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Saúde

Covid-19: Pela 1ª vez desde março, SP possui menos de 10 mil internados na UTI

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 Covid-19: SP registra menos de 10 mil internados na UTI pela 1ª vez desde março
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Covid-19: SP registra menos de 10 mil internados na UTI pela 1ª vez desde março

O estado de São Paulo registrou neste domingo, pela primeira vez desde março, um número de internados em UTIs com Covid-19 abaixo de 10 mil . Atualmente, segundo a Secretaria de Estado da Saúde, são 9.944 pessoas em unidades de terapia intensiva, além de outras 11.354 em leitos de enfermaria, com casos menos graves da doença.

O patamar de 10 mil ou mais internações simultâneas em UTIs foi atingido em 14 de março e, desde então, embora a tendência tenha sido de queda nas últimas semanas, ainda se mantinha no sistema de saúde paulista.

Em comparação, em 14 de março, na primeira vez que o estado de São Paulo registrou mais de 10 mil pessoas internadas em UTI com coronavírus desde o começo da pandemia, a crise sanitária estava em ampla expansão. De acordo com comunicado da secretaria de saúde à época, naquele dia havia 10.244 internados em UTIs e 13.382 em enfermaria. As taxas de ocupação dos leitos de UTI eram de 90% na Grande São Paulo e de 88,4% no estado como um todo.

Neste domingo, as taxas estão em 78,6% no estado e em 76,7% na Grande São Paulo, com uma margem maior devida à abertura de diversas vagas em hospitais de campanha e em unidades tradicionais.

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Desde então o estado passou pela fase mais crítica da pandemia. Em 14 de março, eram 2,202 milhões de casos e 64.123 mortes. Hoje, em contraste, são 3,003 milhões de casos e 100.799 óbitos (a marca de 100 mil casos foi superada neste sábado).


Ou seja, em oito semanas o total de casos subiu em mais de 800 mil, ou 36%. Já o número de mortos pela doença registrou um incremento de 36.676, ou alta de 57,2% nessas oito semanas.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Câmara aprova projeto que amplia categorias prioritárias na vacinação

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Câmara aprova projeto que amplia categorias prioritárias na vacinação
Reprodução: ACidade ON

Câmara aprova projeto que amplia categorias prioritárias na vacinação


A Câmara concluiu nesta quinta-feira a votação do projeto que estabelece prioridade para mais grupos dentro do Plano Nacional de Imunização (PNI) contra a Covid-19. A proposta segue agora para análise do Senado.

O substitutivo tinha sido aprovado no dia 31 de março e estava pendente a votação dos destaques apresentados, que foram todos aprovados.

O texto-base incluía os trabalhadores de transporte coletivo rodoviário e metroviário de passageiros; as pessoas com doenças crônicas e que tiveram embolia pulmonar; e os agentes de segurança pública e privada, desde que estejam comprovadamente em atividade externa.

Nesta quinta, foram aprovadas a inclusão de bancários, empregadas domésticas, motoristas de aplicativos e de transporte coletivo urbano.

Se a proposta for aprovada no Senado e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, as novas categorias entram na lista de prioridades de vacinação, válida para todo o país e de cumprimento obrigatório.

Confira a lista das novas categorias contempladas como prioritárias:

– profissionaisdo Sistema Único de Assistência Social (Suas), das entidades e organizações de assistência social, e dos conselhos tutelares que prestam atendimento ao público;

-trabalhadores da educação do ensino básico em exercício nos ambientes escolares;

– coveiros, atendentes e agentes funerários;

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-profissionais que trabalham em farmácias;

-oficiais de justiça;

-profissionaisde limpeza pública;

-empregados domésticos;

-taxistas, mototaxistas, motoristas de aplicativos;

-trabalhadoresdo transporte coletivo urbano;

-bancários;

-entregadoresde aplicativos.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Transmissão de doenças respiratórias está elevada em quase todo o país

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A taxa de transmissão comunitária de vírus respiratórios no país está “extremamente” alta em 83 das 118 macrorregiões de saúde em que o país é dividido. Em outras 19, está muito alta, em 13 está alta. É o que apontam novos dados compilados pelo sistema InfoGripe, que reporta os casos de internação por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) no país.

Desde o ano passado, o indicador do InfoGripe acompanha os casos de covid-19, já que, entre os pacientes testados e com resultado positivo para vírus respiratórios, 96,1% constataram SARS-CoV-2 em 2021. No ano passado, foram 98% dos casos positivos para o novo coronavírus. O boletim divulgado hoje (17) se refere a dados inseridos no sistema até o dia 14 de junho e referentes à semana epidemiológica 23, de 6 a 12 de junho.

Os dados da transmissibilidade mostram que apenas no interior do Nordeste, nos estados do Amazonas e de Roraima, em parte do Pará e do Mato Grosso a situação não está em vermelho. Isso significa que a maior parte do país registrou 10 casos ou mais de SRAG por 100 mil habitantes na última semana.

Em sua conta no Twitter, o coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, destacou que os dados servem de alerta para “reforçar que não basta estar em queda no número de casos de covid-19, é preciso manter por tempo suficiente para chegar num patamar aceitável”.

Probabilidade de queda

Na estimativa, o boletim aponta para uma tendência geral de queda no longo prazo. No mapa, aparecem com probabilidade de crescimento das internações por SRAG os estados do Acre, Amazonas, Goiás e o Distrito Federal. A estabilidade deve ocorrer no Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Alagoas, Espírito Santo, Rondônia, Mato Grosso e Santa Catarina. Os demais estados estão com probabilidade de queda.

Os óbitos relacionados à SRAG estão com dados semanais na zona de risco e com ocorrência de casos “muito alta”. Entre os pacientes que morreram e tiveram um resultado positivo para teste laboratorial, 99% acusaram SARS-CoV-2.

O boletim traz, ainda, um alerta para outras doenças respiratórias, já que foi verificado um aumento de SRAG decorrente de infecção pelo vírus sincicial respiratório (VSR) e do rinovírus. Nas conclusões, os especialistas destacam que os valores semanais de internação ainda estão muito altos, assim como a transmissibilidade.

Edição: Claudia Felczak

Fonte: EBC Saúde

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