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Covid-19: Meta pode deixar de excluir publicações antivacina

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Meta reavalia política contra desinformação
Unsplash/Dima Solomin

Meta reavalia política contra desinformação

A Meta, controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, anunciou nesta terça-feira (26) que está reavaliando sua política contra desinformação a respeito da Covid-19. Para isso, ela pede a orientação de seu Conselho de Supervisão.

O Conselho de Supervisão da Meta é um órgão independente financiado pela empresa composto por especialistas que auxilia a companhia a tomar decisões relacionadas à moderação de conteúdo. Agora, a Meta pede que o Conselho dê um parecer a respeito das medidas tomadas para conter a disseminação de desinformação relacionada à Covid-19.

De acordo com a empresa, com a evolução da pandemia e uma tentativa de volta à normalidade em diversos países, é possível que seja hora de reduzir a moderação de conteúdo quando o assunto é Covid-19.

Atualmente, a empresa exclui publicações que contenham qualquer uma das 80 alegações falsas proibidas sobre a doença. É proibido publicar no Facebook ou no Instagram conteúdos antivacina, contra o uso de máscaras ou contra o distanciamento social, por exemplo. A depender do parecer do Conselho de Supervisão, porém, isso pode mudar.

“Em muitos países, onde as taxas de vacinação são relativamente altas, a vida está voltando cada vez mais ao normal. Mas esse não é o caso em todos os lugares e o curso da pandemia continuará a variar significativamente em todo o mundo – especialmente em países com baixas taxas de vacinação e sistemas de saúde menos desenvolvidos. É importante que qualquer política implementada pela Meta seja apropriada para toda a gama de circunstâncias em que os países se encontram”, diz Nick Clegg, presidente de assuntos globais da Meta, em uma publicação no blog da empresa.

Segundo a Meta, as medidas implementadas em relação à Covid-19 foram emergenciais e, agora, é hora de pensar em uma política de longo prazo e que possa contemplar também possíveis pandemias futuras. “Antes, a Meta só removia a desinformação quando parceiros locais com experiência relevante diziam que um determinado conteúdo poderia contribuir para um risco de dano físico iminente. A mudança significou que, pela primeira vez, removemos categorias inteiras de declarações falsas em escala mundial”, afirma Clegg.

A empresa acredita que, neste momento, outras medidas possam ser mais adequadas do que a remoção de conteúdo. Entre elas, estão a diminuição da entrega de uma publicação, reduzindo seu alcance, e os rótulos que mostram informações oficiais sobre a pandemia de Covid-19. Ao The Verge, Clegg disse que a Meta está reavaliando essa política desde já porque pode demorar meses para que o Conselho libere um relatório de orientação.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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Windows 11 tem falha que pode causar perda de dados em PCs novos

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Windows 11 tem novo bug
Divulgação/Microsoft

Windows 11 tem novo bug

Nesta semana, a Microsoft reconheceu a existência de mais uma falha no Windows 11. Desta vez, o problema envolve um recurso de criptografia e pode causar perda de dados em computadores novos.

Sendo mais preciso, a falha pode atingir PCs e servidores com processadores baseados nas arquiteturas Ice Lake, Tiger Lake, Rocket Lake e Alder Lake. Entre eles estão alguns chips Intel Core de 10ª geração, bem como todos os processadores da 11ª e da 12ª geração.

Servidores também podem ser afetados. Isso porque, além do Windows 11, a falha envolve o Windows Server 2022. As versões anteriores desses sistemas — Windows 10 e Windows Server 2019 — estão imunes ao problema porque não contam com os códigos problemáticos.

Que códigos? Os sistemas operacionais Windows usam o SymCrypt, uma biblioteca de funções criptográficas cujo desenvolvimento teve início em 2006. Nos Windows 11 e Server 2022, o SymCrypt passou por algumas atualizações, razão pela qual ambos os sistemas tiveram que receber novos “caminhos de código” para usarem a biblioteca. É aqui que os problemas começam.

A intenção era boa

As tais atualizações incluem recursos para que o sistema operacional possa aproveitar as instruções Vector Advanced Encryption Standard (VAES). Como o nome indica, estas têm como base o conhecido padrão de criptografia AES.

De modo geral, instruções VAES servem para acelerar operações criptográficas. Mas o processador deve ser compatível com elas. Os mencionados chips da Intel suportam o conjunto de instruções AVX-512 que, veja só, inclui as especificações VAES.

Nos Windows 11 e Server 2022, o SymCrypt foi atualizado justamente para permitir que computadores com processador compatível possam aproveitar as instruções VAES. A Microsoft não dá detalhes, mas explica que os “caminhos de código” adicionados para esse fim podem causar perda de dados.

A falha só não é mais grave porque recursos avançados de criptografia no Windows 11 só costumam ser usados em aplicações corporativas. Em outras palavras, usuários domésticos devem ser pouco prejudicados.

Tem solução, mas…

Ela é um pouco confusa. Para as máquinas suscetíveis ao problema, a Microsoft recomenda a instalação de atualizações de segurança lançadas em 24 de maio ou 14 de junho de 2022.

Essas atualizações resolvem o problema, mas podem deixar o desempenho de alguns recursos mais lentos. De acordo com a Microsoft, a taxa de transferência de dados da unidade de armazenamento e aplicações baseadas no BitLocker e no Transport Layer Security (TLS) podem ser as mais afetadas.

Se isso acontecer, a companhia recomenda a instalação das seguintes atualizações, ambas liberadas em 23 de junho:

  • Windows 11: KB5014668
  • Windows Server 2022: KB5014665

Ou a instalação das atualizações liberadas em 12 de julho:

  • Windows 11: KB5015814
  • Windows Server 2022: KB5015827

Fonte: IG TECNOLOGIA

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Xiaomi Mix Fold 2: smartphone dobrável é lançado por R$ 7 mil

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Xiaomi Mix Fold 2 é lançado
Divulgação/Xiaomi

Xiaomi Mix Fold 2 é lançado

A Xiaomi lançou nesta quinta-feira (11) seu novo smartphone dobrável, o Xiaomi Mix Fold 2. O modelo vem equipado com processador Snapdragon 8+ Gen 1 e câmeras avançadas feitas em parceria com a Leica.

Em relação ao seu antecessor, o Mi Mix Fold, o Xiaomi Mix Fold 2 é mais leve e mais fino. Aberto, o smartphone tem apenas 5,4 milímetros de espessura. O modelo pesa 202 gramas, contra 317 gramas da versão anterior.

O smatphone se dobra em formato de livro, assim como a linha Galaxy Z Fold, da Samsung. A fabricante sul-coreana lançou seus novos smartphones dobráveis , o Galaxy Z Fold 4 e o Galaxy Z Flip 4, nesta quarta-feira (10).

O Xiaomi Mix Fold 2 vem com Snapdragon 8+ Gen 1, o processador mais avançado da Qualcomm, além de 12 GB de memória RAM e até 1 TB de armazenamento interno.

O conjunto triplo de câmeras traseiras, produzido em parceria com a Leica, tem lente principal de 50 MP, ultra grande-angular de 13 MP e telefoto de 8 MP. A câmera frontal é de 20 MP.

A tela externa tem 6,5 polegadas, enquanto a interna tem 8 polegadas. Ambas têm taxa de atualização de 120 Hz. O smartphone vem com MIUI 13, baseada no Android 12, e 4.500 mAh de bateria, que tem suporte ao carregamento rápido de 67W.

Preço do Xiaomi Mix Fold 2

Por enquanto, o Xiaomi Mix Fold 2 é vendido apenas na China. Por lá, os preços praticados são os seguintes:

  • Xiaomi Mix Fold 2 com 256 GB de armazenamento – 8.999 yuan (cerca de R$ 6,9 mil)

  • Xiaomi Mix Fold 2 com 512 GB de armazenamento – 9.999 yuan (cerca de R$ 7,6 mil)

  • Xiaomi Mix Fold 2 com 1 TB de armazenamento – 11.999 yuan (cerca de R$ 9,2 mil)

Fonte: IG TECNOLOGIA

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