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Economia

Custo da construção cresce 0,68% em julho, diz IBGE

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O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), variou 0,68% em julho deste ano. A taxa é superior ao 0,35% registrado no mês anterior. O índice também é maior do que o verificado no mesmo mês do ano passado (0,52%).

O Sinapi funciona como fonte oficial de referência de preços de insumos e de custos de composições de serviços. No ano, o índice acumula taxas de 2,66% no ano e, no acumulado de 12 meses, 4,42%.

O custo nacional da construção, por metro quadrado, passou para R$ 1.143,65 em julho deste ano.

A maior alta foi observada no custo de mão de obra, que ficou 0,92% mais cara, chegando ao valor de R$ 545,73 por metro quadrado. Já os materiais de construção tiveram inflação de 0,47%, passaram a custar R$ 597,92 por metro quadrado.

 

 

Edição: Carolina Gonçalves

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Economia

Auxílio: mais de 120 milhões fizeram pedido e 16 milhões seguem em análise

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dataprev
Divulgação

Mais de 120 milhões de pessoas já solicitaram o auxílio, das quais 36,9 milhões foram consideradas inelegíveis

Mais de 16,4 milhões de brasileiros ainda estão à espera do resultado da análise do pedido do auxílio emergencial de R$ 600 , segundo a Dataprev. Foram analisados 112,5 milhões de requerimentos feitos no mês de abril, dos quais 59,3 milhões foram aprovados e 36,9 milhões foram considerados inelegíveis.

Ainda de acordo com a estatal que analisa os pedidos do auxílio , entre o dia primeiro de maio e o dia 24 foram recebidos 8,6 milhões de requerimentos, dos quais 3,5 milhões são de cidadãos que tiveram seus pedidos considerados inconclusivos em abril. Com os 8,6 milhões de pedidos no início de maio e os 112,5 milhões de abril, pode-se concluir que pelo menos 121,1 milhões de brasileiros já entraram com pedido para receber os R$ 600.

Leia também: Auxílio emergencial: quem receber os R$ 600 pode ter que devolver em 2021

Os pedidos do ‘coronavoucher’ solicitados em maio estão em processamento e as equipes trabalham para finalizar o serviço até o final da próxima semana, segundo a Dataprev .

Desde a lei n. 13.998, publicada no último dia 15 de maio, e com objetivo de reduzir a incidência de fraudes , foi necessário revisar as regras e aperfeiçoar os sistemas de concessão do benefício.

Veja quem tem direito ao auxílio emergencial

A Dataprev faz um cruzamento de dados para verificar se o cidadão requerente cumpre alguns requisitos. Segundo a Caixa Econômica, os principais motivos para a negativa são:

  • Ser menor de 18 anos;
  • Ser empregado com carteira assinada;
  • Estar recebendo seguro-desemprego;
  • Aposentado ou pensionista do INSS;
  • Receber demais benefícios, com exceção do Bolsa Família: Benefício de Prestação Continuada (BPC); Auxílio Doença; Garantia Safra; Seguro Defeso;
  • Ser de família com renda mensal por pessoa de mais de meio salário mínimo (R$ 522,50);
  • Renda familiar mensal total maior que três salários mínimos (R$ 3.135);
  • Ter tido rendimentos tributáveis, em 2018, acima de R$ 28.559,70, ou seja, que tenha declarado Imposto de Renda em 2019;
  • Cadastro como “mãe solteira” de mulher casada;
  • Duas pessoas da famílias já foram contempladas com o Auxílio Emergencial;
  • Limite maior que duas pessoas que recebem Bolsa Família;
  • CPF irregular (deve regularizar junto à Receita Federal);
  • CPF de pessoa falecida; e
  • Cadastro em aplicativo ou site fraudulento, que não seja o Auxílio Emergencial I CAIXA.

Como acompanhar o pedido e contestar algum problema

Segundo o Ministério da Cidadania, é possível acompanhar o requerimento e verificar seus dados entrando no site consultaauxilio.dataprev.gov.br . A instituição também tem uma página com o passo a passo para acompanhar a situação dos pedidos neste site .

Se o cidadão encontrar alguma inconsistência no requerimento, é possível fazer uma denúncia pelo canal Fala.Br , uma plataforma integrada de Ouvidoria e Acesso à Informação da Controladoria-Geral da União, disponível em  https://falabr.cgu.gov.br ou pelos telefones 121 ou 0800 – 7070 – 2003.

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Economia

Contas públicas devem fechar este ano com déficit de R$ 708,7 bilhões

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Com gastos extras para enfrentamento da pandemia de covid-19, queda de receitas pela postergação de pagamento de tributos e com atividade econômica em queda, o Tesouro Nacional prevê déficit nas contas públicas de R$ 708,7 bilhões. Esse valor corresponde a 9,9% de tudo que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB).

Se a estimativa se confirmar, será o maior déficit primário (despesas maiores que as receitas, sem considerar o cálculo os gastos com juros) já registrado pelo setor público consolidado, formado por União, Estados e municípios, segundo o Tesouro Nacional.

No mês passado, o Tesouro estimava déficit primário de R$ 600 bilhões. Em 2019, o déficit primário do setor público ficou em R$ 61 bilhões (0,9% do PIB).

“O déficit do setor público pressupõe que não haja novas frustrações de receitas e renovação dos programas de combate aos efeitos econômicos e sociais da covid-19, muitos dos quais programados para terminar em junho. Se algum programa for renovado ou se houver novas frustrações de receitas, o déficit primário do setor público passará de 10% do PIB, pressionando ainda mais o crescimento da dívida líquida e bruta”, diz o Tesouro, em relatório divulgado hoje (28).

O Tesouro destaca que a dívida pública bruta deverá passar de 75,8% do PIB, em 2019, para mais de 93% do PIB com as medidas já anunciadas, um crescimento de 17 pontos percentuais. A dívida líquida do setor público passará de 55,7% para cerca de 68% do PIB, acréscimo de cerca de 12 pontos percentuais do PIB em um ano.

Resultado do Tesouro

Em abril, o governo central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) registrou déficit primário de R$ 92,902 bilhões, contra um superávit de R$ 6,526 bilhões no mesmo mês de 2019. O resultado do mês passado foi o pior já registrado pelo Tesouro Nacional na série histórica iniciada em 1997.

De janeiro a abril, o resultado negativo chegou a R$ 95,762 bilhões, contra R$ 2,762 bilhões no primeiro quadrimestre do ano passado. O resultado negativo em 12 meses chegou a R$ 189,5 bilhões, equivalente a 2,58% do PIB.

A projeção de déficit primário para o governo central é de cerca de R$ 676 bilhões, próximo a 9,5% do PIB.

Edição: Maria Claudia

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