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Internacional

Covid-19: Kim diz que Coreia do Norte vive “grande turbulência”

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O líder norte-coreano, Kim Jong Un, disse neste sábado (14) que a disseminação da covid-19 levou seu país a uma “grande turbulência” e defendeu uma batalha abrangente para superar o surto, com a notificação de 21 novas mortes.

A Coreia do Norte reconheceu um surto de covid-19 pela primeira vez esta semana, impondo um lockdown nacional. Mas não há sinais de um regime rigoroso de testes ou campanhas de tratamento no rudimentar sistema de saúde do país.

“A disseminação desta epidemia maligna é uma das grandes turbulência a se abater sobre nosso país desde a fundação”, disse Kim, em uma reunião de emergência do Partido dos Trabalhadores, segundo a agência de notícias estatal KCNA.

“Mas, se não perdermos o foco na implementação de políticas da epidemia, mantivermos um forte poder e controle organizacional baseado na obstinada unidade do partido e do povo e fortalecermos nossa batalha epidêmica, nós mais do que podemos superar a crise”.

Os números reportados provavelmente representam uma fração dos casos totais, dada a capacidade limitada de testagem da Coreia do Norte, e o surto pode levar a milhares de mortes em um dos poucos países do mundo sem uma campanha de vacinação, disseram especialistas.

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Internacional

‘EUA estão buscando prolongar o conflito’, diz Putin sobre guerra

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Putin ataca EUA em discurso na Conferência de Moscou sobre Segurança Internacional
Reprodução/Kremlin – 09.05.2022

Putin ataca EUA em discurso na Conferência de Moscou sobre Segurança Internacional

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, atacou os  Estados Unidos durante seu discurso na 10ª Conferência de Moscou sobre Segurança Internacional nesta terça-feira (16) e afirmou que Washington quer “prolongar” a guerra na Ucrânia – iniciada por Moscou em 24 de fevereiro.

“A situação na Ucrânia demonstra que os Estados Unidos estão buscando prolongar o conflito. Além disso, estão agindo de forma similar e alimentando o potencial de conflitos na Ásia, na África e na América Latina”, disse o mandatário.

Além disso, Putin afirmou que o Ocidente usa o povo ucraniano como “carne de canhão” e que essas nações “têm necessidade de conflitos para manterem a sua hegemonia” no mundo. Segundo o mandatário, eles têm um “projeto anti-Rússia, fecharam os olhos para o uso da ideologia neonazista e sobre a morte em massa de civis no Donbass e forneceram armas, também pesadas, ao regime de Kiev”.

As acusações são as mesmas feitas por Putin para justificar a invasão da Ucrânia em fevereiro e, desde então, Moscou vem sendo alvo de pesadas sanções ocidentais, que causam danos à economia do país – apesar das negativas do Kremlin.

A princípio, Moscou queria derrubar o governo de Volodymyr Zelensky com uma campanha militar rápida, mas os planos fracassaram e a Rússia começou a concentrar suas operações nas áreas ao sul e na área do Donbass, que conta com as regiões separatistas de Donetsk e Lugansk.

Em outro ataque a Washington, o presidente russo afirmou que a visita da presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Nancy Pelosi, a Taiwan no início de agosto foi uma tentativa de “desestabilizar” a região indo-pacífica.

“Como vocês sabem, recentemente, os Estados Unidos tentaram mais uma vez, deliberadamente, jogar gasolina no fogo e estremecer a situação na região Ásia-Pacífico. A aventura norte-americana em Taiwan não foi só uma viagem de um único político irresponsável, mas faz parte de uma estratégia deliberada e consciente dos EUA para desestabilizar e deteriorar a situação na região. Uma falta de respeito”, acusou ainda.

Após o discurso de Putin, o Ministério da Defesa informou que fechou um contrato para a entrega de mísseis balísticos intercontinentais Sarmat.

Em junho deste ano, em outro evento, o mandatário russo havia informado que esperava que os Sarmat estariam disponíveis “até o fim do ano” e que eles dariam “garantias de segurança” à Rússia contra “as atuais ameaças”, fazendo “refletir quem está nos ameaçando”.

Os mísseis do tipo tiveram o primeiro teste oficial realizado em abril deste ano e os equipamentos têm a capacidade de transportar até 15 ogivas para ataque.

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Fonte: IG Mundo

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Internacional

Embaixador da China alerta Reino Unido sobre aproximação com Taiwan

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Zheng Zeguang, embaixador da China no Reino Unido
Divulgação/Embaixada Chinesa no Reino Unido

Zheng Zeguang, embaixador da China no Reino Unido

O embaixador da China no Reino Unido, Zheng Zeguang, afirmou que o país europeu pode sofrer “sérias consequências” caso  siga os passos dos Estados Unidos e realize movimentos de aproximação junto a Taiwan.

A afirmação foi feita em um artigo publicado nesta terça-feira (16) no jornal britânico The Guardian. De acordo com o embaixador chinês, o Reino Unido não deve cruzar uma “linha vermelha” nas relações com Taiwan.

“Qualquer movimento que viole o princípio de Uma Só China e as disposições do comunicado conjunto, ou cruze a linha vermelha do lado chinês, trará sérias consequências para as relações bilaterais. Não deve haver nenhum erro de cálculo sobre isso”, enfatizou Zheng Zeguang.

A autoridade chinesa ressaltou ainda que apelos que tenham o objetivo de ajudar a ilha a se defender são “irresponsáveis e prejudiciais”.

“A questão de Taiwan é uma questão importante de princípio. Não há razão para o Reino Unido ignorar esse fato e seguir os passos dos EUA. Apelos para ‘ajudar Taiwan a se defender’ e similares são extremamente irresponsáveis ​​e prejudiciais”, afirmou.

Zeguang argumentou que China e Reino Unido assinaram um comunicado conjunto em 1972, quando começaram a trocar embaixadores. Neste acordo, os britânicos também oficializaram o fechamento do seu consulado em Taipei, capital de Taiwan.

O Reino Unido reconheceu, no mesmo acordo, que o governo da República Popular da China como é o único governo legal da China, prometendo manter uma relação não oficial com Taiwan.

“Sob tais circunstâncias, a China e o Reino Unido devem fortalecer, em vez de enfraquecer, sua cooperação. Os dois lados devem seguir os princípios de respeito mútuo, igualdade e não interferência nos assuntos internos de cada um, engajar-se no diálogo e na cooperação e dar as mãos para enfrentar os desafios comuns”, completou o embaixador chinês.

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Fonte: IG Mundo

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