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Covid-19: EUA chega a meio milhão de mortos; “De partir o coração”, diz Biden

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Estados Unidos é o país que mais registrou mortes em decorrência da Covid-19
Reprodução: iG Minas Gerais

Estados Unidos é o país que mais registrou mortes em decorrência da Covid-19

Os Estados Unidos alcançaram a marca de 500 mil mortos pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2) nesta segunda (22), segundo dados da Universidade Johns Hopkins.

Em pronunciamento, o presidente Joe Biden disse que o número de mortes por Covid-19 é “de partir o coração”. “Peço aos americanos que lembrem dos que perdemos e dos que ficaram para trás”, disse o presidente.

 O presidente pediu, ainda, que os americanos respeitem o distanciamento social, o uso da máscara e que todos se vacinem.

O total é mais do que a soma dos óbitos na Primeira Guerra Mundial, na Segunda Guerra Mundial e na Guerra do Vietnã. O número ainda é menor do que o total de mortos na gripe espanhola, que foi de 675 mil pessoas nos Estados Unidos.

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A marca foi alcançada 13 meses após o surgimento do primeiro caso de coronavírus nos Estados Unidos. Para chegar à marca dos primeiros 100 mortos, o país demorou quatro meses. Os últimos 100 mil mortos foram alcançados em apenas 33 dias.

Mas o país também tem observado uma redução no número de novos casos, o que mais adiante pode resultar em um número menor de mortes. No último mês, os Estados Unidos registraram uma queda de 183 mil no número de novos casos de Covid.

Entre os fatores que explicam essa redução estão a adesão a medidas de isolamento social e o uso de máscaras, além da chegada das vacinas .

O Brasil é o segundo país com mais mortos por Covid-19 , 246 mil, seguido pelo México com 180 mil, segundo a Johns Hopkins.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

Putin compara vacina Sputnik V com fuzil AK-47: “simples e confiável”

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 Presidente da Rússia Vladimir Putin
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Presidente da Rússia Vladimir Putin

O presidente da Rússia Vladimir Putin usou o fuzil AK-47, produzido na década de 50 na União Soviética, para enaltecer a Sputnik V, vacina que combate a Covid-19.

O líder russo declarou nesta quinta-feira (6) durante reunião entre a cúpula do governo que embora outras nações do ocidente tenham produzido imunizantes, que em sua visão, são inovadores, a vacina criada na Rússia é mais segura.

“Tão simples e confiáveis quanto um fuzil Kalashnikov”, declarou durante o encontro com a vice-primeira-ministra do país, que era transmitida em cadeia nacional de televisão. 

Desenvolvida pelo Instituto Gamaleya, na capital do país, Moscou , o fundo soberano do país informou que a Sputnik V tem eficácia de 91,6% após aplicação das duas doses.

No dia 26 de abril, o colegiado da Anvisa negou a importação e uso emergencial do imunizante no Brasil. Segundo os técnicos da agência sanitária, foram identificadas falhas no desenvolvimento, na qualidade e na segurança, além da falta de informações destinadas pela fabricante.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

Mortes na Colômbia: entenda a revolta popular que deu início à onda de protestos

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Protesto na Colômbia é marcado por forte repressão policial
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Protesto na Colômbia é marcado por forte repressão policial

Incêndios em estações de transporte, bloqueios de estradas, repressão policial, 24 mortos , 89 desaparecidos e pelo menos 350 feridos. Esse é o saldo, até essa quinta-feira (6), da onda de manifestações que acontece na Colômbia há 8 dias . Os atos começaram com a insatisfação popular motivada pelo anúncio de um projeto de reforma tributária enviada pelo presidente Ivan Duque ao Congresso no dia 15 de abril.

A proposta do governo da quarta maior economia da América Latina prevê o aumento da arrecadação do imposto de renda e de impostos sobre serviços básicos e IVA. No dia 28 de abril, sindicatos, movimentos sociais, setores econômicos e a classe média colombiana decidiram sair às ruas, principalmente em Cali, epicentro do embate entre civis e forças de segurança.

No último sábado (1º), Duque ordenou a militarização das cidades “onde há alto risco para a integridade dos cidadãos”. A medida foi rejeitada pela prefeita de Bogotá, Claudia López. O mesmo fez o prefeito de Medellín, Daniel Quintero Calle, afirmando que a cidade “não solicitará assistência militar” e agradeceu ao Exército por acompanhar “as tarefas de proteção da infraestrutura crítica nas periferias e áreas rurais da cidade”.

No dia seguinte (2), sob pressão popular, o presidente chegou a anunciar a retirada do projeto que estava em tramitação no Parlamento, causando a renúncia do ministro da Fazenda, Alberto Carrasquilla. Não foi suficiente. As manifestações, liderada majoritariamente por jovens, seguiram e ganharam novos contornos, ao passo que a repressão policial também se acirrou.

Nos últimos dias, os protestos passaram a reivindicar ações governamentais de combate à pobreza no país. Manifestantes também pedem o fim da brutalidade policial, melhoras em setores como saúde e educação e a renúncia de Duque.

Impulsionada pela pandemia, a pobreza no país alcançou 42,5% da população. A desigualdade cresceu em níveis alarmantes, com a população em extrema pobreza chegando a marca de 2,8 milhões em 2020.

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Brutalidade policial e manifestação de órgãos internacionais

Cenas de brutalidade têm sido veiculada por civis nas redes sociais ao longo destes últimos dias. No Twitter, os termos Colômbia e #SOSColombia chegaram aos trending topics.

Organizações de direitos humanos do país falam em pelo menos 1.181 casos de violência policial entre os dias 18 de abril e 6 de maio, além de 24 mortos, 89 desaparecidos, 350 feridos e 761 detenções “arbitrárias” por parte das forças estatais. O governo de Ivan Duque, porém, reconhece apenas as mortes de um civil e de um policial.

A brutalidade chamou a atenção da comunidade internacional. Na terça-feira (2), Marta Hurtado, porta voz da alta comissária para os Direitos Humanos da ONU , condenou as agências de segurança colombianas de uso excessivo da força.

“Estamos profundamente alarmados com os acontecimentos durante a noite na cidade de Cali, na Colômbia, onde a polícia abriu fogo contra os manifestantes que protestavam contra as reformas tributárias”, disse em entrevista em Genebra.

Até mesmo o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden , manifestou preocupação com a tensão vivida no país, pedindo “máxima moderação às forças públicas para evitar mais perdas de vidas”. Ele acrescentou, ainda, que Washington continua apoiando o governo em “seus esforços para fazer frente à situação atual mediante o diálogo político”.

Em defesa das práticas repressivas, o ministro da Defesa da Colômbia, Diego Molano, disse que grupos armados “criminosos” estão agindo pela violência nos protestos. Segundo ele, as forças de segurança devem ser “implacáveis” para com os manifestantes que cometem atos de vandalismo. 

Pelas redes sociais, Duque afirma que “organizações criminosas se escondem atrás de protestos legítimos”. Nesta quarta-feira (5), quando Bogotá registrou mais um protesto violento, o presidente colombiano afirmou que a capital “sofre o ataque do crime organizado” e pediu “todo o peso da lei para àqueles que persistem na violência”. 

Fonte: IG Mundo

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