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Economia

Crédito com juros menores para microempresários movimenta R$ 7 milhões

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Uma parceria entre a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Caixa Econômica Federal viabilizou a assinatura de 35 contratos, no valor total de R$ 7 milhões, com o apoio dos fundos Garantidor para Investimentos (FGI) e de Garantia de Operações (FGO), para micro e pequenos empresários de todo o país.

Entre os benefícios, as linhas de financiamento possibilitaram uma redução dos juros de até 28%, se comparada à taxa de balcão, além de carência de até 60 meses para pagamento. Os recursos podem financiar capital de giro e bens de consumo duráveis. Os interessados podem acessar aqui a página eletrônica da parceria, que está aberta a novos empréstimos.

De acordo com a CNI, os R$ 7 milhões representam a soma dos R$ 5,3 milhões liberados na fase piloto do projeto, em julho, com recursos do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), e de R$ 1,7 milhão operacionalizados pela rede do Núcleo de Acesso ao Crédito (NAC), presente em 22 estados, desde o lançamento da parceria, em 25 de agosto. 

Além das condições especiais de juros e pagamento, as indústrias que contratararem o financiamento contarão com o apoio de profissionais especializados do NAC para orientação financeira a fim de identificar a melhor alternativa de crédito ofertada.

O pacote de benefícios inclui ainda o Cartão Empresarial, com isenção da primeira anuidade para empresas com domicilio bancário de recebíveis na Caixa e seis meses de isenção total ou 12 meses com 50% de isenção para adesão na cesta de serviços para novos correntistas ou correntistas sem cesta.

Essas condições estão sujeitas à análise de risco de crédito e disponibilidade de recurso, bem como são válidas para empresas que tenham 12 ou mais meses de faturamento e garantias compatíveis com as exigidas, que variam de acordo com a linha de crédito, informou a CNI.

O programa oferece três linhas de crédito: Capital de giro pós-fixada, destinada a empresas com faturamento anual fiscal superior a R$ 360 mil, com juros a partir de 0,83% ao mês mais Taxa Referencial (TR), prazo de até 60 meses e carência automática de três meses; Capital de giro prefixada, voltada a micro e pequenas empresas, com juros a partir de 1,19% ao mês, prazo de 48 meses e carência automática de três meses; e BDC – Bens de Consumo Duráveis com taxa pós-fixada, com juros a partir de 0,92% ao mês, prazo de até 60 meses e até seis meses de carência.

Para ajudar o empresário a escolher qual a melhor opção, a CNI produziu cartilhas com orientações. Em se portal, a CNI também oferece atendimento personalizado por profissionais, diretamente no canal do NAC.

Edição: Nádia Franco

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Economia

Impostos e juros são maiores insatisfações com governo Bolsonaro, mostra Ibope

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Bolsonaro e Guedes
Marcos Corrêa/PR

Popularidade do governo Bolsonaro: 67% dos entrevistados reprovaram a política tributária atual, e 64% mostraram insatisfação com a taxa de juros

Os  impostos e a taxa de juros são as maiores insatisfações com governo de Jair Bolsonaro. É o que mostra a pesquisa divulgada nesta quinta-feria (24), do Ibope e da CNI (Confederação Nacional da Indústria), que avalia a popularidade do governo.

Na parte da pesquisa “Aprovação do governo por área de atuação”, os impostos foram o tema com maior porcentagem negativa, com 67% de reprovação dos entrevistados. Ainda sobre impostos, 28% apoia a política tributária do governo Bolsonaro e 5% não soube responder ou não respondeu sobre a questão.

A segunda maior taxa de reprovação do governo foi para a taxa de juros, com 64% dos entrevistados respondendo que não aprova a política atual. Outros 30% se disseram satisfeitos com os juros no Brasil e 7% não soube responder ou não respondeu sobre a questão sobre a taxa.

Na pesquisa, 2 mil pessoas foram entrevistadas.

Pesquisa Ibope mostra pontos de insatisfação com o governo Bolsonaro
Reprodução Pesquisa Ibope-CNI

Pesquisa Ibope mostra pontos de insatisfação com o governo Bolsonaro




Ministério da Economia articula novo imposto

Nesta quinta (24), o  deputado federal Ricardo Barros (Progressistas) deu entrevista à Rádio Bandeirantes dizendo que o plano do governo é desonerar amplamente a folha de pagamentos dos CLTs, mas, em contrapartida, criar um novo imposto sobre transações digitais.

A novo imposto é visto como a volta da CPMF e é criticado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia.

Também nesta quinta (24), o ministro da Economia,  Paulo Guedes, foi interrompido durante coletiva de imprensa pelos deputados federais que o acompanhavam. Guedes começaria a falar aos jornalistas sobre a criação do novo imposto.

“Queremos desonerar? Queremos ajudar a criar emprego? Então vamos fazer um programa de substituição tributária . Da mesma forma, queremos criar renda? Sim, então vamos ter que fazer… Descobrimos 38 milhões de brasileiros, que eram os invisíveis, temos que ajudar essa turma a ser reincorporada no mercado de trabalho. Então temos que desonerar a folha, por isso que a gente precisa de tributos alternativos. […] E renda a mesma coisa, nós vimos a importância do auxílio emergencial, então nós temos que fazer uma aterrizagem suave do programa de auxílio emergencia, que é exatamente o que nós estamos estudando”, disse  Guedes antes de ser interrompido pelo general Luiz Eduardo Ramos, e por Ricardo Barros (PP-PR).

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Economia

“Vai se f**”: motoboy entrega pedido e é ofendido em prédio de luxo; veja

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Agressão verbal
Reprodução

Agressão verbal foi registrada em condomínio de luxo em Minas Gerais

O entregador do aplicativo  iFood, Maicon da Silva, foi vítima de agressões verbais e injúria, no início desta semana, por um morador de um condomínio de luxo na região metropolitana de Belo Horizonte, no município de Nova Lima.  “Eu marquei que era para entregar lá (na outra portaria). Procura outro emprego, filho. Vai se fu***. Eu vou comer comida fria por sua causa” disse o cliente, ao receber o pedido.

O xingamento foi gravado pelo próprio Maicon. No vídeo, ele espera pelo cliente na portaria do condomínio, que chega na sequência e ofende o motoboy. É possível ver que o morador alega ter pedido para entregar a comida em outra portaria. Após dizer isso, ele dispara ofensas contra Maicon. Veja o vídeo a seguir:


É possível notar, ainda, que o morador chega muito irritado para pegar a comida, afirmando que vai comer ela fria por causa do entregador.

Filmando tudo

O motoboy afirma que ele está gravando a cena, mas o morador não para com as ofensas. Pode gravar, vai se fu***, filho da p***, vai tomar no seu **”, diz o cliente irritado, que depois fechou o portão e voltou para dentro do condomínio.

Após as ofensas, Maicon afirmou ter ficado muito triste e até sem muita reação no momento, porque nunca imaginou passar por isso. “Ainda existem pessoas muito ruins no mundo (…) Isso foi muito ruim porque colocou minha imagem exposta em uma situação super ruim”.

Entenda o caso

O fato ocorreu na segunda-feira (21). Após buscar o pedido no restaurante, Maicon foi até o endereço normalmente e de dentro do prazo. Quando chegou lá, pediu ao porteiro do condomínio que ligasse para o morador, para o mesmo pudesse descer e pegar a comida. 

O morador, entretanto, pediu para que o entregador subisse em sua residência, pois ele não queria descer. O porteiro avisou Maicon, que respondeu que não poderia subir porque sua moto estava sozinha na rua e, além disso, o aplicativo orienta os profissionais a deixarem a encomenda apenas na porta dos locais, para evitar o contato. 

O motoboy, então, pediu novamente que o cliente viesse e busca-se a comida na porta, fato que o irritou muito. Maicon contou que o porteiro o alertou sobre o fato de o cliente estar bravo.

“O homem é bravo”

“O porteiro falou para mim que o cliente estava bem nervoso e disse: ‘O homem é bravo’ (…) Aí como o porteiro falou que o morador estava vindo nervoso, resolvi filmar para provar que eu entreguei o pedido, caso ele me denunciasse no aplicativo”, disse Maicon.

E completou: “Assim que ele chegou já começou a me xingar e me ofender e a falar que ia comer comida fria por minha causa”.

Maicon disse que ficou muito desconfortável com a situação e que nem sabia o que fazer direito. “Eu nem sabia o que fazer, se eu ia embora com vergonha ou não”.

Boletim de ocorrência

O entregador chegou a registrar um boletim de ocorrência contra o morador do condomínio por conta das ofensas. “Alguns amigos meus entregadores me orientaram a fazer um BO porque mostrei o vídeo para eles. Eles diserram que isso não era certo”.

Após o ocorrido, o entregador fez uma publicação em sua rede social em que falou sobre o assunto. Veja: 

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Boa noite,Como algumas pessoas não sabe, eu trabalho com aplicativo e a norma da plataforma que eu trabalho,e nos entregadores entregar o pedido para o cliente na portaria. Não somos obrigado a entrar em condomínios, edifícios ou subir em apartamentos. Mais graças a Deus tenho uma saúde perfeita e duas perna que Deus me deu, e quase sempre eu entro ou subo em apartamentos Por gentileza,pra ganhar uma boa avaliação e até msm pra adiantar meu lado, mas tem lugares igual esse do vídeo que não dar pra ir pq é um condomínio grande de várias torres e o porteiro não deixa a gente entrar com a moto, nesse caso eu evito a subir pelo fato de não deixar a moto sozinha na rua pra evitar roubo, e Tbm por prevenção do covid19 pelo fato do elevador ser um local de fácil contaminação e como minha mãe faz parte do grupo de risco e eu preciso trabalhar, ai nem sempre dar pra eu ficar entrando em elevador.Só que ontem esse rapaz ai me humilhou desse jeito e me deixo numa situação constrangedora, ainda mais que tinha várias pessoas perto e ele me xingar desse jeito, e até xingou minha mãe, que não tinha nada aver com a história. Pouco tempo atrás aconteceu algo parecido com um entregador em Sp, ontem aconteceu isso cmg, e amanhã ou depois pode acontecer com outros entregadores Tbm pq infelizmente existe pessoas assim?????. @entregadorifood @ifoodbrasil

A post shared by Maicon Silva (@maicon_silva_ofc) on Sep 22, 2020 at 6:19pm PDT


Ações na Justiça

O advogado da vítima, Pedro Zattar Eugênio, que trabalha no Sindicato dos Motoristas de Aplicativo de BH, afirmou que vai entrar com duas ações na Justiça contra o morador do condomínio. “Nós temos claramente um crime de injúria, porque ele (morador) ofendeu a honra do Maicon e uma violação ao direito da personalidade, porque ele foi desqualificado”.

“A gente vai entrar com uma ação cívil, que busca a reparação da imagem do Maicon por meio de uma indenização, e uma ação criminal pelo crime de injúria, porque ele foi desmoralizado”, complementou.

O advogado ainda completou que a ideia é que os processos possam servir de exemplo para que outros profissionais do setor não passem pela mesma situação novamente.

“Essa ação cívil visa a reparação e o pagamento de alguma indenização, tanto pelos danos que ele sofreu em sua imagem quanto pelo caráter pedagógico para que se sirva de exemplo”, afirmou Zattar.

A reportagem tentou contato com o morador do condomínio, que é corretor de imóveis, mas não obteve sucesso.

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