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Saúde

Covid-19: Taxa de transmissão no Brasil sobe para 1,07, diz Imperial College

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Covid-19: Taxa de transmissão no Brasil sobe para 1,07, diz Imperial College
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Covid-19: Taxa de transmissão no Brasil sobe para 1,07, diz Imperial College

A taxa de transmissão (Rt) da Covid-19 no Brasil subiu para 1,07, segundo levantamento do Imperial College de Londres, atualizado nesta terça-feira. O índice atual significa que cada 100 pessoas contaminadas transmitem a doença para outras 107.

O Rt brasileiro estava em 0,99 no relatório divulgado na semana passada. Quando a taxa de contágio está acima de 1, indica que a Covid-19 avança sem controle no país.

Dentro da margem de erro calculada pela universidade britânica, o índice atual pode variar de 1,02 a 1,28.

O Imperial College também projeta que o Brasil deve registrar 14.300 óbitos pela Covid-19 nesta semana, um aumento em relação à anterior, quando foram contabilizadas 13.393 mortes pela doença.

A taxa de transmissão é uma das principais referências para acompanhar a evolução epidêmica do Sars-CoV-2 no país. No entanto, especialistas costumam ponderar que é preciso acompanhá-la por um período prolongado de tempo para avaliar cenários e tendências, levando em conta o atraso nas notificações e o período de incubação do coronavírus, que chega a 14 dias.

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Por ser uma média nacional, o índice também não indica que a doença esteja avançando ou retrocedendo da mesma forma nas diversas cidades, estados e regiões do Brasil. Além disso, a universidade britânica pondera que a precisão das projeções varia de acordo com a qualidade da vigilância e dos relatórios de cada país.

Taxas de transmissão da Covid-19

Segundo o levantamento do Imperial College, o mundo registrou, até segunda-feira, dia 14, mais de 175 milhões de casos de Covid-19, e mais de 3,7 milhões de óbitos.

As maiores taxas de transmissão da Covid-19 da semana estimadas pela universidade britânica foram na República Dominicana (Rt 1,46), Afeganistão (Rt 1,45) e Camboja (Rt 1,31).

Na América do Sul, os maiores índices estimados foram no Paraguai (Rt 1,17) e na Argentina (Rt 1,09), seguidos pelo Brasil.

Já as menores taxas de transmissão foram identificadas na Suécia (Rt 0,37), Hungria (Rt 0,39) e Suíça (Rt 0,45).

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Preocupação com variante faz Salvador cancelar festa de réveillon

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O prefeito de Salvador, Bruno Reis, anunciou nesta segunda-feira (29) o cancelamento da festa de Réveillon na capital baiana. Ele informou ter feito uma avaliação criteriosa a partir do surgimento da nova variante Ômicron e do aumento de casos de covid-19 em países da Europa. “Sei da importância do evento para a economia da nossa cidade, mas seguimos colocando a vida das pessoas em primeiro lugar”, disse em uma rede social.

Com relação aos festejos de Carnaval, considerados dos mais tradicionais do país, o prefeito declarou que irá tomar a decisão em conjunto com o governo estadual, “considerando toda segurança e cautela necessária para o momento”, disse.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Número mutações podem fazer variante Ômicron ter vantagem sobre vacinas, diz OMS

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Nova variação da Covid-19 foi descoberta na África
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Nova variação da Covid-19 foi descoberta na África

A variante do coronavírus Ômicron deve se espalhar internacionalmente, apresentando um risco global “muito alto” de surtos de infecção por Covid-19 que podem ter “consequências graves” em algumas áreas, disse a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta segunda-feira.

A agência da ONU instou seus 194 estados membros a acelerar a vacinação de grupos de alta prioridade e, em antecipação ao aumento do número de casos, a “garantir que os planos de mitigação estejam em vigor” para manter os serviços de saúde essenciais.

“Ômicron tem um número sem precedentes de mutações de pico, algumas das quais são preocupantes por seu impacto potencial na trajetória da pandemia”, disse a OMS. “O risco global geral relacionado à nova variante … é avaliado como muito alto”.

Até o momento, nenhuma morte relacionada à Ômicron foi relatada, embora mais pesquisas sejam necessárias para avaliar o potencial da nova variante de escapar da proteção contra a imunidade induzida por vacinas e infecções anteriores, disse o relatório.

“O aumento dos casos, independentemente de uma mudança na gravidade (da doença), pode representar uma demanda esmagadora nos sistemas de saúde e pode levar ao aumento da morbidade e mortalidade. O impacto sobre as populações vulneráveis seria substancial, particularmente em países com baixa cobertura de vacinação”, disse a entidade no documento.

A OMS afirma no documento que a presença de múltiplas mutações na proteína Spike sugere que a “Ômicron pode ter uma alta probabilidade de escape imunológico da proteção mediada por anticorpos”, mas que esse potencial de escape é difícil de prever.

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“No geral, existem incertezas consideráveis na magnitude do potencial de escape imunológico da Omicron.”

Mais dados são esperados nas próximas semanas.

“São esperados casos e infecções por Covid-19 em pessoas vacinadas, embora em uma proporção pequena e previsível”, acrescentou.

A variante foi relatada pela primeira vez à OMS em 24 de novembro na África do Sul, onde as infecções aumentaram vertiginosamente. Desde então, ele se espalhou pelo mundo, com novos casos encontrados na Holanda, Dinamarca e Austrália, mesmo com mais países impondo restrições de viagens para tentar se isolar.

A OMS, em sua orientação mais recente, reiterou que os países devem usar uma “abordagem baseada no risco para ajustar as medidas de viagens internacionais em tempo hábil”. Mais conselhos viriam, disse.

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Fonte: IG SAÚDE

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