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Política Nacional

Crivella diz ter colocado ‘nome à disposição’ para o governo do Rio

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Crivella admite concorrer ao governo do Rio
Fernando Frazão/Agência Brasil

Crivella admite concorrer ao governo do Rio

O ex-prefeito do Rio Marcelo Crivella (Republicanos) , em entrevista publicada na última sexta-feira pelo canal Flow Podcast, admitiu publicamente pela primeira vez a possibilidade de concorrer ao Palácio Guanabara nas próximas eleições. Ele disse que colocou seu nome à disposição do partido e destacou os resultados de uma pesquisa publicada pelo Ipec na segunda metade de maio, que, àquela altura, apontava um empate técnico entre ele e os atuais pré-candidatos Cláudio Castro (PL) e Marcelo Freixo (PSB) na corrida pelo governo do RJ.

“Olha só a pesquisa : 16%. Vamos fazer a conta: 2,05 milhões no primeiro turno. Quando eu tive isso de intenção no primeiro turno? Tá bom (sic), eu me elegi como senador com 3 milhões, mas era um cenário onde o eleitor tinha dois votos, duas opções. Agora, no primeiro turno, eu tenho 2 milhões de pessoas dizendo: ”Vou votar no Crivella”, mas eu nem disse que sou candidato”, declarou Crivella.

“O Cláudio diz que é candidato, o Freixo diz que é candidato, mas eu não disse. Eles estão fazendo campanha; o Lula apoia ele (Freixo), o Bolsonaro apoia ele (Castro)… e eu? Ninguém me apoia, mas eu tenho 2,05 milhões de pessoas que me apoiam. Quando eu tive isso? Mas paguei um preço.”

Na semana passada, O GLOBO mostrou que o flerte de Crivella com uma possível candidatura a governador despertou uma reação do governador do Rio, Cláudio Castro (PL), que agora tenta atraí-lo para sua chapa à reeleição como candidato ao Senado. Nome do campo da direita com o apoio do presidente Jair Bolsonaro (PL) ao estado, Castro teme que Crivella, bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, conquiste o eleitorado evangélico.

Além disso, apesar do desejo de concorrer ao governo e de ser bem-visto como um nome ao Senado, Crivella esbarra em resistências internas em seu partido, o Republicanos. No cálculo mais conservador de alguns nomes do partido, uma candidatura do ex-prefeito à Câmara dos Deputados significaria um voo mais tranquilo para Crivella e para o partido, além de garantir um número maior de parlamentares na bancada federal.

“Eu coloquei meu nome à disposição (no partido, para concorrer ao governo do RJ). E eu digo a vocês que é uma honra para mim se eu for deputado federal, senador… um senador tem oito anos de mandato, e um governador tem 4 anos de pancada”, acrescentou o ex-prefeito.

A mesma pesquisa do Ipec, citada por Crivella, dispõe também que o ex-prefeito do Rio foi o candidato mais rejeitado pelos eleitores: 42% responderam que não votariam de jeito nenhum nele. Na leitura, Freixo é rejeitado por 27%, enquanto Castro e Garcia, por 17% cada. Eduardo Serra (15%), Neves (13%), Santa Cruz (12%) e Ganime (10%) completam a lista.

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Fonte: IG Política

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Política Nacional

Ciro diz que polarização pode criar um ‘estelionato eleitoral’ no país

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Ciro Gomes no Roda Viva
Reprodução/Youtube

Ciro Gomes no Roda Viva

Ciro Gomes , candidato do PDT nas eleições presidenciais, criticou a polarização política entre esquerda e direita observada atualmente no Brasil. De acordo com o pedetista, o país corre o risco de produzir um “estelionato eleitoral”.

“Se eu não conseguir salvar o Brasil desta absurda e despolitizada polarização, o aprofundamento dos ódios estará produzindo o maior estelionato eleitoral da história do Brasil”, afirmou. 

“Você vai ver o desastre se eu não conseguir salvar o Brasil”, completou o ex-governador do Ceará durante o programa Roda Viva, exibido na TV Cultura. 

Corrupção

Durante o programa, Ciro foi questionado sobre o fato de, mesmo tendo como um dos principais focos da sua campanha a luta anticorrupção com a intenção de atingir tanto Lula e Bolsonaro, os seus números nas pesquisas ainda estarem muito abaixo dos seus adversários nas eleições. 

Em resposta, ele lamentou o fato de alguns grupos estarem “relativizando” a corrupção no país com o intuito de continuarem apoiando tanto o candidto do PT, como o atual chefe executivo do país.

“Se você tem uma elite, intelectuais, cientistas, artistas, juventude, relativizando valores, essa sociedade está doente”, disse Ciro.

“Isso destrói uma nação. Bolsonaro e Lula são dois corruptos, dois corruptores, e nós estamos fazendo de conta que não estamos vendo isso”, completou o ex-governador. 

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Ciro Gomes afirma que Bolsonaro tem um ‘delírio golpista’ na cabeça

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Ciro Gomes (PDT) no Roda Viva
Reprodução/Youtube

Ciro Gomes (PDT) no Roda Viva

O pedetista  Ciro Gomes afirmou, nesta segunda-feira (15), que o atual presidente Jair Bolsonaro (PL) tem um “delírio golpista” na cabeça, e que a democracia no país é uma “abstração marciana”.

A resposta foi dada durante o Roda Viva após o ex-governador do Ceará ser questionado se vê, hoje, que a democracia no Brasil está em risco por conta do atual cenário político. 

“Eu vejo, mas é muito menos pelo Bolsonaro, que tem um delírio golpista na cabeça dele, mas mais pelo fracasso da democracia pra vida do povo, isso que eu quero ponderar às pessoas”, afirmou Ciro Gomes.

“A democracia brasileira, hoje, é uma abstração absolutamente marciana para a esmagadora maioria do povo brasileiro que está vivendo o pão que o diabo amassou”, completou o candidato do PDT nas eleições presidenciais. 

Em seguida, Ciro chamou Lula de “corrupto, demagogo e populista”, mas afirmou que o ex-presidente da República é “do campo da democracia”.

Relação com militares

A pauta da relação com os militares em caso de eleição também foi levantada para Ciro. De acordo com o ex-govrenador, ele vai promover mudanças nas Forças Armadas, principalmente no que diz respeito aos militares que ainda estão ativos.

“O nome disso é hierarquia e disciplina, eu assumirei o comando em chefe das forças armadas, e começo com questões normativas e algumas de maior profundidade. Normativa: militar da ativa não participará mais de cargo comissionado político. Todos estarão proibidos porque haverá uma norma nos primeiros dias do meu governo”, afirmou.

“Eu vou fazer um esforço imenso de restaurar os critérios de promoção. Quando eu vejo um general como o Passuello chegar ao generalato, alguma coisa profundamente está errada, e quem promoveu foi o PT”, completou o pedetista.


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Fonte: IG Política

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