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Saúde

Covid-19: Brasil registra 552 óbitos e 30.476 novos casos da doença

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O Ministério da Saúde divulgou hoje (28) novos números sobre a pandemia do novo coronavírus no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil tem 1.344.143 casos confirmados de covid-19 acumulados e o total de 57.622 mortes. Os casos de pacientes recuperados somam 733.848. 

Nas últimas 24 horas, o ministério registrou 552 óbitos e 30.476 novos casos da doença. 

A região Sudeste tem o maior número de casos acumulados desde o início da pandemia, com 914.004 casos e 52.882 mortes. O Nordeste aparece em segundo com 902.152 casos 36.648 óbitos. Em seguida estão as regiões Norte (502.928 casos e 18.622 mortes), Centro-Oeste (170.996 casos e 3.122 mortes) e Sul (137.254 casos e 2.866 óbitos). 

Boletim epidemiológico covid-19 Boletim epidemiológico covid-19

Boletim epidemiológico covid-19 – Ministério da Saúde

De acordo com o Ministério da Saúde, 3.824 mil casos estão em acompanhamento e 322 óbitos em investigação. 

Edição: Liliane Farias

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

São Paulo pode chegar a 720 mil casos de covid-19 até 15 de agosto

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O Centro de Contingência do Coronavírus em São Paulo estima que, até o dia 15 de agosto, o estado tenha entre 620 mil e 720 mil casos confirmados de covid-19.

Até essa mesma data, o centro acredita que o novo coronavírus possa ter tirado a vida de 26 mil a 31 mil pessoas.

O estado de São Paulo contabiliza, até hoje (03), 560.218 casos confirmados do novo coronavírus, com 23.365 mortes.

Novo coordenador

O governador de São Paulo, João Doria, anunciou hoje (3) o médico nefrologista e diretor do Hospital do Rim, José Medina, como novo coordenador do Centro de Contingência do Coronavírus. Ele substituirá Paulo Menezes.

O cargo de coordenador do centro geralmente é ocupado pelo período de 15 dias. O Centro de Contingência é formado por médicos e especialistas da área da saúde e discute e orienta as ações do governo paulista com relação ao novo coronavírus.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Rússia promete milhares de doses de vacina até o fim de 2020

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Rússia promete ser o primeiro país a ter vacina aprovada e aplicada de forma massiva
Getty Images/BBC

Rússia promete ser o primeiro país a ter vacina aprovada e aplicada de forma massiva

A Rússia anunciou hoje (03) que terá capacidade de produzir centenas de milhares de doses de vacina contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2)  já até o final deste ano e, a partir do início de 2021, “vários milhões”.

De acordo com o ministro do Comércio da Rússia, Denis Maturov, três empresas biomédicas iniciarão em setembro a produção industrial da vacina desenvolvida pelo laboratório de pesquisa em epidemiologia e microbiologia Nikolai Gamaleia.

“De acordo com as primeiras estimativas (…) poderemos fornecer várias centenas de milhares de doses da vacina a cada mês a partir deste ano e depois vários milhões a partir do início do ano que vem”, disse à agência pública de notícias TASS .

O chefe do Fundo Russo para Investimentos Diretos, garantiu, também nesta segunda-feira, que a aprovação oficial da vacina deve acontecer “dentro de dez dias”.

“Estaremos à frente não apenas dos Estados Unidos, mas também de outros países. Esta será a primeira vacina aprovada contra o coronavírus”, afirmou Kirill Dmitriev.

O ministro russo disse, em comunicado, que os ensaios clínicos em militares “mostraram claramente uma resposta imune” ao novo coronavírus, sem que tenham sido observado “efeitos colaterais ou anormalidades”.

A vacina russa utiliza o adenovírus como vetor viral, isto é, um outro vírus que foi transformado e adaptado para combater a Covid-19. A tecnologia também escolhida pela Universidade de Oxford.

A rapidez, no entanto, traz preocupação a diversos pesquisadores internacionais, que alertam para o negligenciamento de algumas etapas imprescindíveis para o desenvolvimento de um imunizante eficaz e seguro.

Vitali Zverev, professor e chefe de laboratório do instituto de pesquisa Metchnikov, disse à AFP que era muito cedo para homologar uma vacina que não foi testada o suficiente para garantir sua segurança.

“É impossível garantir a segurança de uma vacina durante um período de tempo como este que nos separa do início da pandemia”, afirmou. O professor ainda disse que as empresas biomédicas que irão produzir a vacina não estão acostumadas à tecnologia avançada que será utilizada.

Até o momento, a Rússia não publicou um estudo detalhado dos resultados de seus testes para estabelecer a eficácia dos produtos que afirma ter desenvolvido.

O centro público de pesquisa Vektor, na Sibéria, está trabalhando em outra vacina, cujas primeiras doses devem estar prontas a partir de outubro, segundo as autoridades.

Atrás dos Estados Unidos, Brasil e Índia, a Rússia é o quarto país com mais casos de infecções pelo Sars-Cov-2.

Fonte: IG SAÚDE

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