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Saúde

Covid-19: mortes somam mais de 247 mil e casos, quase 10,2 milhões

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O número de pessoas que não resistiram à covid-19 no Brasil subiu para 247.143. Em 24 horas, foram registradas 639 mortes. Há ainda 2.833 óbitos em investigação no país.

Já o total de pessoas infectadas pelo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 10.195.160. Em 24 horas, foram confirmados pelas autoridades sanitárias 26.986 novos casos.

Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta segunda-feira (22). O balanço é produzido a partir de informações fornecidas pelas secretarias estaduais de saúde.

Há, ao todo, 808.802 pessoas com casos ativos da doença em acompanhamento por profissionais de saúde e 9.139.215 pacientes já se recuperaram.

Estados

Na lista de estados com mais mortes estão São Paulo (57.842), Rio de Janeiro (32.256), Minas Gerais (17.733) e Rio Grande do Sul (11.820). As unidades da Federação com menos óbitos são Acre (968), Roraima (1.037), Amapá (1.125), Tocantins (1.485) e Rondônia (2.940).

Em número de casos, São Paulo também lidera (1.978.477), seguido por Minas Gerais (842.377), Bahia (655.481), Santa Catarina (641.840) e Paraná (617.165).

boletim epidemiológico Ministério da Saúde 22.02.2021boletim epidemiológico Ministério da Saúde 22.02.2021

boletim epidemiológico Ministério da Saúde 22.02.2021 – Ministério da Saúde

Edição: Paula Laboissière

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Rio de Janeiro vai distribuir Janssen para todos os municípios do estado

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Janssen
Reprodução: iG Minas Gerais

Janssen


As doses da vacina Janssen que chegarão ao Rio de Janeiro serão distribuídas a todos os 92 municípios do estado. O Secretário Estadual de Saúde do Rio de Janeiro, Alexandre Chieppe, fez o anúncio nesta quarta-feira (23), segundo informações da CNN.

Por causa da data de validade do imunizante, que foi estendida para agosto,  o Ministério da Saúde recomenda que as doses sejam aplicadas, em um primeiro momento, nas capitais. Mas os estados têm autonomia para distribuí-las seguindo as demandas internas.

O Brasil recebeu nesta terça-feira (22) o primeiro lote com 1,5 milhão de doses, metade da quantidade prevista anteriormente. Destes, pouco mais de 132 mil doses serão entregues ao Rio de Janeiro, ainda sem uma data definida. Mas, segundo a secretaria estadual de Saúde do estado, isto deve acontecer até o fim de semana.

Ainda de acordo com a CNN, o ministro Marcelo Queiroga disse que o Ministério da Saúde negocia com a Janssen o adiantamento de mais 300 mil doses ainda nesta semana. 

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19: calendários distintos de imunização provocam migração por vacinas

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Calendário de vacinação muda em São Paulo por causa da falta de doses
Reprodução/FreePic

Calendário de vacinação muda em São Paulo por causa da falta de doses


Muita gente tem saído da própria cidade para se vacinar em locais onde a campanha está mais adiantada. É a corrida pela vacina: uma oportunidade de ficar imunizando com um pouco mais de antecedência e se sentir mais seguro no retorno às atividades.

Algumas cidades, como o  Rio de Janeiro, não exigem comprovante de endereço. Lá, o índice de doses aplicadas em pessoas residentes em outras cidades ou estados é de cerca de 10%, entre a primeira e a segunda doses. Segundo a prefeitura, o SUS é universal e é legítimo que as pessoas possam se vacinar em todo o território nacional sem restrição devido ao endereço.

Luisa Menegaz, moradora do Distrito Federal, está no grupo dos que se deslocaram pela vacina. Gestante, ela tentou diversas vezes se vacinar em Brasília, mas acabou indo para a cidade de Anápolis, em Goiás.

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O advogado Cristiano Teles reconhece que se trata de um direito universal, mas destaca a possibilidade de estados e municípios restringirem a vacinação aos moradores da região, porque o esquema é regionalizado.

Foi o que aconteceu em São Luís, no Maranhão. A cidade já vacinou mais de 80% da população com a primeira dose, mas para ser vacinado na capital maranhense é necessário apresentar comprovante de residência.

A orientação é dada também pela própria Secretaria de Saúde do estado. A superintendente de Epidemiologia da Secretaria, Tayara Pereira, explica o por quê de se vacinar apenas os moradores de cada cidade.

Já no estado de São Paulo, não há uma diretriz para que as vacinas sejam aplicadas apenas em moradores. De acordo com o governo, cada município tem autonomia para atuar e conduzir a vacinação da forma como considerar conveniente.

Na mesma linha, o Ministério da Saúde destaca que se vacinar é um direito a ser garantido a toda população, sem discriminação. Mas, lembra que estados e municípios têm autonomia para traçar a própria estratégia de imunização, conforme as demandas locais.

Fonte: IG SAÚDE

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