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Covid-19: SP define novas regras de flexibilização para agosto; veja

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Covid-19: SP define novas regras de flexibilização para agosto; veja
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Covid-19: SP define novas regras de flexibilização para agosto; veja

O vice-governador Rodrigo Garcia (PSDB) anunciou que definirá pela manhã desta quarta-feira as regras de flexibilização que devem vigorar a partir de agosto. Todo o cronograma vacinal do estado também será discutido em reunião no Palácio dos Bandeirantes com o governador João Doria (PSDB), a coordenadora do programa estadual de imunização, Rejane de Paula, o secretario de saúde Jean Gorinchteyn e outros integrantes do centro de contingência. O calendário atual prevê vacinar todo o publico adulto, acima de 18 anos, até o dia 20 de agosto.

“Estamos na melhor semana de combate ao covid aqui de São Paulo. Há queda de internações, queda de óbitos, e tudo isso nos dá uma esperança muito positiva de semanas melhores pela frente. Estamos fechando esses números e até o final da manhã definiremos as regras a partir de agosto e também todo o cronograma vacinal”, afirmou Garcia, após a  entrega de mais 1,5 milhão de doses da Coronavac ao Programa Nacional de Imunização (PNI), do Ministério da Saúde. Já foram entregues 61 milhões de doses pelo Instituto Butantan.

Ao lado do vice-governador, a coordenadora do programa estadual de imunização, Rejane de Paula, comentou as doses ainda não entregues ao estado pelo Ministério da Saúde. Segundo ela, a pasta recebeu 7 milhões de doses da Pfizer entre 20 e 26 de julho. Destas, São Paulo deveria receber cerca de 1,6 milhões de doses, mas chegaram apenas 475 mil na segunda-feira.

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“O que a gente solicita ao Ministério da Saúde: celeridade na sua logística. 645 mil municípios aguardam por doses de vacinas”, disse ela, acrecentando que o estado aguarda nesta quarta o recebimento de vacinas AstraZeneca.

Também presente na coletiva, o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, anunciou que o processo para ampliação do uso da Coronavac para as faixas etárias de 3 a 17 já está em andamento. Segundo ele, o Instituto está elaborando as modificações de bula e já enviou a documentação inicial.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19: fumo aumenta chances de hospitalização em até 80%, mostra estudo

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BBC News Brasil

Covid-19: fumo aumenta chances de hospitalização em até 80%, mostra estudo britânico
Mariana Alvim – @marianaalvim – Da BBC News Brasil em São Paulo

Covid-19: fumo aumenta chances de hospitalização em até 80%, mostra estudo britânico

Depois de mais de um ano e meio da pandemia de coronavírus, a incógnita sobre a relação entre cigarro e covid-19 tem sido tamanha que os resultados de diferentes estudos científicos apontaram desde um maior risco para fumantes à possibilidade de um efeito protetivo do tabaco.

Nesta segunda-feira (27/09), pesquisadores das universidades de Oxford e Bristol, no Reino Unido, dizem ter desenvolvido um método inédito para responder a essa pergunta. Em resumo, a resposta que eles dão é: fumar aumenta sim a chance de gravidade e morte por covid-19.

Em uma primeira parte do estudo, os cientistas partiram de um gigantesco banco de dados de saúde do Reino Unido, o UK Biobank, que contém informações sobre meio milhão de pessoas. Eles cruzaram estes dados com informações sobre testes positivos, hospitalizações e mortes por covid-19 em 2020; e também classificaram as pessoas entre as que nunca fumaram; as ex-fumantes; e as fumantes.

Com isso, os autores descobriram que os fumantes tinham 80% mais chances de serem hospitalizados com covid-19 do que as pessoas que nunca fumaram. A probabilidade de morrer pela nova doença chegou a ser de 2 a 6 vezes maior, dependendo da quantidade de cigarros fumados por dia.

Os resultados foram publicados na revista científica Thorax, do grupo de periódicos médicos BMJ, após o trabalho passar pelo processo de revisão dos pares (peer review).

Do meio milhão de pessoas cujos dados estão no UK Biobank, os autores do estudo chegaram a 1.649 pessoas que testaram positivo para o coronavírus em 2020.

Entretanto, não foi constatado no estudo uma relação entre infecção e fumo — ou seja, os resultados mostram que o cigarro aumenta as chances de gravidade de morte, mas não conseguiu constatar maior probabilidade de pegar a doença.

Esta parte do trabalho usa um método observacional, como boa parte de outros estudos científicos que buscaram responder à questão. Pesquisas assim muitas vezes trabalham em cima de dados do passado e que são permeáveis a interferências da “vida real”, como o estilo de vida e particularidades locais do grupo estudado. Elas são capazes de estabelecer uma correlação, mas não uma causalidade, entre fatores (no caso, fumo e covid-19).

A segunda parte do estudo da Thorax diz ter sido capaz de mostrar uma relação de causa e efeito entre o tabagismo e a doença, através de um método chamado de randomização mendeliana, que busca identificar características genéticas que sejam preditivas de um fator de risco específico.

Já existe uma literatura que permite mapear variantes genéticas associadas à iniciação ao tabagismo e ao tabagismo pesado. Isso foi feito com dados genéticos do UK Biobank.

“Nossa configuração genética influencia nossa predisposição a vários comportamentos relativos ao fumo — isso ao lado de fatores sociais”, explicou o médico e pesquisador Ashley Clift, da Universidade de Oxford, à BBC News Brasil por e-mail.

A predisposição genética à entrada no tabagismo foi associada a uma chance 45% maior de infecção; 60% de internação; e 35% de morte pro covid-19.

Já a predisposição ao fumo pesado elevou as chances de infecção em 2,5 vezes; de hospitalização em 5 vezes; e de morte, em 10 vezes.

“Uma das vantagens cruciais do nosso trabalho é a consideração tanto de análises observacionais quanto genéticas para chegar a conclusões. Isso permite lidar com possíveis limitações de uma única abordagem e focar no conjunto de evidências — que sugere de forma consistente o efeito prejudicial do tabagismo nos quadros de covid-19”, apontou Clift.


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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19: Brasil registra 210 óbitos e 14,4 mil infecções em 24h

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O Brasil registrou 14.423 casos de covid-19 e 210 mortes causadas pela doença em 24 horas, segundo o boletim da situação epidemiológica divulgado nesta segunda-feira (27) pelo Ministério da Saúde.

Com os novos diagnósticos de covid-19 confirmados, o total de pessoas contaminadas desde o início da pandemia chegou a 21.366.395. 

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia no Brasil. Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia no Brasil.

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia no Brasil. – Ministério da Saúde

Ainda há 410.551 casos em acompanhamento. O nome é dado a casos ativos de pessoas que tiveram o diagnóstico confirmado e estão sendo atendidas por equipes de saúde ou se recuperando em casa.

Há 3.090 falecimentos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em investigação. Isso porque em muitos casos a análise sobre a causa continua mesmo após o óbito.

Com as novas mortes, a soma de pessoas que perderam a vida para a doença alcançou 594.653 pessoas. 

Segundo o boletim, 20.361.191 pessoas se recuperaram da doença.

Os dados em geral são menores aos sábados, domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais de Saúde. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim de semana.

Estados

No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (149.127), Rio de Janeiro (65.661), Minas Gerais (54.373), Paraná (38.929) e Rio Grande do Sul (34.752). Os que menos registraram mortes foram Acre (1.836), Amapá (1.977), Roraima (1.993), Tocantins (3.777) e Sergipe (6.008).  

Vacinação

Dados mais recentes do Ministério da Saúde mostram que 232,2 milhões de doses da vacina contra a covid-19 foram aplicadas em todo o Brasil, sendo 144,9 milhões como primeira dose e 87,3 milhões como segunda dose (ou dose única). 

Em 24 horas, foram aplicadas 537.043 milhões de doses. Segundo a pasta, foram distribuídas 284,6 milhões de doses da vacina contra a covid-19 para todo o país.

Edição: Claudia Felczak

Fonte: EBC Saúde

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