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Saúde

Covid-19: calendários distintos de imunização provocam migração por vacinas

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Calendário de vacinação muda em São Paulo por causa da falta de doses
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Calendário de vacinação muda em São Paulo por causa da falta de doses


Muita gente tem saído da própria cidade para se vacinar em locais onde a campanha está mais adiantada. É a corrida pela vacina: uma oportunidade de ficar imunizando com um pouco mais de antecedência e se sentir mais seguro no retorno às atividades.

Algumas cidades, como o  Rio de Janeiro, não exigem comprovante de endereço. Lá, o índice de doses aplicadas em pessoas residentes em outras cidades ou estados é de cerca de 10%, entre a primeira e a segunda doses. Segundo a prefeitura, o SUS é universal e é legítimo que as pessoas possam se vacinar em todo o território nacional sem restrição devido ao endereço.

Luisa Menegaz, moradora do Distrito Federal, está no grupo dos que se deslocaram pela vacina. Gestante, ela tentou diversas vezes se vacinar em Brasília, mas acabou indo para a cidade de Anápolis, em Goiás.

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O advogado Cristiano Teles reconhece que se trata de um direito universal, mas destaca a possibilidade de estados e municípios restringirem a vacinação aos moradores da região, porque o esquema é regionalizado.

Foi o que aconteceu em São Luís, no Maranhão. A cidade já vacinou mais de 80% da população com a primeira dose, mas para ser vacinado na capital maranhense é necessário apresentar comprovante de residência.

A orientação é dada também pela própria Secretaria de Saúde do estado. A superintendente de Epidemiologia da Secretaria, Tayara Pereira, explica o por quê de se vacinar apenas os moradores de cada cidade.

Já no estado de São Paulo, não há uma diretriz para que as vacinas sejam aplicadas apenas em moradores. De acordo com o governo, cada município tem autonomia para atuar e conduzir a vacinação da forma como considerar conveniente.

Na mesma linha, o Ministério da Saúde destaca que se vacinar é um direito a ser garantido a toda população, sem discriminação. Mas, lembra que estados e municípios têm autonomia para traçar a própria estratégia de imunização, conforme as demandas locais.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid: Ministério da Saúde prevê entrega de 535 mil doses para o RJ até dia 28

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Ministério da Saúde prevê entrega de 535 mil doses para o RJ até dia 28
Reprodução/Flickr

Ministério da Saúde prevê entrega de 535 mil doses para o RJ até dia 28

Com calendários de vacinação contra a Covid-19 sendo suspensos pelo país por falta de imunizantes, o Ministério da Saúde divulgou neste domingo, dia 25, novas previsões de distribuição de vacinas por todo país. Para o estado do Rio de Janeiro estão listadas 535.804 doses a serem entregues entre os dias 27 e 28 de julho.

Para o dia 27 de julho:

  • Astrazeneca – 91.400 doses
  • Butantan – 261.600 doses
  • Butantan monodose – 5.000 doses

Para o dia 28 de julho:

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  • Pfizer – 177.840 doses

Segundo o Ministério da Saúde, a responsabilidade de levar os imunizantes aos municípios é dos estados, e não do governo federal.

Na capital fluminense, o calendário de vacinação foi suspenso na última sexta-feira, dia 23. O calendário previa que no sábado, dia 24, ocorreria a repescagem para pessoas com 35 anos ou mais.

E depois estava marcada a aplicação das primeiras doses em cariocas com 34 e 33 anos, além de dois dias de repescagem. O secretário municipal de saúde reclamou da falta de planejamento do Ministério da Saúde.

“É público as datas em que o Ministério da Saúde receberá as doses compradas, é necessário que o planejamento de distribuição já esteja pronto e seja executado em no máximo 24h”, escreveu Daniel Soranz, no Twitter.

A aplicação da segunda dose das vacinas contra a Covid-19 continua. A Secretaria Municipal de Saúde retirou 76.340 doses de AstraZeneca na central de distribuição do estado, que já estavam reservadas.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Leopardo testa positivo para Covid-19 após apresentar tosse e secreção nasal

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Leopardo-das-neves testa positivo para Covid-19 em San Diego
Reprodução/Coológico de San Diego

Leopardo-das-neves testa positivo para Covid-19 em San Diego


Após apresentar sintomas como tosse e secreção nasal, um leopardo-das-neves do zoológico de San Diego, na Califórnia, testou positivo para a Covid-19 na última quinta-feira (22). O animal não havia sido vacinado, mas outros animais do local continuam sendo imunizados, de acordo com informações da CNN.

Em janeiro, o zoológico começou a vacinar seus animais com imunizantes que não são destinados ao uso humano. A instituição vacinou primatas depois que vários gorilas também testaram positivo para o vírus.

Agora, as equipes veterinárias estão se concentrando na vida selvagem com maior risco de contrair o vírus, como leopardos, leões, tigres, chitas, onças, leões da montanha e outros, segundo comunicado do zoológico.

Ainda segundo informações da CNN, o leopardo aparenta estar bem e não apresenta outros sintomas. Outros animais que convivem com ele, como uma fêmea da mesma espécie e dois leopardos-de-amur, estão em quarentena sendo observados. 

Em dezembro, três leopardos-das-neves tiveram confirmação de infecção pelo novo coronavírus no zoológico de Louisville. Eles também apresentaram sintomas leves devem ter sido infectados por um membro assintomático da equipe. Quanto ao caso atual, não se sabe como o leopardo foi infectado.

Fonte: IG SAÚDE

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