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Saúde

Covid-19: Brasil registra 316 óbitos e 76,6 mil casos em 24 horas

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As secretarias estaduais e municipais de Saúde registraram 76.638 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas em todo o país. Foram confirmadas no mesmo período  316 mortes por complicações associadas à doença. Os dados estão na atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta terça-feira (28).

Com as novas informações, o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus durante a pandemia já soma 32.206.954.

O número de casos de covid-19 em acompanhamento está em 771.183. O termo é usado para designar casos notificados nos últimos 14 dias em que o paciente não teve alta e não houve morte.

Com os números de hoje, o total de óbitos alcançou 670.848, desde o início da pandemia. Ainda há 3.266 mortes em investigação. As ocorrências envolvem casos em que o paciente faleceu, mas a investigação da causa da morte ainda demanda exames e procedimentos complementares.

Até agora, 30.764.923 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 95,5% dos infectados desde o início da pandemia.

Boletim Epidemiológico Boletim Epidemiológico

Boletim Epidemiológico – 28/06/2022/Divulgação/ Ministério da Saúde

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (170.736), Rio de Janeiro (74.092), Minas Gerais (62.064), Paraná (43.707) e Rio Grande do Sul (39.974).

Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (2.002), Amapá (2.140), Roraima (2.153), Tocantins (4.162) e Sergipe (6.357).

Vacinação

Até o momento, já foram aplicadas 450.433.361 doses de vacinas contra a covid-19, sendo 178 milhões como primeira dose; 160,7 milhões, como segunda; e 4,9 milhões como dose única.

Já receberam a dose de reforço vacinal 93,3 milhões de pessoas. A segunda dose extra, ou quarta dose da vacina, foi aplicada em 9,1 milhões de pessoas.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Poliomielite: Brasil começa hoje campanha de vacinação contra a doença

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Poliomelite
Agência Brasil

Poliomelite

O Brasil dá início, nesta segunda-feira, à campanha de vacinação contra a poliomielite, doença também conhecida como pólio e paralisia infantil.

O objetivo é ampliar a cobertura da proteção contra a doença, que não chegou a 50% do público-alvo em 2022, embora a meta preconizada pelo Ministério da Saúde seja de 95% para manter o vírus erradicado no país.

A mobilização vai até o dia 9 de setembro, e envolve ainda um esforço para aplicar as demais vacinas que compõem o calendário da criança e do adolescente, como tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba) e HPV.

“Faço um apelo a todos os pais e mães, avós e avôs para que levem as crianças da sua família para as mais de 38 mil salas de vacinação do país. Não faltam vacinas, elas estão aí e elas só têm um dono: o povo brasileiro. Temos que imunizar 15 milhões de crianças contra a pólio”,  afirmou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante o evento de lançamento da campanha em São Paulo, neste domingo.

A cobertura da pólio é uma das mais preocupantes no momento. Isso porque, segundo dados do Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI), apenas cerca de 47% do público-alvo foi imunizado contra a doença neste ano.

O percentual não atinge os 95% desejados pelo ministério desde 2015. No ano passado, alcançou apenas 70% das crianças.

A queda na proteção coloca o Brasil em alto risco de reaparecimento da doença, que é considerada erradicada no país desde 1994.

Outros países que também enfrentam baixa cobertura vacinal, como Estados Unidos e Israel, têm vivido novos casos da paralisia infantil. O combate à pólio é considerado uma emergência internacional de saúde pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em julho, o estado de Nova York, nos Estados Unidos, detectou o primeiro caso de poliomielite em mais de dez anos. O paciente foi identificado como um homem adulto não vacinado. Já Israel apresentou uma série de infecções no início do ano, quando direcionou esforços para ampliar a baixa imunização no país. No Reino Unido, o vírus foi encontrado pela primeira vez em quarenta anos. Também houve um surto da doença no Malawi, na África, após a infecção de uma criança de 3 anos.

O esquema de imunização contra a doença no Brasil é composto de cinco doses, as três primeiras com a vacina de vírus inativada aos 2, 4 e 6 meses de idade, aplicadas por injeção.

Depois, entre os 15 e os 18 meses de idade, é feito o primeiro reforço com a vacina de vírus atenuado, a famosa gotinha. Aos 4 anos de idade, é realizado o segundo, e último, reforço, também por via oral.

O Ministério da Saúde estima que é preciso vacinar mais de 14 milhões de crianças contra a doença durante a campanha para chegar à cobertura de 95%. Para isso, cerca de 40 mil postos de saúde pelo país estão oferecendo todas as doses do imunizante.

Além da proteção contra a pólio, a mobilização foca em demais vacinas destinadas à criança e ao adolescente, como a da Covid-19, disponível hoje no país para todos com três anos ou mais. Confira todas as vacinas:

Vacinação infantil

  • Hepatite A e B
  • Penta (DTP/Hib/Hep B)
  • Pneumocócica 10 valente
  • VIP (Vacina Inativada Poliomielite)
  • VRH (Vacina Rotavírus Humano)
  • Meningocócica C (conjugada)
  • VOP (Vacina Oral Poliomielite)
  • Febre amarela
  • Tríplice viral (Sarampo, Rubéola, Caxumba)
  • Tetraviral (Sarampo, Rubéola, Caxumba, Varicela)
  • DTP (tríplice bacteriana)
  • Varicela
  • HPV quadrivalente (Papilomavírus Humano)
  • Covid-19

Vacinação adolescentes

  • HPV
  • dT (dupla adulto)
  • Febre amarela
  • Tríplice viral (Sarampo, Rubéola, Caxumba)
  • Hepatite B
  • dTpa (tríplice bacteriana adulto)
  • Meningocócica ACWY (conjugada)
  • Covid-19

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Colesterol alto é fator de risco para doenças cardiovasculares

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O presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes – Regional RJ (SBD-RJ), Daniel Kendler, lembra, no Dia Nacional de Prevenção e Controle do Colesterol, comemorado hoje (8), que o excesso dessa gordura no organismo é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC) ou derrame. Cerca de 40% da população brasileira têm colesterol elevado, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). 

Em entrevista à Agência Brasil, Kendler, endocrinologista e professor do Instituto de Educação Médica (Idomed) da Universidade Estácio de Sá, explicou que o colesterol é um tipo de gordura produzida tanto pelo próprio organismo quanto pela ingestão de alimentos. 

“Essa gordura é importante para a fabricação de hormônios, para a constituição de membranas celulares. Ela tem várias funções que são super importantes”. Já o excesso de colesterol, entretanto, principalmente do chamado colesterol LDL, ou colesterol ruim, é um dos principais fatores de risco para as doenças cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC) ou derrame. O “colesterol bom” é conhecido como HDL.

Segundo o endocrinologista, o excesso de colesterol pode se depositar nas paredes das artérias, fazendo com que elas fiquem obstruídas e o sangue pare de chegar ao coração; no caso das artérias cerebrais, pode ocorrer o AVC ou derrame cerebral.

Combate

Para combater o excesso de colesterol, Daniel Kendler destacou a necessidade de melhorar a saúde do indivíduo como um todo. “Quando queremos melhorar o colesterol alto, logo pensamos nas medidas que evitam as doenças cardiovasculares: manter o peso adequado, fazer atividade física regular, não fumar, não ingerir bebida alcoólica em demasia. Tudo isso é importante para o indivíduo que tem colesterol alto. Porque a doença cardiovascular tem vários fatores de risco e temos que atacar todos eles”.

Outro orientação útil para a redução do colesterol alto é evitar o consumo de gorduras saturadas, principalmente gorduras de origem animal. “É o indicado para redução do colesterol”, afirmou o médico. Ele admitiu que, em alguns momentos, dependendo dos níveis de gordura, há necessidade do uso de medicamentos. “Mas vida saudável todo mundo pode e deve ter, independentemente de ir ao médico”.

A realização de exame de sangue anual para medir o colesterol é importante, lembrou o presidente da SBD-RJ. Isso se explica porque o colesterol alto não apresenta sintoma nenhum. A orientação é que, a partir de 40 anos de idade, ou antes, se a pessoa tiver outros fatores de risco, como obesidade, diabetes, história familiar, pressão alta, deve fazer, além da consulta, exame laboratorial para avaliar os níveis de colesterol.

Recomendação

Kendler ressaltou que não existe receita mágica, porque cada indivíduo é diferente. Mas a recomendação geral para evitar o colesterol alto é “não fume, beba com moderação, faça atividade física regular e tenha uma alimentação balanceada em relação à proteína animal, com pouca gordura saturada, muita fibra, vegetais, frutas”. Acrescentou que a proteína animal, com muita gordura, tende a aumentar o colesterol.

O especialista destacou que anualmente, no Brasil, as doenças cardiovasculares são as principais causas de óbitos registrados. Observou ainda que a hereditariedade também pode determinar o colesterol alto, mesmo em indivíduos que tenham hábitos saudáveis. É a chamada hipercolesterolemia familiar, comentou.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Saúde

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