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Economia

Custo de vida na capital paulista fica estável em outubro

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Entre setembro e outubro, o Índice do Custo de Vida (ICV ) do município de São Paulo, calculado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), quase não variou (-0,04%). A variação no ano, de janeiro a outubro, foi de 1,72%. Entre novembro de 2018 e outubro de 2019, a taxa foi de 1,84%.

supermercados

Índice do Dieese mostrou pequena queda no preço dos alimentos em outubro em São Paulo – Arquivo/Agência Brasil

Os resultados das taxas, por estrato de renda, foram os seguintes: para o estrato 1, que engloba as famílias de menor renda, foi de -0,06%; para o estrato 2, de -0,04%; e, para o 3, de -0,03%. A variação, nos 10 primeiros meses do ano, para o primeiro estrato, foi de 2,17%; para o segundo, de 1,90%; e, para o terceiro, de 1,55%. As altas acumuladas entre novembro de 2018 e outubro de 2019 dos estratos 1, 2 e 3 foram respectivamente: 2,43%, 2,04% e 1,61%.

De acordo com o Dieese, o estrato 1 corresponde à estrutura de gastos de um terço das famílias mais pobres (renda média de R$ 377,49); o estrato 2, aos gastos das famílias com nível intermediário de rendimento (renda média de R$ 934,17) e estrato 3, aos das famílias  de maior poder aquisitivo (renda média de R$ 2.792,90). Todas as rendas médias são referentes a valores de 1996.

Os 10 grupos do ICV registraram as seguintes variações entre setembro e outubro: Habitação (0,28%); Transporte (0,12%); Recreação (0,02%); Educação e Leitura (0,01%); Alimentação (-0,17%); Saúde (-0,21%); Despesas Pessoais (-0,28%); Despesas Diversas (-0,38%); Vestuário (-0,39%) , Equipamento Doméstico (-0,97%).

A contribuição conjunta dos grupos Alimentação (-0,17%) e Saúde (-0,21%) foi de -0,08 ponto percentual (pp), em outubro. A queda foi amenizada pelo aumento ocorrido no grupo Habitação (0,28%), cujo impacto foi de 0,06 pp).

As taxas verificadas nos subgrupos do grupo Alimentação (-0,17%) foram: -0,46% para os produtos in natura e semielaborados; -0,34% para a alimentação fora do domicílio; e, 0,36% para a indústria da alimentação.

*Com informações do Dieese

Edição: Nádia Franco

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Economia

Projeto que suspende reajuste de planos de saúde e remédios será votado na terça

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votação virtual do senado
Leopoldo Silva / Agência Senado

O senador Eduardo Braga (MDB-AM) é o autor do projeto de lei

Foi adiada para terça-feira (2) a votação do projeto de lei que suspende o reajuste de preços de medicamentos, planos de saúde e seguros privados por 120 dias. O PL 1.542/2020, do senador Eduardo Braga (MDB-AM), recebeu 46 emendas de senadores, nove delas protocoladas nesta quinta-feira (28).

Vários senadores e líderes pediram o adiamento da votação, argumentando que o tema é complexo e que foram apresentadas muitas emendas ao texto. Essa solicitação teve o apoio do autor do projeto, Eduardo Braga, e do relator da matéria, senador Confúcio Moura (MDB-RO).

Confúcio Moura já havia elaborado seu relatório, mas novas emendas foram apresentadas depois disso. Assim, o relator disse que vai redigir novo relatório, aproveitando as sugestões das novas emendas e propondo um texto substitutivo para ser votado na semana que vem.

De acordo com o autor do projeto, o Poder Executivo enviou ao Congresso no final de março uma medida provisória (a MP 933/2020) suspendendo por 60 dias o reajuste de preços dos medicamentos. Os novos valores começariam a valer em 1º de abril e ficariam suspensos, portanto, até 1º de junho.

Segundo Eduardo Braga, é imprescindível aumentar o período da suspensão dos reajustes e estendê-la aos  planos e seguros privados de assistência à saúde. 

Braga afirma na justificativa da proposta que é importante evitar aumento de preços em um momento em que os efeitos econômicos causados pela crise do novo coronavírus (Sars-CoV-2) têm provocado uma perda significativa da renda das famílias pela necessidade de isolamento social, que faz com que os cidadãos percam seus empregos ou tenham seus salários reduzidos.

Leia ainda:  Auxílio virou empréstimo? Saiba quem precisará devolver os R$ 600 em 2021

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Economia

Mães menores de idade podem pedir auxílio emergencial a partir de hoje

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A partir de hoje (30), as mães com menos de 18 anos podem pedir o auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras). A novidade está disponível na 16ª versão do aplicativo Caixa Auxílio Emergencial, que está sendo liberada hoje pela Caixa Econômica Federal.

Incluída pelo Congresso durante a tramitação da medida provisória que instituiu o benefício, a extensão do auxílio emergencial para mães menores de idade havia sido sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro no último dia 15. O cadastro no auxílio emergencial pode ser pedido até 3 de junho.

A vice-presidente de Tecnologia da Caixa, Tatiana Thomé, explicou como funcionará a novidade em entrevista coletiva hoje à tarde. A mãe menor de idade precisa cadastrar pelo menos dois membros da família (ela própria mais um filho, no mínimo). Caso a adolescente pertença a uma família maior, com algum membro que tenha se cadastrado no auxílio emergencial, precisará fazer o cadastro compatível com o do outro membro da família.

Mães grávidas não poderão fazer o cadastro porque o aplicativo pedirá o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) do filho. O processo se dará de forma igual ao dos demais cadastramentos. Ao entrar no aplicativo, a mãe digitará nome completo, número do CPF, nome da mãe e data de nascimento, conforme constam nos cadastros da Receita Federal. O aplicativo oferece a opção “mãe desconhecida”, caso a requerente não conheça a mãe.

Finalizado o cadastro, os dados serão enviados à Dataprev, empresa estatal de tecnologia, que comparará as informações prestadas com as 17 bases de dados disponíveis para ver se o requerente cumpre as condições da lei para receber o auxílio emergencial. A usuária poderá acompanhar, no próprio aplicativo, se o benefício foi aprovado, negado ou se o cadastro foi considerado inconclusivo (quando as informações prestadas não conferem com os bancos de dados do governo).

Edição: Denise Griesinger

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