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Saúde

Covid: pessoas a partir dos 40 anos já podem tomar 4ª dose no Rio

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Começou hoje (21) na cidade do Rio de Janeiro a aplicação da segunda dose de reforço da vacina contra a covid-19 para as pessoas que tem a partir de 40 anos. É preciso esperar um intervalo de 4 meses desde o primeiro reforço para receber a quarta dose. O Ministério da Saúde liberou ontem a aplicação da quarta dose nesta faixa etária.

Para os trabalhadores da saúde, a quarta dose já está disponível para todos a partir dos 18 anos. O segundo reforço foi disponibilizado para as pessoas com 50 anos ou mais no dia 3 de junho. Até o momento, 43,3% do público alvo estimado na cidade recebeu a quarta dose, segundo os painéis da prefeitura. A terceira dose foi aplicada em 69,2% da população a partir dos 18 anos.

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) esclarece também que as pessoas que receberam a dose única da Janssen no esquema básico de vacinação precisam tomar duas doses de reforço, caso tenha de 18 a 39 anos. A partir dos 40 anos, a recomendação é para receber a terceira dose de reforço, ou seja, a quarta dose. O intervalo é de 2 meses entre a dose inicial e o primeiro reforço e de 4 meses para os reforços seguintes. Podem ser utilizadas para o reforço as vacinas da Pfizer, Astrazeneca ou Janssen.

Quanto ao esquema básico de imunização contra a covid-19, ainda faltam 21% das crianças de 5 a 11 anos serem levadas para iniciar a vacinação, um total de 115,5 mil. Ao todo, 53% da população do município nessa faixa etária tomou as duas doses da vacina.

Aumento de casos

Nas últimas semanas, a SMS vem registrando aumento no número de casos da doença, assim como a Secretaria de Estado de Saúde (SES). No dia 10 de junho, a média móvel de casos na capital chegou a 2.904 e, nesta semana, ainda está acima de mil novos registros por dia. Nos meses de março e abril, a média móvel chegou a ficar abaixo de 100 casos por dia.

A taxa de positividade dos testes diagnósticos feitos na cidade chegou a 26% esta semana e no momento há 154 pessoas internadas com covid-19 na capital.

No estado, a taxa de positividade chegou a 30%, mas a requisição de leitos para internação por covid-19 continua em baixa. A média diária está em 22 para UTI e 22 para enfermaria.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Homem é internado por overdose de vitamina D, e médicos alertam

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Homem é internado por overdose de vitamina D, e médicos alertam
Thinkstock/Getty Images

Homem é internado por overdose de vitamina D, e médicos alertam

Médicos do Reino Unido relataram um caso de overdose de vitamina D e alertaram para os riscos da ingestão excessiva da substância em publicação na revista científica BMJ Case Reports. O paciente precisou ser hospitalizado por vômitos recorrentes, náuseas, dores abdominais, diarreia e outros sintomas decorrentes do quadro chamado de hipervitaminose D. Segundo os responsáveis pelo caso, o problema de saúde está em alta e representa uma série de riscos à saúde.

O homem britânico começou a manifestar os sinais cerca de um mês após começar um regime de suplementação de diversas vitaminas. Os problemas, que envolveram ainda cãibras nas pernas, zumbido no ouvido, boca seca, aumento da sede e perda de peso, duraram por aproximadamente três meses antes de levar o paciente ao hospital. Entre os compostos, foi relatada uma ingestão diária de 150.000 UI (unidade internacional utilizada para vitaminas), embora o recomendado seja de no máximo 400 UI por dia.

Quando os sintomas tiveram início, ele deixou de tomar os suplementos, porém o quadro não melhorou. No hospital, os exames de sangue mostraram que ele tinha níveis além do normal de cálcio e que a taxa de vitamina D estava sete vezes acima do considerado suficiente para o corpo.

O paciente permaneceu internado por oito dias recebendo fluidos intravenosos para limpar o organismo e sendo tratado com bisfosfonatos, remédios normalmente utilizados para reduzir os níveis excessivos de cálcio no sangue. Os níveis da substância no sangue, que crescem com o aumento da vitamina D, apenas retornaram ao normal dois meses após a alta. Porém, a taxa da vitamina continuou além do ideal.

“Globalmente, há uma tendência crescente de hipervitaminose D, uma condição clínica caracterizada por níveis elevados de vitamina D no sangue”, escreveram os pesquisadores, que alertam: “Este relato de caso destaca ainda mais a toxicidade potencial de suplementos que são amplamente considerados seguros até serem tomados em quantidades ou em combinações inseguras”.

Eles explicam que, devido ao tempo longo que a substância leva para ser absorvida, de aproximadamente dois meses, os sintomas de quadros de intoxicação podem durar por muitas semanas.

Os sinais são muitos e variados, apontam os cientistas, geralmente ligados a esse consequente excesso de cálcio no sangue. Eles podem ser neurológicos, como sonolência; confusão; apatia; psicose; depressão, ou sentidos pelo corpo, como a dor abdominal; vômitos; constipação; úlceras; pressão alta; insuficiência renal, entre outros.

Embora esteja em alta, os autores do relato destacam que a hipervitaminose D continua sendo um quadro relativamente raro. No entanto, como as dietas com suplementos vitamínicos estão mais populares, eles defendem ser importante alertar para os riscos uma vez que muitas pessoas não acreditam ser possível sofrer um evento de overdose da substância.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Síndrome do pescoço de texto: entenda o problema causado pelo uso do celular

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Síndrome do pescoço de texto: entenda o problema causado pelo uso do celular
Redação EdiCase

Síndrome do pescoço de texto: entenda o problema causado pelo uso do celular

Especialista esclarece como a dor causada pelo uso do smartphone pode afetar a saúde do corpo

Por Julia Vitorazzo

A chegada dos smartphones revolucionou a vida dos seres humanos e como lidamos com a tecnologia. É inegável que com tantas utilidades e possibilidades eles tenham se tornado nosso fiel companheiro, estando conosco o tempo todo, inclusive nas atividades em que eles não precisam estar. Por isso, está cada vez mais comum as pessoas serem diagnosticadas com a síndrome do pescoço de texto.

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O que é a síndrome do pescoço de texto?

A síndrome do pescoço de texto, ou text neck (em inglês), de acordo com Bernardo Sampaio, fisioterapeuta e diretor clínico do ITC Vertebral, é caracterizada pela sobrecarga da musculatura do pescoço, exatamente, o que as pessoas costumam fazer ao longo do dia, passando horas com a cabeça inclinada para baixo olhando para a tela do smartphone.

Sintomas mais comuns

Conforme explica o fisioterapeuta Bernardo Sampaio, dentre os principais sintomas dessa síndrome estão as “dores na região do pescoço e que podem começar a descer para os ombros”, além de dores de cabeça, sensação de peso nos ombros e coluna desalinhada.

Prevenção e tratamento

O especialista alerta que é importante se precaver e tratar essa síndrome ainda no começo, para que não haja mais prejuízos à saúde do corpo no futuro. “Para isso, podemos começar diminuindo o tempo que gastamos no celular e tablet e quando formos utilizá-los é interessante sempre movimentar a cabeça, soltar o pescoço e permanecer em posição confortável”, diz Bernardo Sampaio.

Existem alguns exercícios que podem ser feitos a fim de evitar ou diminuir a dor causada pelo text neck, “como movimentar a cabeça, fazendo meia lua e depois girando-a em uma volta completa ou alongar a região do trapézio, inclinando a cabeça, e com o auxílio da mão, puxando levemente para baixo”, ensina o fisioterapeuta.

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O que dizem as pesquisas?

Vários estudos estão sendo realizados para saber o quão grave essa síndrome pode ser e de quais maneiras ela pode afetar a qualidade de vida. Alguns deles, apontam que a longo prazo o text neck pode chegar a causar lesões na coluna cervical. No entanto, pesquisas ainda estão sendo realizadas para confirmar essa informação. 

Além disso, o uso de smartphones ainda é recente e por esse motivo é necessário continuar avaliando o assunto ao longo dos anos para que possamos ter certeza sobre como isso pode afetar as pessoas futuramente.

Acompanhe mais conteúdos na revista ‘Cuidando da saúde’

Fonte: IG SAÚDE

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