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Covid-19: Prestes a reabrir, cidade do Rio registra aumento de 30% de mortes

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o prefeito do rio de janeiro marcello crivella
Reprodução/Twitter

Crivella, prefeito do Rio, afirmou hoje, 1º, que cidade do Rio iniciará reabertura


Após o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos), afirmar que cidade retomará atividades a partir de amanhã, 02, mortes causadas pela Covid-19 continuam a subir. A última semana registrou 1.351 no estado. deste número, segundo a Friocruz, 193 mortes diárias eram da capital.

Leia também: “Não existe uma data de reabertura”, diz prefeitura do Rio

A semana anterior, que fechou no dia 24 de maio, teve 1.278 mortes, sendo 182 por dia na cidade do Rio. Os casos não pararam de aparecer, mas a aceleração teve uma redução: se antes o contraste do número de mortes era de 60% por semana, este número agora é 30%.

Em questão de número de infectados pela doença causada pelo novo coronavírus , a taxa nos últimos 15 dias se manteve em 15 mil novos casos por semana.

Leia também: Crivella diz que Rio ”dominou pandemia” e já calcula volta à normalidade

O total de mortes causadas pela Covid-19 na última semana foi de 823; enquanto na semana anterior a essa esse número era de 864. Apesar da redução, as mortes ainda acontecem. Dados oficiais da prefeitura estimam 53 óbitos por 100 mil habitantes.

Mesmo diante deste cenário, a capital pretende aderir ao plano de reabertura do governo estadual, que deve reabrir shoppings, restaurantes e comércios de rua a partir do dia 8 . No entanto, algumas regras ainda serão definidas.

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Médica Nise Yamaguchi é afastada do Einstein após fala sobre holocausto

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Nise Yamaguchi foi afastada do Hospital Israelita Albert Einstein
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Nise Yamaguchi foi afastada do Hospital Israelita Albert Einstein

O Hospital Israelita Albert Einstein suspendeu a médica Nise Yamaguchi após uma fala polêmica da doutora, que afirmou que os judeus foram “massa de rebanho” durante o holocausto e que caminhavam “alegremente” para os campos de concentração nazistas.

Em entrevista ao SBT, a médica afirmou que foi afastado do hospital por defender o uso precoce da hidroxicloroquina em pacientes diagnosticados com o novo coronavírus.

“Eles acreditam que a minha fala em prol da hidroxicloroquina não tem fundo científico denigre o hospital, porque todo mundo relaciona a minha presença à imagem do hospital. E eu sempre tenho colocado que eu não falo pelo hospital. Eu faço a defesa da hidroxicloroquina porque eu tenho certeza que ela cura nas fases iniciais”, disse a médica.

Em nota, o hospital negou a versão de Nise Yamaguchi, e afirmou que o afastamento aconteceu por conta da fala da profissional sobre o período do holocausto.

“Trata-se, contudo, de hospital israelita e a Dra. Nise Yamagushi, em entrevista recente, estabeleceu analogia infeliz e infundada entre o pânico provocado pela pandemia e a postura de vítimas do holocausto ao declarar que ‘você acha que alguns poucos militares nazistas conseguiriam controlar aquela MASSA DE REBANHO de judeus famintos se não os submetessem diariamente a humilhações, humilhações, humilhações…'”, diz trecho da nota.

Confira a nota na íntegra

Com relação a declarações prestadas pela Dra. Nise Yamagushi, o Hospital Israelita Albert Einstein tem a esclarecer o seguinte:

1. O hospital respeita a autonomia inerente ao exercício profissional de todos os médicos, jamais permitindo restrições ou imposições que possam impedir a sua liberdade ou possam prejudicar a eficiência e a correção de seu trabalho.

2. A Dra. Nise Yamagushi faz parte do corpo clínico do Hospital, sendo admissível que perfilhe entendimento próprio com relação ao atendimento de seus pacientes ou à sua postura em face da pandemia ora combatida, desde que observe as regras relacionadas ao uso da sua condição de integrante do Corpo Clínico em sua comunicação.

3. Trata-se, contudo, de hospital israelita e a Dra. Nise Yamagushi, em entrevista recente, estabeleceu analogia infeliz e infundada entre o pânico provocado pela pandemia e a postura de vítimas do holocausto ao declarar que “você acha que alguns poucos militares nazistas conseguiriam controlar aquela MASSA DE REBANHO de judeus famintos se não os submetessem diariamente a humilhações, humilhações, humilhações…”.

4. Como se trata de manifestação insólita, o hospital houve por bem averiguar se houve mero despropósito destituído de intuito ofensivo ou manifestação de desapreço motivada por algum conflito. Durante essa averiguação, que deve ser breve, o hospital não esperava que o fato viesse a público.

A expectativa do hospital é a de que o incidente tenha a melhor e mais célere resolução, de modo a arredar dúvidas e remover desconfortos.

HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN


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Praias de Santos lotam após flexibilização das restrições

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As praias de Santos, no litoral de São Paulo, amanheceram lotadas de banhistas aproveitando o dia ensolarado neste sábado (11). A Baixada Santista e o Vale do Ribeira entraram na fase amarela do Plano São Paulo de retomada das atividades econômicas.

santos
A Tribuna/Vanessa Rodrigues

Sábado de sol reúne centenas de pedestres na orla de Santos


Nessa fase, as cidades poderão seguir rígidos protocolos sanitários para reabrir bares, restaurantes e salões de beleza com 40% da capacidade. Já academias, podem funcionar com 30% da capacidade.

Em Santos, o acesso às praias estava totalmente restrito desde o dia 19 de março e pedestres no calçadão da orla, proibidos desde 4 de abril. No entanto, a prefeitura liberou parcialmente, no dia 22 de junho, o acesso à faixa de areia para a prática de atividades esportivas individuais e na última sexta-feira, 10 de junho, o acesso foi completamente liberado.

De acordo com o boletim epidemiológico emitido pela Prefeitura de Santos , o município registra 11.439 casos confirmados do novo coronavírus, 781 pacientes com a suspeita da doença e 396 mortes. Atualmente, há 165 pacientes internados e 6.219 se recuperaram da doença. As informações são do G1 Santos.

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