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Saúde

Covid-19: Brasil tem quase 500 mil casos confirmados e 28.834 mortes

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O Brasil registrou 956 novas mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 28.834. O resultado representou um aumento de 3,4% em relação a ontem (29), quando foram contabilizados 27.878 óbitos provocados pela doença. Os números foram divulgados, no início da noite de hoje (30), no balanço do Ministério da Saúde.

Foram incluídas nas estatísticas 33.274 novas pessoas infectadas com o novo coronavírus, somando 498.440 casos confirmados. O resultado marcou um acréscimo de 7,2% em relação a ontem, quando o número de pessoas infectadas estava em 465.166.

Do total de casos confirmados, 268.714 (53,9%) estão em acompanhamento e 200.892 (40,3%) pacientes se recuperaram. Há ainda 3.862 óbitos sendo analisados.

São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de mortes (7.532). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (5.277), Ceará (2.956), Pará (2.900) e Pernambuco (2.740).

Além disso, foram registradas mortes no Amazonas (2.047), Maranhão (932), Bahia (638), Espírito Santo (583), Alagoas (424), Paraíba (347), Rio Grande do Norte (305), Minas Gerais (263), Rio Grande do Sul (218), Amapá (215), Paraná (181), Piauí (157), Rondônia (151), Distrito Federal (162), Santa Catarina (136), Sergipe (149), Acre (142), Goiás (122), Roraima (110), Tocantins (71), Mato Grosso (57) e Mato Grosso do Sul (19).

Já em número de casos confirmados, aparecem nas primeiras posições do ranking São Paulo (107.642), Rio de Janeiro (52.420), Ceará (46.056), Amazonas (40.560) e Pará (37.296). Entre as unidades da federação com mais pessoas infectadas estão ainda Permambuco (33.427), Maranhão (32.620), Bahia (17.626), Espírito Santo (13.437) e Paraíba (12.862).

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Flexibilização do isolamento leva 1,3 milhão a voltar ao trabalho

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Na terceira semana de junho, o número de pessoas afastadas do trabalho por causa das restrições impostas pela pandemia de covid-19 diminuiu de 12,4 milhões para 11,1 milhões no Brasil, na comparação com a semana anterior. Ou seja, entre os dias 14 e 20 de junho, 1,3 milhão de pessoas deixaram o isolamento e retornaram ao trabalho presencial.

É o que revela a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) Covid19, levantamento semanal divulgado hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o instituto, na semana de referência, 13,3% da população ocupada estava afastada das funções devido à pandemia. Na semana anterior a proporção era de 14,8%.

A coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, lembra que no início da pesquisa, na primeira semana de maio, eram 19,8%, ou 16,6 milhões de brasileiros, afastados temporariamente do trabalho presencial, número que vem caindo desde então.

“No acompanhamento semanal da pesquisa, verificamos estabilidade na população ocupada e na desocupada, mas uma queda no grupo de pessoas ocupadas que não estava trabalhando na semana de referência devido à pandemia. Esse movimento se repete na terceira semana de junho em relação à segunda semana, indicando uma continuação do retorno dessas pessoas às suas atividades de trabalho”.

O nível de ocupação estimado pela Pnad Covid19 foi de 49,3%, num total de 84 milhões de pessoas, permanecendo estável frente à semana anterior e em relação à semana de 3 a 9 de maio. O número de pessoas sem ocupação ficou em 11,8 milhões (12,3%), estável em relação à semana anterior e aumento em relação à primeira semana de maio, quando eram 9,8 milhões (10,5%).

Entre as pessoas ocupadas, 8,7 milhões (12,5%) estavam no trabalho remoto, número estável em relação à semana anterior e também em relação à semana de 3 a 9 de maio. A taxa de informalidade caiu para 33,9%, frente aos 35% registrados na semana anterior e 35,7% na primeira semana de maio.

A população fora da força de trabalho ficou em 74,5 milhões de pessoas, estável em relação à semana anterior e queda de 1,7 milhão de pessoas em relação à semana de 3 a 9 de maio. Desse total, 26,4 milhões de pessoas (35,4% da população fora da força de trabalho) disseram que gostariam de trabalhar, mas a maioria não procurou trabalho por causa da crise sanitária.

“Cerca de 17,3 milhões de pessoas fora da força que gostariam de trabalhar e não procuraram trabalho, não o fizeram por causa da pandemia ou por não encontrarem uma ocupação na localidade em que moravam. Elas correspondiam a 65,8% das pessoas não ocupadas que não buscaram por trabalho e gostariam de trabalhar. Esse contingente diminuiu em relação à semana anterior (18,2 milhões ou 68,0%) e em comparação com a semana de 3 a 9 de maio (19,1 milhões ou 70,7%)”, informa o IBGE.

Síndrome Gripal

A Pnad Covid19 levanta também informações sobre sintomas de síndrome gripal na população, que são febre, tosse, dor de garganta, dificuldade para respirar, dor de cabeça, dor no peito, náusea, nariz entupido ou escorrendo, fadiga, dor nos olhos, perda de olfato ou paladar e dor muscular.

Na terceira semana de junho, foram 15,3 milhões de pessoas com algum desses sintomas, contra 26,8 milhões na primeira semana de maio. O número ficou estável em relação à segunda semana de junho e representa 7,2% da população do país.

A dor de cabeça foi o principal sintoma relatado pelos entrevistados,  com 7,2 milhões de pessoas, seguida de nariz entupido ou escorrendo (5,7 milhões), tosse (4,6 milhões), dor muscular (4,3 milhões), dor de garganta (3,5 milhões), fadiga (2,4 milhões), perda de olfato ou paladar (2,2 milhões) e dificuldade de respirar (2 milhões).

Das pessoas que apresentaram algum sintoma, cerca de 80% não procuraram atendimento médico e 57% tomaram remédio por conta própria. Outros 14,4% tomaram medicamento com orientação médica, 5,2% ligaram para profissional de saúde e 2,9% receberam visita de profissional de saúde do SUS.

Do total com sintomas, 3,1 milhões de pessoas procuraram atendimento em uma unidade de saúde na semana de referência, sendo que mais de 85% foram na rede pública.

 

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Vacina contra tuberculose pode ter reduzido mortalidade de Covid-19, diz estudo

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Vacina contra a tuberculose pode ser o motivo da taxa de mortalidade mais baixas em alguns estados brasileiros
EPA

Vacina contra a tuberculose pode ser o motivo da taxa de mortalidade mais baixas em alguns estados brasileiros

Um estudo americano sugere que uma velha aliada da medicina, a vacina contra a tuberculose BCG , pode ter sido a responsável por reduzir a taxa de mortalidade pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2) em países como o Brasil.

Os cientistas dizem que ainda é cedo para recomendar a BCG para a Covid-19 , mas defendem uma investigação mais abrangente dos efeitos da vacina.

O estudo foi Realizada pelo Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos e da Universidade Estadual da Virgínia, e publicado na revista PNAS, da Academia Americana de Ciências.

De acordo com Carolina Barillas-Mury — uma das pesquisadoras —, isso explicaria por que estados e cidades densamente povoados, com altas taxas de infecção pelo vírus, mas com alta imunização por BCG, a exemplo de São Paulo e Rio de Janeiro, registram índice de mortalidade por Covid-19 menores do que de Nova York, por exemplo.

Os cientistas constataram que em estados sem vacinação universal contra a BCG, como Nova York, Illinois, Lousiana, Alabama e Flórida, a taxa de mortalidade é mais alta do que em estados com imunização contra BCG, casos de Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo. O mesmo ocorre em estados do México.

“Isso é excepcional se considerarmos que esses lugares na América Latina têm densidade populacional maior que a dos estados americanos analisados, incluindo Nova York”, escreveram os cientistas na PNAS.

Resultados semelhantes foram encontrados também na Europa. Na Europa Ocidental, onde nunca houve vacinação em massa contra a BCG, a taxa de mortalidade por Covid-19 é 9,92 vezes maior que a de países da Europa Oriental, onde países, em sua maioria, tiveram programas ativos de vacinação.

De acordo com os pesquisadores, a BCG limitaria a ação do novo coronavírus (Sars-Cov-2) no organismo, estimulando a resposta inata do sistema imunológico não apenas contra o bacilo da tuberculose, mas contra a infecção por outros patógenos e agressões, como o câncer. Já havia sido observada ação da BCG para ativar o sistema de defesa contra o câncer da bexiga, por exemplo.

Segundo os cientistas, o resultado do estudo aponta para a “necessidade de mais pesquisas sobre os efeitos da vacinação pela BCG sobre a Covid-19 e também como forma de evitar a forma grave da doença”.

Esse não é o primeiro estudo a fazer a associação entre a BCG e o combate da Covid-19, mas é o maior até agora.

Os cientistas destacaram que a “associação consistente” entre a imunização por BCG e a redução da severidade da Covid-19 observada nesses estudos epidemiológicos é surpreendente, mas não suficiente para estabelecer uma relação de causalidade.

Eles acrescentaram que estudos clínicos em curso na Holanda e na Austrália, em que profissionais de saúde recebem ou BCG ou uma injeção de placebo (inócua), poderão determinar em que medida a imunização contra a tuberculose confere proteção contra a Covid-19.

Fonte: IG SAÚDE

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