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Saúde

Covid-19: Brasil tem mil novas mortes e total chega a 21.048

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O Brasil registrou 1.001 novas mortes, chegando ao total de 21.048. O resultado representou um aumento de 4,9% em relação a ontem(21), quando foram contabilizados 20.047 mil falecimentos por covid-19. Os números foram divulgados no balanço do Ministério da Saúde divulgado hoje (22).

A letalidade (número de mortes por casos confirmados) ficou em 6,4%. Já a letalidade (número de mortes pela população) foi de 10.

Foram registradas 20.803 novas pessoas infectadas com o novo coronavírus, somando 330.890. O resultado marcou um acréscimo de 6,7% em relação a ontem, quando o número de pessoas infectadas estava em 310.087.

Do total de casos confirmados, 174.412 (52,7%) estão em acompanhamento e 135.430 (40,9%) foram recuperados. Há ainda 3.552 óbitos sendo analisados.

São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de falecimentos (5.773). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (3.657), Ceará (2.251), Pernambuco (2.057) e Pará (1.937).

Além disso, foram registradas mortes no Amazonas (1.669), Maranhão (693), Bahia (399), Espírito Santo (397), Alagoas (280), Paraíba (248), Minas Gerais (201), Rio Grande do Norte (181), Rio Grande do Sul (172), Amapá (157), Paraná (146), Rondônia (106), Santa Catarina (100), Piauí (93), Goiás (93), Distrito Federal (90), Roraima (83), Sergipe (82), Acre (80), Tocantins (49), Mato Grosso (37) e Mato Grosso do Sul (17).

Já em número de casos confirmados, o ranking tem São Paulo (76.871), Ceará (34.573), Rio de Janeiro (33.589), Amazonas (27.038) e Pernambuco (25.760). Entre as unidades da federação com mais pessoas infectadas estão ainda Pará (21.469), Maranhão (17.212), Bahia (12.557), Espírito Santo (9.520) e Paraíba (6.882).

Boletim epidemiológico covid-19 Boletim epidemiológico covid-19

Boletim epidemiológico covid-19 – Ministério da Saúde

Comparação internacional

Na comparação absoluta, de acordo com o mapa da universidade dos Estados Unidos Johns Hopkins, o Brasil passou a Rússia (326.448) e agora ocupa a segunda posição no número de casos confirmados, atrás apenas dos Estados Unidos (1,596 milhão). Já em número de mortes o país segue na sexta colocação, atrás de França (28.218), Espanha (28.628), Itália (32.616), Reino Unido (36.475) e Estados Unidos (95.847).

Como o Brasil possui uma população maior que parte destes países, na avaliação de indicadores proporcionais, a posição no ranking desce. De acordo com o Ministério da Saúde, até ontem o país era o 55º em incidência de caso (número de caso em relação à população) e o 28º em mortalidade (quantidade de falecimentos em relação à população).

Edição: Liliane Farias

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Rússia libera primeiro lote de vacina para um hospital de Moscou

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A Sputnik V é vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Rússia
Foto: Divulgação/SputnikV

A Sputnik V é vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Rússia

Após liberar a vacinação em militares, o governo russo disponibilizou o primeiro lote de vacinas da  Sputnik V  contra a Covid-19 para aplicação em um hospital na Zona Sul de Moscou, na Rússia.

O anúncio feito nesta segunda-feira (30), divulgado pela agência Reuters, explica que o Domodedovo Central City Hospital foi o centro médico escolhido para receber as primeiras doses do imunizante. 

De acordo com o comunicado do governo, os médicos residentes interessados em receber a vacina precisaram se registrar em um site do governo russo com antecedência e trazer um teste de Covid-19 com resultado negativo.

As primeiras pessoas, de acordo com o comunicado, receberam a imunização ainda na semana passada. Na terça-feira (24), o governo do país anunciou que a Sputnik V tem 95% de eficácia após a segunda dose. Os resultados, no entanto, não foram publicados em revistas científicas e analisados por outros pesquisadores.

Até agora, 2.500 soldados foram vacinados com a Sputnik V, com projeção de que esse número suba para 80 mil até o final de 2020.

A campanha é uma ordem de Vladimir Putin, presidente Rússia. No início deste ano, cerca de 120 soldados russos participaram de estudos da Sputnik V, vacina que, neste momento, passa pelos testes da Fase 3, que contará com 40 mil voluntários na Capital Moscou.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

“Muito preocupante”, diz OMS sobre aumento de casos de Covid-19 no Brasil

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O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus
Reprodução/Instagram

O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, reforçou nesta segunda-feira (30) que o Brasil precisa levar o aumento no número de casos de Covid-19 a sério. 

“O Brasil teve seu ápice em julho. O número de casos estava diminuindo, mas em novembro os números voltaram a subir. O Brasil precisa levar muito, muito a sério esses números. É muito, muito preocupante”, disse Tedros.

A época de férias e festas de fim de ano que se aproximam em várias partes do mundo é motivo de preocupação, segundo Tedros Adhanom Ghebreyesus. “Todos queremos estar juntos das pessoas que amamos durante períodos festivos, mas estar com a família e amigos não compensa colocá-los em risco.”

A recomendação da OMS é que os países sigam os  direcionamentos de entidades de saúde locais. “Celebre [as festas] com pessoas que vivem na mesma casa que você e evite reuniões com pessoas que moram em casas distintas”, disse Ghebreyesus. Distanciamento social e uso de máscaras foram medidas reforçadas pelo diretor geral da OMS.

“Precisamos controlar os casos e manter os números baixos. Os países precisam atacar os casos que ressurgem para que eles não se propaguem. Essa é a recomendação para todos os países. Uma vez que você reduz o número de casos, você precisa manter esse número baixo”, completou a líder técnica da entidade, Maria van Kerkhove.

Segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa, o Brasil tinha, até as 13h desta segunda, 172.866 mortes por Covid-19 confirmadas e mais de 6,3 milhões de casos.

Fonte: IG SAÚDE

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