ex-presidente da República.

Ela iniciou sua fala sarcástica e venenosa ao abordar o tema da seguinte forma: “Vamos falar de Brasil, voltar todo mundo aqui, dona Carla... quem caiu da cama? Como assim, quem caiu da cama e teve um traumatismo craniano leve? ”.

Zombando e achincalhando a figura de um ser humano.

Imaginemos que fosse um ente querido dela, será que ela agiria da mesma forma?

É triste e lamentável que algumas pessoas se valham de suas funções jornalísticas para atacar e agredir verbalmente aqueles que não podem se defender.

Pare o mundo, quero descer!.

Licio Antonio Malheiros é jornalista, articulista e geógrafo