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Covid-19: Dois jogadores da NBA testam positivo no Complexo da Disney

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A NBA (liga profissional de basquete dos Estados Unidos) anunciou que dois entre os 322 atletas que realizaram exames para o novo coronavírus (covid-19) no Complexo da Disney testaram positivo. Contudo, a entidade não divulgou o nome dos jogadores e afirmou, em nota, que os dois começaram a cumprir isolamento social de duas semanas em suas casas. A temporada 2019/2020 vai recomeçar em Orlando (EUA) no dia 30 de julho após suspensão em março por causa da pandemia.

“Desde 1º de julho, quando realizamos nosso primeiro teste, 19 jogadores da NBA testaram positivo. Esses jogadores permanecem em suas casas se recuperando até serem liberados de acordo com as diretrizes do CDC [Centros de Controle e Prevenção de Doenças] e as regras da NBA para deixar o isolamento em casa e ingressar no complexo”, afirma a liga em comunicado.

A NBA vem sendo cuidadosa com os protocolos elaborados para a retomada da competição. O pivô do Sacramento Kings Richaun Holmes anunciou através de sua conta no Twitter que terá que cumprir um período maior de quarentena após ultrapassar o limite estabelecido no campus da Disney. O jogador cruzou a fronteira do local determinado para receber uma entrega de comida, conforme esclarecido na rede social: “Após o período inicial de quarentena, cruzei rapidamente e acidentalmente a linha do campus da NBA para pegar uma entrega de comida. Atualmente, estou em quarentena [2° dia] e ainda tenho 8 dias. Peço desculpas por minhas ações e espero me juntar aos meus colegas de equipe nos playoffs”.

Caso semelhante aconteceu com o brasileiro Bruno Caboclo, do Houston Rockets. No último sábado (11), o ala-pivô saiu de seu quarto nas primeiras 48 horas de isolamento social, transgredindo as regras impostas pela organização da competição.

Russell Westbrook testou positivo

O armador Russell Westbrook, do Houston Rockets, anunciou na última segunda (13) em sua conta no Twitter que testou positivo para covid-19 antes de se juntar à equipe, nas dependências da Disney: “Testei positivo para o Covid-19 antes da partida do meu time para Orlando. Atualmente, estou me sentindo bem, em quarentena e ansioso para voltar a meus colegas de equipe quando for liberado. Obrigado a todos pelos votos de felicidades e apoio contínuo. Por favor, leve esse vírus a sério. Fiquem seguros. Usem máscara”.

Edição: Fábio Lisboa

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Esportes

Com Di Grassi brigando pelo vice, português leva título da Fórmula E

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Pela terceira vez em seis edições, a Fórmula E tem um campeão que fala português. Só que a bandeira em destaque, agora, é a rubro-verde. Faltando duas rodadas para o término da temporada 2019/2020 do Mundial de veículos elétricos, o luso Antônio Félix da Costa assegurou o título ao terminar em quarto lugar na segunda das três rodadas duplas de corridas que decidem o campeonato em Berlim, na Alemanha. 

As provas disputadas sábado (8) e domingo (9) no Aeroporto de Tempelhof foram vencidas, respectivamente, pelo alemão Max Gunther, da BMW, e pelo francês Jean-Eric Vergne, da Techeetah, a mesma equipe de Félix da Costa. O resultado do francês, campeão nas duas últimas temporadas, garantiu à escuderia chinesa o título do Mundial de Construtores, também por antecipação, pelo segundo ano seguido.

“É difícil assimilar, não só por esse momento, mas, pelos momentos difíceis que tive no caminho, que quase me fizeram desistir. Muita gente duvidou. Quero agradecer aos meus pais e irmãos… É uma lista que não acaba, sou de fato muito sortudo”, declarou o campeão, lembrando de quando foi preterido pelo russo Daniil Kvyat na Red Bull, em 2013, quando esteve perto da Fórmula 1.

Felix da Costa, português, campeão formula E, equipeFelix da Costa, português, campeão formula E, equipe

Piloto português Felix da Costa conquistou o título do Mundial de Fórmula E com duas rodadas de antecedência – ABB FIA Fórmula E/Direitos reservados

Aos 28 anos, o português é o quinto campeão da categoria. Antes dele e de Vergne, já ficaram com o título o suíço Sebastian Buemi e os brasileiros Nelsinho Piquet – atualmente ausente na categoria – e Lucas Di Grassi. Este último ainda briga pelo vice-campeonato da atual temporada. Ele concluiu as corridas em oitavo e sexto lugar, respectivamente, e caiu para quarto na tabela, com 69 pontos, empatado com Gunther e a 11 pontos de Vergne, atualmente o segundo na classificação geral.

“Em uma categoria competitiva como a Fórmula E, quando você larga em 12º, não pode esperar muito mais do que fizemos aqui. Poderia ser melhor, sim, mas foi o que era possível no momento”, disse Di Grassi, em comunicado à imprensa. “Teremos mais uma rodada dupla para encerrar a temporada 2020, na próxima quarta (12) e quinta-feira (13). Novamente, a Techeetah será o time a ser batido. Mas a nossa equipe está determinada e vamos lutar até o final, como fizemos até aqui”, completou Di Grassi, piloto da Audi.

A última rodada dupla marcou, também, o primeiro ponto de Felipe Massa desde a etapa de Santiago, no Chile, em janeiro. O piloto da Venturi acabou a corrida de domingo em 10º lugar, chegando a dois pontos no geral, mantendo-se em 19º na classificação. No sábado, ele foi o 19º. Já o estreante Sérgio Sette Câmara, contratado pela Dragon para as seis provas finais da temporada na Alemanha, concluiu a etapa de domingo na 21ª posição, pois não chegou a finalizar a corrida de sábado. O mineiro ainda não pontuou.

A maratona em Berlim, com seis etapas em um intervalo de nove dias, foi a saída encontrada pela Fórmula E para concluir a temporada, que havia sido interrompida em março, após quatro corridas, devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19). A competição é disputada com portões fechados e, segundo a categoria, “rigorosas medidas de segurança”.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Covid-19: Corinthians recusa testes no Einstein após casos no Goiás

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O “problema de logística” , segundo comunicado oficial da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que fez o Goiás tomar conhecimento de 10 casos positivos do novo coronavírus (covid-19) minutos antes de a bola rolar na tarde de ontem (9) contra o São Paulo, na partida de estreia no  Campeonato Brasileiro, foi a gota d’água para o Corinthians. Em nota oficial, o Timão afirmou que não fará os exames para detecção de covid-19 no Hospital Albert Einstein, parceiro da CBF. É o primeiro clube a tomar essa decisão, logo na rodada de abertura da Série A.

O Alvinegro cita “falhas e inconsistência nos testes realizados até aqui por outras equipes”. Uma delas, não nomeada pelo clube, é o Red Bull Bragantino. No Campeonato Paulista, 23 amostras coletadas pelo Einstein junto ao time de Bragança Paulista (SP) deram falso positivo para covid-19, o que só foi corrigido horas antes da partida contra o próprio Corinthians, pelas quartas de final do campeonato estadual. Na ocasião, o hospital disse que o problema pode ter sido causado pelo reagente utilizado. A Fundação Procon de São Paulo pediu explicações à instituição de saúde.

“O Sport Club Corinthians Paulista informa que os jogadores, comissão técnica e demais colaboradores do departamento de futebol realizarão os testes para a covid-19 antes de todos os jogos do Campeonato Brasileiro, conforme prevê a Diretriz Técnica Operacional de Retorno das Competições CBF. No entanto, os exames não serão feitos pelo Hospital Albert Einstein. O Departamento Médico do Clube, ao verificar diversas falhas e inconsistência nos testes realizados até aqui por outras equipes, resolveu seguir com os exames realizados pelo mesmo laboratório de confiança utilizado durante a disputa do Campeonato Paulista. Desta forma, o Corinthians pode dar mais segurança a todos os seus colaboradores e também às equipes adversárias”, diz a nota corintiana.

Vale lembrar que o Timão já não queria realizar novos testes da covid-19 antes da final do Paulistão, contra o Palmeiras. O Alvinegro entendia seguir o protocolo da Federação Paulista de Futebol (FPF) ao manter a delegação em confinamento e examinada. A posição havia sido adotada poucos dias após o caso envolvendo o Bragantino. No fim, o Corinthians aceitou, em “comum acordo” com FPF e Verdão, realizar os testes antes da segunda partida da decisão, disputada no último sábado (8). O Einstein também foi o hospital parceiro no Estadual.

O time paulista estreia na próxima quarta-feira (12) no Brasileirão, às 19h30 (horário de Brasília), contra o Atlético-MG, em Belo Horizonte.

Confusão em Goiás

No caso de Goiás x São Paulo, o clube goiano explicou que os exames feitos na última quinta-feira (6), três dias antes da partida, no “laboratório escolhido pela CBF” foram invalidados pela entidade, que alegou que “as amostras foram acondicionadas de maneira inapropriada”. Segundo a nota do Esmeraldino, a confederação pediu nova coleta. Tais exames foram realizados na sexta-feira (7)”, com a indicação dos 10 registros positivos disponibilizado apenas na manhã de domingo. O protocolo prevê a divulgação do resultado pelo menos 24 horas antes da partida.

O confronto foi adiado já com os atletas do São Paulo no gramado e ainda não tem nova data para ocorrer. Em nota, a CBF disse que a comissão médica da entidade “determinou à instituição hospitalar que assegure o cumprimento do prazo correto de envio dos resultados dos exames, mantendo a sua qualidade e confiabilidade”.

O Tricolor Paulista, também em comunicado oficial, manifestou-se dizendo que implementou, a partir da retomada dos treinos, em julho, “um rígido protocolo de trabalho dentro do departamento de futebol” e citando que “não houve, do primeiro teste até aqui, o registro de nenhum novo caso de infecção pelos nossos atletas”. A nota afirmou, também, que o adiamento “foi e será respeitado”, mas, destacou que “o mesmo profissionalismo praticado pelo São Paulo se reflita em outras instituições. É preciso ter responsabilidade diante de uma doença que já fez mais de 100 mil vítimas no Brasil”.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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