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Saúde

Covid-19: Brasil tem 19,6 milhões de casos e 549,4 mil mortes

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O Brasil registrou em 24 horas 38.091 novos casos de covid-19. O acumulado de casos registrados no país desde o início da pandemia é de 19.670.534. Segundo balanço divulgado neste sábado (24) pelo Ministério da Saúde, com base em informações repassadas pelas secretarias estaduais de saúde e do Distrito Federal, no momento, há 780.326 casos em acompanhamento. Nessa situação, casos suspeitos, que ainda podem evoluir para diferentes quadros, inclusive graves, são observados por equipes de saúde.

Já o número de pessoas que não resistiram à covid-19 no Brasil subiu para 549.448. Em 24 horas, foram registradas 1.108 mortes. Há ainda 3.428 óbitos em investigação no país. 

Há, ao todo, 780.326 pessoas com casos ativos da doença em acompanhamento por profissionais de saúde e 18.340.760 pacientes já se recuperaram.

Estados

No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (137.211), seguido do Rio de Janeiro (58.361), Minas Gerais (49.675), Paraná (34.264) e Rio Grande do Sul (33.039). Entre os estados com menos registros de óbitos estão Acre (1.796), Roraima (1.828), Amapá (1.891), Tocantins (3.459) e Alagoas (5.724).

Boletim epidemiológico mostra a evolução dos números da pandemia de covid-19 n Brasil. Boletim epidemiológico mostra a evolução dos números da pandemia de covid-19 n Brasil.

Boletim epidemiológico mostra a evolução dos números da pandemia de covid-19 n Brasil. – Ministério da Saúde

Vacinação

Até hoje, foram aplicadas mais de 131 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Desse total, 94,6 milhões de pessoas receberam a 1ª dose e 37,1 milhões, a 2ª dose ou dose única.

Até o início da noite deste sábado, começaram a ser distribuídas 164,4 milhões de doses, tendo sido entregues 154,7 milhões de doses. Um total de 9,7 milhões de doses estão em processo de distribuição.

Edição: Paula Laboissière

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: Rio tem o menor número de internações desde 2020

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O número de pessoas internadas por covid-19 na rede municipal de saúde do Rio de Janeiro caiu para o menor patamar desde o dia 6 de abril do ano passado. Hoje (27), o Rio tem 438 pacientes internados nos hospitais municipais. No auge da pandemia, esse total superou 1,5 mil pessoas. 

Os dados foram divulgados nas redes sociais pelo secretário municipal da Saúde, Daniel Soranz, que comemorou a queda. De acordo com o secretário, “os efeitos da vacinação na redução dos casos graves por covid-19 são incontestáveis. Hoje o Rio tem a menor quantidade de internados desde o dia 6 de abril de 2020”.

Soranz disse, ainda, que a taxa de ocupação de leitos na cidade está em 47%. “A vacinação em massa foi a responsável pela redução nos índices de internação por covid-19 e por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG)”, explicou..

Vacinação

Nesta terça-feira (28) será aplicada nos postos de vacinação do município do Rio de Janeiro  a dose de reforço para idosos com 82 anos ou mais. A idade para esta dose va reduzindo com o passar da semana, até que no sábado (2) serão vacinadas pessoas com 78 anos. Também serão imunizadas pessoas com alto grau de imunossupressão com 40 anos ou mais e pessoas com 60 anos ou mais que tomaram a segunda dose, na cidade do Rio, até o dia 28 de fevereiro último.

As unidades seguem aplicando a segunda dose, conforme a data estipulada no comprovante de vacinação. O intervalo mínimo entre a aplicação da segunda dose ou dose única e a dose de reforço é de três meses para idosos e 28 dias para pessoas com alto grau de imunossupressão.

Documentos

Quem vai receber a vacina deve apresentar identificação original com foto, número do CPF e a caderneta de vacinação. Para a segunda dose, é importante levar também o comprovante da primeira aplicação. Pessoas com alto grau de imunossupressão devem apresentar comprovante de vacinação, documento de identificação e laudo médico digital do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj) com data inferior aos últimos 60 dias.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: fumo aumenta chances de hospitalização em até 80%, mostra estudo

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BBC News Brasil

Covid-19: fumo aumenta chances de hospitalização em até 80%, mostra estudo britânico
Mariana Alvim – @marianaalvim – Da BBC News Brasil em São Paulo

Covid-19: fumo aumenta chances de hospitalização em até 80%, mostra estudo britânico

Depois de mais de um ano e meio da pandemia de coronavírus, a incógnita sobre a relação entre cigarro e covid-19 tem sido tamanha que os resultados de diferentes estudos científicos apontaram desde um maior risco para fumantes à possibilidade de um efeito protetivo do tabaco.

Nesta segunda-feira (27/09), pesquisadores das universidades de Oxford e Bristol, no Reino Unido, dizem ter desenvolvido um método inédito para responder a essa pergunta. Em resumo, a resposta que eles dão é: fumar aumenta sim a chance de gravidade e morte por covid-19.

Em uma primeira parte do estudo, os cientistas partiram de um gigantesco banco de dados de saúde do Reino Unido, o UK Biobank, que contém informações sobre meio milhão de pessoas. Eles cruzaram estes dados com informações sobre testes positivos, hospitalizações e mortes por covid-19 em 2020; e também classificaram as pessoas entre as que nunca fumaram; as ex-fumantes; e as fumantes.

Com isso, os autores descobriram que os fumantes tinham 80% mais chances de serem hospitalizados com covid-19 do que as pessoas que nunca fumaram. A probabilidade de morrer pela nova doença chegou a ser de 2 a 6 vezes maior, dependendo da quantidade de cigarros fumados por dia.

Os resultados foram publicados na revista científica Thorax, do grupo de periódicos médicos BMJ, após o trabalho passar pelo processo de revisão dos pares (peer review).

Do meio milhão de pessoas cujos dados estão no UK Biobank, os autores do estudo chegaram a 1.649 pessoas que testaram positivo para o coronavírus em 2020.

Entretanto, não foi constatado no estudo uma relação entre infecção e fumo — ou seja, os resultados mostram que o cigarro aumenta as chances de gravidade de morte, mas não conseguiu constatar maior probabilidade de pegar a doença.

Esta parte do trabalho usa um método observacional, como boa parte de outros estudos científicos que buscaram responder à questão. Pesquisas assim muitas vezes trabalham em cima de dados do passado e que são permeáveis a interferências da “vida real”, como o estilo de vida e particularidades locais do grupo estudado. Elas são capazes de estabelecer uma correlação, mas não uma causalidade, entre fatores (no caso, fumo e covid-19).

A segunda parte do estudo da Thorax diz ter sido capaz de mostrar uma relação de causa e efeito entre o tabagismo e a doença, através de um método chamado de randomização mendeliana, que busca identificar características genéticas que sejam preditivas de um fator de risco específico.

Já existe uma literatura que permite mapear variantes genéticas associadas à iniciação ao tabagismo e ao tabagismo pesado. Isso foi feito com dados genéticos do UK Biobank.

“Nossa configuração genética influencia nossa predisposição a vários comportamentos relativos ao fumo — isso ao lado de fatores sociais”, explicou o médico e pesquisador Ashley Clift, da Universidade de Oxford, à BBC News Brasil por e-mail.

A predisposição genética à entrada no tabagismo foi associada a uma chance 45% maior de infecção; 60% de internação; e 35% de morte pro covid-19.

Já a predisposição ao fumo pesado elevou as chances de infecção em 2,5 vezes; de hospitalização em 5 vezes; e de morte, em 10 vezes.

“Uma das vantagens cruciais do nosso trabalho é a consideração tanto de análises observacionais quanto genéticas para chegar a conclusões. Isso permite lidar com possíveis limitações de uma única abordagem e focar no conjunto de evidências — que sugere de forma consistente o efeito prejudicial do tabagismo nos quadros de covid-19”, apontou Clift.


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Fonte: IG SAÚDE

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