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Crie 3 opções de looks diferentes com o coturno feminino!

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Peça icônica do movimento punk, gótico e rocker, o coturno une personalidade e conforto em seu design. Apesar de ter um estilo agressivo, a bota conquistou seu lugar ao sol no closet das brasileiras, podendo ser usada de diversas maneiras, conferindo mais atitude ao outfit. 

Um truque para usar o coturno feminino à prova de erros é unir com peças mais básicas e fluídas, como por exemplo o vestido midi floral. O peso do calçado faz um contraponto interessante com o clima romântico do vestido, conferindo mais personalidade. 

O hi-lo é outro exemplo, o encontro entre o básico com peças mais elaboradas imprime um visual arrebatador e cheio de estilo. Confira agora 3 looks usando o coturno feminino !

Leia também:  conforto e estilo com o conjunto moletom!

Romântico

Para criar um visual romântico excêntrico, se inspire na Victória Rocha, e aposte na saia de babados floral com uma t-shirt e o coturno feminino nos pés. Para finalizar o look, a bolsa redonda e acessórios delicados fazem um mix inteligente entre  toque feminino e o ar robusto do calçado. 

Leia também:  alerta tendência – as cores indispensáveis do inverno!

Moderno

Na proposta do estilo moderno o monocromático está em alta, especificamente tons de bege e nude ganharam os holofotes nesta temporada. Aposte na calça clochard ampla junto ao sobretudo – ambos nos tons de bege – e para fazer o contraponto o coturno feminino de verniz na versão mais alta. Finalize com os óculos de sol pequenos e brincos de argola. 

Leia também:  atualize o look do dia com os acessórios mais amados da temporada!

Casual 

Jeans e camiseta é o visual mais básico e casual que podemos conhecer, porém os elementos de estilos que compõe o look pode mudar completamente este conceito. Desta vez, a bota coturno aparece na versão tradicional, com o solado robusto, aliado aos acessórios: cinto preto e bolsa baguete no mesmo tom.  

Existem uma infinidade de modelos do coturno feminin o: diversas cores, com o solado tratorado, cano mais alto, mais baixo, no couro, envernizado, enfim, tenho certeza que irá encontrar a peça que mais combina com o seu estilo, para trazer ainda mais atitude aos seus outfits! Gostou da matéria? Deixe nos comentários qual dos looks é o seu preferido.

Fonte: IG Mulher

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Magazine Luiza é acusado de ‘racismo reverso’, mas ‘racismo reverso’ não existe

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Desde sábado (19), a hashtag #MagazineLuizaRacista aparece nos assuntos mais comentados no Twitter. O motivo: a empresa anunciou um programa de trainee exclusivo para pessoas negras , mas há quem enxergue a ação da varejista de “racismo reverso”.



a lu, avatar da magazine luiza, mostra um celular
Divulgação

A hashtag #MagazineLuizaRacista foi levantada por internautas brancos, que afirmam que trainees para pessoas negras é ato de racismo reverso


Quem aderiu à campanha contra o Magazine Luiza nas redes sociais afirma que criar um programa para pessoas negras seria fechar a porta para as brancas. Essa seletividade, para estes internautas, é vista como racista, pois passaria a ideia de segregação de oportunidades para pessoas negras.



Mas hashtag também está sendo usada por tuiteiros que afirmam que a acusação não faz sentido, pois “racismo reverso” não existe. Para argumentar, foram utilizados dados que apontam para o baixo número de pessoas negras em cargos de liderança em comparação com pessoas brancas. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 68,6% dos cargos gerenciais era ocupado por pessoas brancas e 29,9% por pessoas negras em 2018.



“O Magazine Luiza acredita que uma empresa diversa é uma empresa melhor e mais competitiva. Queremos desenvolver talentos negros, atuar contra o racismo estrutural e ajudar a combater a desigualdade brasileira”, afirmou diz Patrícia Pugas, diretora executiva de Gestão de Pessoas, ao site Money Times.

Segundo o advogado e filósofo Silvio Almeida, em seu livro “Racismo Estrutural”, o racismo vai além das ações pessoais de alguém, como insultos de uma pessoa branca a uma pessoa negra. De acordo com ele, o racismo é a maneira como instituições funcionam propositalmente para tornar oportunidades mais difíceis para negros e, assim, um grupo de pessoas consegue se privilegiar em detrimento de outras. O autor explica que, desta maneira, pessoas brancas conseguem se privilegiar de espaços em que pessoas negras têm desvantagens, como os cargos de liderança, por exemplo.

Racismo reverso é mito ou verdade?

Entende-se como “racismo reverso” que pessoas brancas sofreriam da mesma maneira o preconceito que sentem pessoas negras e não-brancas. No entanto, dentro dessa estrutura explicada por Almeida, pessoas brancas seguem ocupando a maior parte dos espaços de poder e têm posições sociais e econômicas mais favorecidas do que pessoas negras.

No livro “Pequeno Manual Antirracista”, a filósofa  Djamila Ribeiro explica que pessoas brancas sofrem violências diferentes das que sofrem pessoas negras. Quando se trata do argumento de que pessoas brancas também podem não ter condições de entrar nesses espaços, Djamila explica que, mesmo assim, uma pessoa branca e de classe baixa ainda terá o privilégio de raça.

“Ainda que uma pessoa branca tenha atributos morais positivos […], ela não só se beneficia da estrutura racista como muitas vezes, mesmo sem perceber, compactua com a violência racial”, diz a filósofa no livro.


“Se uma empresa está focada em quem cursou universidade de elite ou tem inglês fluente, isso pode significar que apenas pessoas privilegiadas poderão enviar seus currículos”, explica Ribeiro em trecho do livro. “Pois sabemos que, no Brasil, estudar outro idioma ou fazer um intercâmbio não é acessível para todo mundo”, acrescenta.

“Atualmente, temos em nosso quadro de funcionários 53% de pretos e pardos. E apenas 16% deles ocupam cargos de liderança. Precisamos mudar esse cenário”, afirmou a conta do Magazine Luiza em seu perfil no Twitter sobre o programa de trainee para pessoas negras. “Queremos desenvolver talentos negros como nossas futuras lideranças e ajudar a ampliar a voz da negritude no processo de digitalização no Brasil”, explicou o grupo.

Em janeiro de 2020, A Justícia Federal de Goiás absolveu um jovem oacusado de “racismo reverso”  e, na ocasião, o juiz afirmou: “Não existe racismo reverso, dentre outras razões, pelo fato de que nunca houve escravidão reversa, nem imposição de valores culturais e religiosos dos povos africanos e indígenas ao homem branco, tampouco o genocídio da população branca, como ocorre até hoje o genocídio do jovem negro brasileiro.”

Fonte: IG Mulher

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6 dicas para montar e organizar o closet perfeito mesmo se tiver pouco espaço

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Alto Astral

Mulher organizando roupas no closet

Quem não deseja ter um lugar dedicado às roupas, sapatos e outros acessórios? É por isso que esse cômodo é um dos mais desejados em qualquer casa, no entanto, organizar um closet pequeno não é uma tarefa simples. Mas com algumas dicas fáceis, é possível realizar esse sonho.

Segundo a arquiteta Cristiane Schiavoni, do escritório Cristiane Schiavoni Arquitetura e Interiores, um dos principais motivos para ter um closet são a organização e funcionalidade.

“Quando sugiro um closet em um projeto, penso na setorização, ou seja, organizar todas as roupas em mesmo lugar, e se possível, também incluir sapatos e acessórios. Isso facilita a rotina do morador, que não precisa mais perder tempo procurando as peças “.

Para isso, ela elaborou 6 dicas que irão te ajudar a montar o cantinho ideal para suas coisas.

Como montar e organizar um closet mesmo em um apartamento pequeno

1. Marcenaria planejada

Para tirar o máximo proveito da metragem disponível, o mais indicado é investir em móveis planejados . “Para otimizar todos os cantinhos, sugiro que seja feito sob medida. Hoje em dia é possível compor com a utilização de peças prontas. É essencial que cada pedacinho dessa marcenaria seja pensada e personalizada de acordo com a necessidade dos moradores e a melhor organização do closet”, explica a arquiteta.

2. Closet aberto ou fechado?

Para Cristiane Schiavoni, o closet aberto (sem portas) é o ideal. Dessa maneira, o morador tem acesso visual a tudo aquilo que ele possui. “Mesmo aberto, o closet deve ter uma porta de entrada. Dessa maneira, não deixa de ser um móvel fechado, com a diferença que você ‘entra’ nesse armário e consegue visualizar, como um todo, tudo que existe nele”, ressalta.

3. Ele x Ela

No caso de closet de casal, é importante tomar alguns cuidados antes de planejar os móveis. Isso porque a quantidade de roupas e acessórios é bastante diferente: homens costumam ter mais calças, camisetas e camisas, enquanto as mulheres precisam de espaço para vestidos, saias, sapatos e bolsas. “Na concepção do projeto, estudo as características físicas para poder calcular alturas dos cabides, larguras das gavetas, etc.”, relata Cristiane.

4. Tamanho “P”

Engana-se quem acredita ser preciso ter um espaço grande para realizar o sonho do closet em casa, pois para cada caso é possível projetar soluções específicas e inteligentes em móveis planejados que permitem tirar o melhor proveito da metragem disponível.

“Uma dica relevante para espaços pequenos é considerar que nem todas as roupas ocupam a mesma profundidade de um cabide”, fala a arquiteta. Saindo da profundidade padrão de 60 cm adotada para os armários, podemos trabalhar, em uma ou outra parede, com marcenaria de 30 cm, que é perfeito para armazenar camisetas, por exemplo”, complementa Cristiane.

5. Organização em dia

Um visual bagunçado atrapalha a funcionalidade do closet e, por isso a organização é tão importante. Peças do dia a dia devem ficar sempre visíveis para que o morador tenha acesso a tudo. Para as caixas, a arquiteta recomenda acondicionar objetos menores, como relógios e cintos, e peças com menor utilização ao longo do ano, como roupas de frio mais pesadas ou aquelas destinadas às viagens.

6. Móveis complementares

Closet perfeito não é feito apenas de compartimentos e gavetas . Para quem conta com um espaço maior é possível investir em móveis complementares como uma penteadeira, que pode liberar espaço no quarto com a transposição para o ambiente mais reservado do closet.

A especialista ainda afirma que é fundamental conhecer os gostos e hábitos dos clientes para oferecer, por exemplo, um espaço exclusivo para as bijuterias. “Gaveteiros independentes e com divisórias são muito práticos para guardar as peças e colaborar para sua conservação , conclui Cristiane.

Fonte: IG Mulher

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