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Cuiabá mantém retrospecto ruim como mandante e perde do Londrina

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Cuiabá caiu para 11ª posição e os paranaenses encerraram jejum de vitórias e se afastaram do perigo-Foto: Ascom Cuiabá

O Londrina encerrou uma sequência de três derrotas seguidas e deu uma respirada na briga contra o rebaixamento da Série B do Campeonato Brasileiro ao derrotar o Cuiabá, por 1 a 0, na noite deste sábado, no encerramento da 26ª rodada. O duelo marcou a estreia de Mazola Júnior no time paranaense.

Com o resultado, o Londrina subiu aos 31 pontos e se afastou da briga contra a degola, chegando ao 15º lugar, deixando o Vila Nova para trás na beira da zona do rebaixamento. O Cuiabá, por sua vez, segue no meio da tabela, com 35 pontos.

OLHO NELE
Com mudanças, o Londrina começou surpreendendo e criou a primeira chance de marcar logo aos cinco minutos. Após cruzamento rasteiro, Paulinho Moccelin, mesmo livre, errou a finalização e não empurrou para as redes. Passado o susto, o Cuiabá logo tomou controle da partida, tocando a bola e buscando chegar ao campo de ataque.

Aos poucos, os donos da casa foram chegando e levaram perigo em finalizações de Jean Patrick e Felipe Marques. O Londrina foi mais objetivo e em uma das poucas subidas ao ataque no primeiro tempo Léo Passos foi derrubado por Toty dentro da área. Pênalti. O próprio centroavante foi para a cobrança e abriu o placar aos 38 minutos.

MUDANÇAS, MAS…
O Cuiabá aumentou a intensidade no segundo tempo para tentar fazer pressão no adversário, mas seguiu com os mesmos problemas da primeira etapa, ficando com a bola, mas sem saber o que fazer com ela. Desta forma, a equipe só encontrou espaço para levar perigo nas bolas paradas de Paulinho. Primeiro, ele parou em grande defesa de César. Depois, a trave evitou o empate.

No final, em meio a pressão, o Cuiabá reclamou de um pênalti em cima de Felipe Marques nos minutos finais, mas nada feito.

PRÓXIMOS JOGOS
Os dois times voltam a campo na terça-feira, quando a Série B terá rodada cheia. O Cuiabá visita o Atlético-GO, às 20h30, no Antonio Accioly, em Goiânia, enquanto o Londrina encara a Ponte Preta, às 21h30, no Moisés Lucarelli, em Campinas.

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Fofão é eleita 3ª melhor estrangeira da Champions League feminina

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Campeã nos Jogos de Pequim (2008) e bronze nos de Atlanta (1996) e Sydney (2000), a levantadora Fofão foi considerada uma das cinco melhores jogadoras não europeias a disputarem a Liga dos Campeões feminina de vôlei.

Hélia de Souza foi escolhida por um júri de três treinadores lendários na modalidade: o holandês Avital Selinger, o brasileiro Marco Aurélio Motta (ex-técnico da seleção brasileira de vôlei feminino) e o italiano Massimo Barbolini, que comandou a Fofão na conquista do europeu pelo Perugia (Itália) na temporada 2005/2006.

Em conversa com a Agência Brasil, a ex-atleta disse que a premiação foi uma surpresa: “Estar entre as cinco melhores, nesse nível de jogadoras, atacantes de decisão, de alto nível com muita habilidade, para uma levantadora é uma honra muito grande. Sinto-me privilegiada”.

A jogadora atuou na Europa entre 2004 e 2007 defendendo o Perugia, entre 2007 e 2008 no Múrcia (Espanha) e entre 2010 e 2011 no Fenerbahce (Turquia). “Não é fácil manter o nível de vôlei jogando fora. Exige demais. Mas, também é gratificante porque você joga toda semana com as melhores do mundo. Isso faz você crescer muito”, declarou.

Ao lado da levantadora Fofão, a norte-americana Jordan Larson, em segundo, e a chinesa Ting Zhu, em primeiro, completaram o pódio. O top cinco ficou completo com a ponteira cubana Mirka Francia, em quinto, e com a atacante sul-coreana Kim Yeon-Koung, na quarta colocação. A eleição foi uma promoção do canal European Volleyball.

Edição: Fábio Lisboa

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Covid-19: grupo britânico McLaren planeja demitir 1.200 funcionários

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Doze dias após perder o piloto de Fórmula 1 Carlos Sainz para a Ferrari que o contratou para a temporada do ano que vem, a fabricante britânica McLaren surpreendeu o mundo ao revelar que pode cortar 1.200 postos de trabalho, o equivalente a aproximadamente 25% do quadro total de funcionários. O desligamento faz parte de um programa de reestruturação elaborado pela empresa, que afirma ter sido impactada finananceiramente pela crise gerada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19). 

“É um curso de ação que trabalhamos duro para evitar, já que adotamos medidas drásticas de economia de custos em todas as áreas da empresa. Mas não temos outra escolha a não ser reduzir o tamanho de nossa força de trabalho”, afirmou o presidente executivo Paul Walsh ao canal de tevê Sky News. 

De acordo com a BBC News, entre os demitidos, estariam funcionários da produção de veículos de rua e até do time de Fórmula 1. A estimativa é de que sejam desligados 70 dos 800 funcionários do time da F1.

A McLaren explicou que com a propagação da covid-19, houve cancelamento de eventos de automobilismo, suspensão em todo mundo de atividades de manufatura e varejo, além da redução de demanda por soluções de tecnologia. Tudo isso, segundo a fabricante britânica, teria impactado repentinamente as atividades de geração de receita. 

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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