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Cuiabá e União disputam a ponta; Luverdense e Mixto duelam para definir quem será o rebaixado

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JORGE MACIEL/FUTEBOLPRESS

Com Poconé, Dom Bosco, Nova Mutum, Sinop e Operário já classificados – pela ordem crescente -, a nona rodada, que acontece neste domingo 15 fechando a primeira fase do Campeonato Mato-grossense reserva duas disputas, nos pontos extremos da tabela, definindo o líder e o último rebaixado.
No alto, o Cuiabá [18 pontos]e União[16] disputam a liderança do campeonato. Embaixo, Luverdense [5] e Mixto [7] duelam para ver quem sai da primeira divisão, em um jogo que promete muito e é cercado de expectativas. O Araguaia foi o primeiro rebaixado.
Supremacia do peixe
No Cuiabá, líder invicto que pega o Dom Bosco, na Arena Pantanal, o clima é de tranquilidade, mas o Dourado quer, sim, a primeira colocação, o que lhe colocaria frente à frente com o time mais fraco teoricamente no mata-mata da fase seguinte. No histórico, segundo a live FutebolCuiabano, Cuiabá e Dom Bosco fazem o 25º duelo no estadual e o Dourado tem 16 vitórias  contra duas do Dom Bosco. Os dois empataram seis vezes.

Igualmente, o União tem dois pontos abaixo do Dourado (por causa de saldo de gols e de um empate a mais). No atual quadro, pode assumir a ponta se vencer o Mutum e os dom-bosquinos vencerem o Cuiabá. O União tem a vantagem do jogo contra o Mutum em casa. Para fechar na liderança, o Cuiabá só precisa empatar.

União: três não jogam
Para o jogo com o Mutum, no Luthero Lopes, o União, que também está invicto, não terá Andrezinho, que levou o terceiro amarelo, nem Daniel, que cumpre suspensão por expulsão e Cássio, que ainda está lesionado. “Ainda assim, estamos tranquilos e nosso objetivo é chegar com a melhor pontuação possível, independente de ser o primeiro. Tentaremos vencer o Nova Mutum, que é um time muito consistente e chegar no mata-mata com mais confiança”, disse o técnico Júlio Cesar Nunes, que ainda trabalha até o sábado pela manhã quando define os 11 titulares.
Três desfalques no Azulão da massa
Pelo Nova Mutum, time classificado por antecipação, o técnico Willian De Matia (Dema) diz que tem as mesmas metas e considera um jogo muito difícil. “Basta lembrar que eles [os colorados] estão invictos e jogam em casa. Mas vamos jogar com foco e com a determinação, vamos fazer uma boa partida, o que pode nos garantir mais pontos e isso seria muito bom”, afirma De Matia. Não jogam Cabeça, Lucas Evangelista e Irapuã, mas o artilheiro Rafinha pode voltar. O time faz uma excelente campanha como estreante na Série A do Mato-grossense.
O buraco é lá embaixo
No sub-solo da tabela, a disputa é bem diferente e está ligada à sentença de morte. Com cinco pontos e uma campanha irregular, o vice-lanterna Luverdense, em nona posição, recebe o Mixto, que tem uma campanha igualmente ruim e está com sete pontos. Ao fim desse embate, o perdedor dará adeus à classificação e cairá ladeira abaixo para o rebaixamento, mas o Alvinegro pode empatar que se classifica. O jogo está agendado para este domingo, às 15 horas, no estádio Passo das Emas, em Lucas do Rio Verde.
Outros jogos
No meio da tabela, já classificados e sem chances de disputarem a ponta, o Sinop recebe o Operário no Gigantão e o Poconé enfrenta no Neco Falcão, em casa, o Araguaia, que já está rebaixado.

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Marcelo Melo admite situação adversa e apoia cancelamento de Wimbledon

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Principal tenista brasileiro da atualidade, Marcelo Melo se pronunciou nesta sexta-feira (3) sobre o cancelamento da edição deste ano do torneio de Wimbledon, uma das quatro maiores competições do circuito da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), os chamados Grand Slams. A competição, suspensa em função da pandemia do novo coronavírus (covid-19), não será disputada pela primeira vez desde 1945, último ano da Segunda Guerra Mundial.

“É uma notícia triste para nós, tenistas, e para os fãs do torneio e de tênis. É um dos meus torneios favoritos, principalmente depois do título (de duplas) que a gente (ele e o polonês Lukasz Kubot) teve lá em 2017. Mas, a gente entende que a situação é adversa. Agora não tem realmente como ir lá (Londres, Reino Unido) jogar o torneio. Vamos ter que esperar mais um ano para voltar ao templo sagrado”, declarou.

Ouça na Rádio Nacional

 

O mineiro de 36 anos não joga desde 24 de fevereiro, quando foi campeão de duplas no ATP de Acapulco (México) ao lado de Kubot. Na ocasião, eles venceram os colombianos Robert Farah e Juan Sebastian Cabal, atualmente os dois melhores paceiros do ranking mundial, por 2 sets a 1. O brasileiro está nos Estados Unidos, em Tampa, na Flórida, para onde viajou no início de março após o título, mas os torneios que jogaria foram cancelados.

“Não tenho certeza de quando a gente voltará a jogar”, reconheceu Marcelo, após a ATP ter prorrogado a suspensão do circuito até, pelo menos, 13 de julho. “A gente espera que essa situação termine o quanto antes para voltar às quadras”, concluiu o atleta, atualmente em quinto no ranking mundial de duplas.

Antes dele, o Brasil já havia alcançado o topo em Wimbledon com Maria Esther Bueno. A tenista, que faleceu em 2018, foi tricampeã de simples (1959, 1960 e 1964) e pentacampeã de duplas (1958, 1960, 1963, 1965 e 1966) no torneio britânico.

 

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Natação paralímpica: técnico-chefe tranquiliza atletas em quarentena

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Nesses dias de quarentena e de isolamento social em função da covid-19 as dúvidas são muitas. E dentro do Movimento Paralímpico não é diferente. Praticamente, a única certeza é que os Jogos de Tóquio (Japão) vão acontecer entre 24 de agosto e de 5 de setembro do próximo ano. A partir daí, não faltam perguntas. Para tentar responder algumas delas, na tarde de ontem (2) o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) fez uma live (transmissão online, ao vivo) no Instagram com Leonardo Tomasello, técnico-chefe da seleção Brasileira de natação paralímpica, e Felipe Silva, responsável pelos nadadores de medley e “meio-fundo”.

Para tranquilizar os atletas, eles lembraram que a equipe já passou por problemas maiores. Foi durante o Mundial de 2017, na Cidade do México. “Por causa de um terremoto, a competição teve que ser adiada às vésperas do início das provas. Já tínhamos dois integrantes da nossa equipe lá no México. A competição foi adiada em dois meses. Não só o Brasil, mas todos os países tiveram o programa de treinamento muito comprometido “, lembra Tomasello. “Agora é uma situação bem diferente. Claro que a pandemia é extremamente grave. E todos devem respeitar as medidas de isolamento. Mas o adiamento foi definido com um prazo bem maior. Teremos bastante tempo para preparar a nossa equipe. E, com certeza, todos estarão 100% lá em Tóquio no ano que vem”, planeja Silva.

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O treinador Leonardo Tomasello junto com a nadadora Carol Santiago,ouro no Parapan de Lima (2019) nos 100m livre – Ale Cabral/CPB/Direitos Reservados

Uma das principais iniciativas do CPB para esse período também foi bastante comentada pelos preparadores. É o Programa de Acompanhamento Técnico. “Queremos que eles se mantenham o máximo possível ativos. Para isso estamos oferecendo um suporte completo da nossa equipe multidisciplinar. Profissionais da área da fisioterapia, da nutrição e da psicologia estão à disposição dos nadadores. Programas individualizados são enviados. E o nosso pessoal também entra em contato para oferecer essa assistência. A gente quer que eles saibam que tudo aquilo que for feito agora, durante a quarentena, vai refletir nos resultados lá na frente”, detalhou Tomasello. 

Ainda sensibilizado com o momento atual, Silva ponderou: “A gente nunca passou por isso. Tudo fugiu completamente do nosso controle. Os atletas nunca tinham ficado tanto tempo fora da água. Todos precisam ter a consciência de que o cuidado é fundamental. E é preciso se manter ativo para, quando os treinos voltarem, todos estarem fortalecidos e sem dores”. 

Calendários e reclassificações funcionais

“Sabemos que muitos dos nossos atletas ainda necessitam passar pelas reclassificações em nível nacional e internacional. Mas, infelizmente, não podemos confirmar os nossos próximos passos. As etapas nacionais do Circuito Caixa serão realizadas assim que tudo voltar ao normal. Mas, ainda sem datas definidas. A temporada do ano que vem, que seria repleta de campeonatos, com destaque para o Mundial e o Europeu, agora virou uma ‘interrogação’. A orientação é que todos mantenham a cabeça no lugar e sigam se preparando da melhor forma”, pediu Tomasello.

Aclimatação

Os dois técnicos lembraram da participação dos brasileiros na Parapan-Pacífico, na Austrália, em agosto de 2018 para dizer que a ideia é seguir a mesma estratégia que foi utilizada naquela ocasião. “Sabemos que a resposta dos atletas é muito individual. Mas a nossa ideia é chegar no Japão com 30 dias de antecedência e fazer um trabalho focado nas necessidades de cada um deles. Temos os dados de todos os nossos treinos monitorados desde 2016. Isso faz muita diferença. Sabemos quando o atleta precisa descansar, quando ele precisa forçar. E vamos usar essa base de dados como orientação até os Jogos Paralímpicos ” completou Felipe Silva.

 

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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