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Economia

Cuiabá oferece 692 vagas de emprego com salários de até R$ 6,4 mil nesta segunda-feira; confira funções

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Para quem busca uma oportunidade no mercado de trabalho, o Sine Municipal, coordenado pela Secretaria de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, começa a semana disponibilizando 692 vagas de emprego nesta segunda-feira (6).

As oportunidades são para os cargos de administrador, analista de marketing, cozinheiro, diretor administrativo, consultor de vendas, estoquista, marceneiro, serralheiro, soldador, técnico de suporte de TI, vendedor, entre outras vagas.

Para se candidatar basta baixar o aplicativo “Sine Fácil” ou acessar a página virtual do Emprega Brasil (empregabrasil.mte.gov.br). O candidato ainda pode fazer o agendamento por meio dos canais de atendimento e se dirigir a unidade do Sine no Coxipó ou no Shopping Popular.

Nesta terça-feira (7) e quarta-feira (8), a van do Sine da Gente que integra o programa Pra Frente Cuiabá, atende a população do bairro Ribeirão da Ponte. A equipe se posiciona na Rua Peru, em frente à Creche Municipal Profª Macária Militona de Santana, com atendimento das 9h às 12 e 13h às 16h.

Canais de atendimento Sine Municipal de Cuiabá:

Sine Shopping Popular: das 9h às 17h

Telefone e Whatsapp: (65) 3664-1503/ 99251-7480

Sine Coxipó: das 7h às 17h

Telefone e Whatsapp: (65) 3675-3113/ 99337-2799

Sine da Gente (Sine móvel): toda semana em um bairro diferente de Cuiabá.

Os empregadores que desejarem anunciar suas vagas no Sine podem entrar em contato pelos telefones (65) 3645–7216 ou (65) 3645-7237, pelo whats (65) 99255–2450 ou pelo e-mail [email protected]

PLANILHA DE VAGAS 06-06-2022

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Economia

PGR cobra depoimentos de ex-presidentes de estatais sobre Bolsonaro

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Will Shutter/Câmara dos Deputados

“O Bolsonaro acha que é dono da Petrobras”, já chegou a dizer Castello Branco, ex-presidente da estatal

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu nesta segunda-feira (4) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o ex-presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, preste depoimento para esclarecer sobre uma possível interferência do presidente Jair Bolsonaro na estatal.

Em um grupo privado de mensagens com economistas, Castello Branco diz que antigo seu celular corporativo tinha mensagens e áudios que provavam que Bolsonaro tinha interferido na Petrobras.

O aparelho foi devolvido à companhia após Castello Branco ter deixado a presidência da Petrobras, no início do ano passado. Na conversa, o ex-presidente da estatal não detalha quais seriam os crimes que Bolsonaro teria cometido.

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A manifestação da PGR, assinada pela vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo, foi dada em um pedido apresentado ao Supremo pelo líder da oposição no Senado Randolfe Rodrigues (Rede-AP). O senador quer que Bolsonaro seja investigado por suposta interferência na Petrobras.

No parecer Lindôra também defendeu que seja ouvido o ex-presidente do Banco do Brasil Rubem Novaes. De acordo com ela, porém, é preciso aprofundar o caso antes de decidir se há elementos para uma investigação.

“Os elementos apresentados até o presente momento não comportam convicção ministerial suficiente para a instauração da investigação pleiteada. Todavia, o diálogo mantido e de teor não negado pelos interlocutores suscita maiores esclarecimentos que podem nortear providências investigativas não açodadas ou temerárias”, escreveu.

No pedido ao STF, Randolfe quer, além da abertura do inquérito contra Bolsonaro, por parte da Procuradoria-Geral da República (PGR), que Castello Branco preste depoimento sobre o caso e que o celular citado seja apreendido para ser periciado. O senador pede também que as mensagens que eventualmente forem encontradas sejam divulgadas.

“Solicitamos a Vossa Excelência que se oficie ao Procurador-Geral da República para analisar a abertura de inquérito investigativo em face do Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, para que esclareçam os fatos e os eventuais crimes cometidos por ele contra o erário público, com a tomada urgente de depoimento do Sr. Roberto Castello Branco, ex-presidente da Petrobras, e de Rubem Novaes, ex-presidente do Banco do Brasil, bem como a tomada das medidas acautelatórias indispensáveis aos esclarecimentos dos fatos, tais como a busca e apreensão do telefone celular indicado, a sua perícia e a imediata publicidade sobre os conteúdos que digam respeito ao caso, que contempla manifesto interesse público subjacente”, disse no documento.

Durante as discussões no grupo de economistas no WhatsApp, Castello Branco chegou a dizer que o celular corporativo que ele devolveu para empresa continha mensagens e áudios que podem incriminar o presidente Jair Bolsonaro. Mas não falou que crimes seriam.

A conversa entre Castello Branco e Rubem Novaes, que ocuparam os cargos no início do governo, se deu por conta de uma reclamação de Novaes em relação a críticas que Castello Branco estaria fazendo contra Bolsonaro.

Cobrado por Novaes no grupo fechado de mensagens, Castello Branco rebateu dizendo: “Se eu quisesse atacar o Bolsonaro, não foi e não é por falta de oportunidade. Toda vez que ele produz uma crise, com perdas de bilhões de dólares para seus acionistas (Petrobras), sou insistentemente convidado pela mídia para dar minha opinião. Não aceito 90% deles (convites) e, quando falo, procuro evitar ataques”.

Em seguida, afirmou: “No meu celular corporativo tinha mensagens e áudios que podem incriminá-lo. Fiz questão de devolver intacto para a Petrobras”.

Castello Branco foi demitido da Petrobras diante das insatisfações de Bolsonaro com a política de preços da empresa. O mesmo motivo levou Bolsonaro a demitir os ex-presidentes da estatal Joaquim Silva e Luna e, por último, José Mauro Ferreira Coelho. Agora, Caio Paes de Andrade ocupa a presidência da estatal.

Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Hoje é a data limite para conceder reajuste salarial com base na LRF

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Hoje é o último dia para conceder reajuste salarial com base na LRF
José Cruz/Agência Brasil

Hoje é o último dia para conceder reajuste salarial com base na LRF

Este 4 de julho é a data limite em que o governo federal poderia conceder reajuste salarial aos servidores públicos com base na Lei de Responsabilidade Fiscal, que impede elevação de gastos com pessoal nos últimos 180 dias de mandato.

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O presidente Jair Bolsonaro (PL), no entanto, já havia admitido que o funcionalismo público ficaria sem aumento neste ano. Em contrapartida, Bolsonaro prometeu dobrar o vale-alimentação para todas as categorias. Mas a promessa não foi oficializada.

Na semana passada, o secretário do Tesouro Nacional, Paulo Valle, afirmou que não haveria vale-alimentação para os servidores, como também não haveria reajuste salarial.

“Já foi anunciado que não haverá aumento neste ano e também não haverá aumento do vale-alimentação. Já foi decidido no âmbito da Junta de Execução Orçamentária”, disse.

Há meses, diversas categorias se mobilizam por reajuste salarial e reconstrução de carreiras após o presidente Jair Bolsonaro prometer ainda no ano passado aumento apenas para policiais federais, policiais rodoviários federais e agentes penitenciários, que fazem parte de sua base eleitoral. 

Em abril, Bolsonaro chegou a avaliar dar um aumento linear de 5% para todo o funcionalismo público. A ideia não foi bem recebida e acabou sendo descartada.

Nesta segunda-feira, último dia para se conceder o reajuste, servidores do Banco Central protestaram em frente à sede da autarquia em Brasília. Atos presenciais também aconteceram em Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo.

Amanhã (5), a categoria realiza uma assembleia deliberativa para discutir os próximos passos da mobilização. 

Fonte: IG ECONOMIA

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