conecte-se conosco


Saúde

Covid-19: servidores da saúde com 30 anos recebem 2º reforço no Rio

Publicado

A cidade do Rio de Janeiro começa a aplicar hoje (14) a segunda dose de reforço contra a covid-19 para trabalhadores da saúde com 30 anos ou mais. A partir do dia 21, o segundo reforço contra a covid-19 será estendido aos profissionais de saúde com 18 anos ou mais.

O intervalo entre a primeira e a segunda doses de reforço deve ser de, pelo menos, quatro meses. Também estão mantidas a segunda dose de reforço para a população em geral com 50 anos ou mais e a primeira dose de reforço para quem tem 12 anos ou mais.

Postos de vacinação

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) do Rio informou que sexta-feira (17) e sábado (18) os postos de vacinação funcionarão só até as 12h.

Acrescentou que 88,2% da população da cidade foram imunizados com as duas primeiras doses da vacina ou com a dose única (da vacina Janssen). O percentual da população com pelo menos uma dose de reforço é de 53,4%.

A parcela de imunizados com as duas doses de reforço chega a 39,9% da população com 50 anos ou mais.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

Sobe para 142 o número de casos de varíola dos macacos 

Publicado

Os órgãos sanitários brasileiros confirmaram 36 novos casos de varíola dos macacos (Monkeypox) nas últimas horas. No total, já foram registrados 142 casos da doença viral causada pelo vírus hMPXV (sigla para Human Monkeypox Vírus).

Segundo o Ministério da Saúde, a maioria (98) dos casos foi confirmada no estado de São Paulo. Em seguida vem o Rio de Janeiro, com 28 ocorrências da doença, Minas Gerais (8), Ceará (2), Paraná (2), Rio Grande do Sul (2), Distrito Federal (1) e Rio Grande do Norte (1).

Em nota divulgada à imprensa na manhã de hoje (7), a pasta reafirma que está em contato direto com as secretarias de saúde estaduais, monitorando os casos e rastreando as pessoas com quem os pacientes tiveram contato.

Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), tradicionalmente, a varíola dos macacos é transmitida principalmente por contato direto ou indireto com sangue, fluidos corporais, lesões na pele ou mucosas de animais infectados. A transmissão secundária ou de pessoa a pessoa pode acontecer por contato próximo com secreções infectadas das vias respiratórias ou lesões na pele de uma pessoa infectada, ou com objetos contaminados recentemente com fluidos do paciente ou materiais da lesão. A transmissão ocorre principalmente por gotículas respiratórias. Não há evidência de que o vírus seja transmitido por via sexual.

Tratamento

Não há tratamento específico, mas os quadros clínicos costumam ser leves, sendo necessários o cuidado e a observação das lesões, de acordo com a Opas. O maior risco de agravamento ocorre, em geral, para pessoas imunossuprimidas com HIV/AIDS, leucemia, linfoma, metástase, transplantados, pessoas com doenças autoimunes, gestantes, lactantes e crianças com menos de 8 anos.

Os primeiros sintomas podem ser febre, dor de cabeça, dores musculares e nas costas, linfonodos inchados, calafrios ou cansaço. De um a três dias após o início dos sintomas, as pessoas desenvolvem lesões de pele, geralmente na boca, pés, peito, rosto e ou regiões genitais.

Para a prevenção, deve-se evitar o contato próximo com a pessoa doente até que todas as feridas tenham cicatrizado, assim como com qualquer material que tenha sido usado pelo infectado. Também é importante a higienização das mãos, lavando-as com água e sabão ou utilizando álcool gel.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

Continue lendo

Saúde

Homem é internado por overdose de vitamina D, e médicos alertam

Publicado

Homem é internado por overdose de vitamina D, e médicos alertam
Thinkstock/Getty Images

Homem é internado por overdose de vitamina D, e médicos alertam

Médicos do Reino Unido relataram um caso de overdose de vitamina D e alertaram para os riscos da ingestão excessiva da substância em publicação na revista científica BMJ Case Reports. O paciente precisou ser hospitalizado por vômitos recorrentes, náuseas, dores abdominais, diarreia e outros sintomas decorrentes do quadro chamado de hipervitaminose D. Segundo os responsáveis pelo caso, o problema de saúde está em alta e representa uma série de riscos à saúde.

O homem britânico começou a manifestar os sinais cerca de um mês após começar um regime de suplementação de diversas vitaminas. Os problemas, que envolveram ainda cãibras nas pernas, zumbido no ouvido, boca seca, aumento da sede e perda de peso, duraram por aproximadamente três meses antes de levar o paciente ao hospital. Entre os compostos, foi relatada uma ingestão diária de 150.000 UI (unidade internacional utilizada para vitaminas), embora o recomendado seja de no máximo 400 UI por dia.

Quando os sintomas tiveram início, ele deixou de tomar os suplementos, porém o quadro não melhorou. No hospital, os exames de sangue mostraram que ele tinha níveis além do normal de cálcio e que a taxa de vitamina D estava sete vezes acima do considerado suficiente para o corpo.

O paciente permaneceu internado por oito dias recebendo fluidos intravenosos para limpar o organismo e sendo tratado com bisfosfonatos, remédios normalmente utilizados para reduzir os níveis excessivos de cálcio no sangue. Os níveis da substância no sangue, que crescem com o aumento da vitamina D, apenas retornaram ao normal dois meses após a alta. Porém, a taxa da vitamina continuou além do ideal.

“Globalmente, há uma tendência crescente de hipervitaminose D, uma condição clínica caracterizada por níveis elevados de vitamina D no sangue”, escreveram os pesquisadores, que alertam: “Este relato de caso destaca ainda mais a toxicidade potencial de suplementos que são amplamente considerados seguros até serem tomados em quantidades ou em combinações inseguras”.

Eles explicam que, devido ao tempo longo que a substância leva para ser absorvida, de aproximadamente dois meses, os sintomas de quadros de intoxicação podem durar por muitas semanas.

Os sinais são muitos e variados, apontam os cientistas, geralmente ligados a esse consequente excesso de cálcio no sangue. Eles podem ser neurológicos, como sonolência; confusão; apatia; psicose; depressão, ou sentidos pelo corpo, como a dor abdominal; vômitos; constipação; úlceras; pressão alta; insuficiência renal, entre outros.

Embora esteja em alta, os autores do relato destacam que a hipervitaminose D continua sendo um quadro relativamente raro. No entanto, como as dietas com suplementos vitamínicos estão mais populares, eles defendem ser importante alertar para os riscos uma vez que muitas pessoas não acreditam ser possível sofrer um evento de overdose da substância.

Entre no  canal do Último Segundo no Telegram e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo. Siga também o  perfil geral do Portal iG.

Fonte: IG SAÚDE

Continue lendo

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana