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Saúde

Covid-19: Brasil registra 174 óbitos e 44,4 mil casos em 24 horas

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As secretarias estaduais e municipais de Saúde registraram 44.441 novos casos de covid-19 na últimas 24 horas em todo o país. Foram confirmadas também 174 mortes por complicações associadas à doença no mesmo período. Os dados estão na atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta terça-feira (14). Segundo a pasta, o estado do Tocantins não atualizou os dados do dia.  

Com as novas informações, o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus durante a pandemia já soma 31.541.479.

O número de casos em acompanhamento de covid-19 está em 613.673. O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não tiveram alta e nem resultaram em óbito.

Com os números de hoje, o total de óbitos alcançou 668.354, desde o início da pandemia. Ainda há 3.226 mortes em investigação. As ocorrências envolvem casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demanda exames e procedimentos complementares.

Até agora, 30.259.452 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 96% dos infectados desde o início da pandemia.

Aos sábados, domingos e segundas-feiras, o número registrado diário tende a ser menor pela dificuldade de alimentação dos bancos de dados pelas secretarias municipais e estaduais de Saúde. Às terças-feiras, o quantitativo, em geral, é maior pela atualização dos casos acumulados nos fins de semana.

Boletim epidemiológico 14.06.2022 Boletim epidemiológico 14.06.2022

Boletim epidemiológico 14.06.2022 – Ministério da Saúde

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, o estado com mais mortes por covid-19 até o momento é São Paulo, com 169.851 óbitos, seguido por Rio de Janeiro (73.926), Minas Gerais (61.760), Paraná (43.488) e Rio Grande do Sul (39.750).

Já os estados com menos óbitos resultantes da doença são Acre (2.002), Amapá (2.137), Roraima (2.152), Tocantins (4.157) e Sergipe (6.352).

Vacinação

Até hoje, foram aplicadas 442.110.508 doses de vacinas contra a covid-19, sendo 177,3 milhões como primeira dose, 159,8 milhões como segunda dose e 4,9 milhões como dose única. Já receberam a dose de reforço 89,6 milhões de pessoas. A segunda dose extra foi aplicada ae 6,3 milhões.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Sucesso: pílula antirressaca esgota em 24 horas no Reino Unido

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ressaca, bêbado, bebida
Pixabay

ressaca, bêbado, bebida

A pílula milagrosa que promete acabar com a ressaca da bebedeira e deixar o amante das bebidas alcoólicas “revigorado” na manhã do dia seguinte esgotou em 24 horas no Reino Unido o estoque que deveria durar pelo menos seis meses. Os clientes aflitos para comprar o comprimido se assustaram ao entrar no site e deparar com a mensagem “Sold Out” (esgotado, em inglês).

A compra, que anteriormente era ilimitada, foi reduzida para apenas uma caixa de 30 comprimidos – que valem cerca de R$165,00. O medicamento, chamado de Myrkl, funciona por até 12 horas, mas deve ser consumido pelo menos duas horas antes da primeira taça de bebida alcoólica.

O diretor executivo do Myrkl, Håkan Magnusson, afirmou que seus funcionários estão “trabalhando o mais rápido possível para garantir que as pessoas possam voltar a fazer pedidos no site”. Uma vez que as pílulas não estão sendo vendidas em supermercado, mas sim apenas no site da empresa. Magnusson afirmou que a previsão é de que seja liberado mais lotes para a venda nos próximos dias.

O diretor revelou que recebeu pedidos de lugares tão distantes e nunca antes imagináveis por ele como Austrália e Nova Zelândia.

Estudos mostraram que as pessoas que beberam duas taças de vinho e tomaram dois comprimidos tinham 70% menos álcool no sangue uma hora depois, em comparação com aqueles que não tomaram.

O remédio começa o efeito no momento que é ingerido podendo reduzir a concentração de álcool no sangue em 50% já nos primeiros 30 minutos após a ingestão da bebida alcoólica. Os criadores ainda afirmam que o suplemento, aumenta a energia e a imunidade.

Uma usuária que experimentou a pílula pela primeira vez no fim de semana disse que se sentiu visivelmente menos bêbada e de ressaca enquanto bebia Myrkl, entretanto não escapou totalmente dos sintomas e foi atingida por uma dor de cabeça ao meio-dia do dia seguinte. O que é normal, visto que há outros mecanismos envolvidos no processo da ressaca e que não são englobados pela pílula. Como por exemplo a desidratação, o baixo nível de açúcar no sangue e o metanol que contribuem para o sentimento de mal estar após beber demais e, mesmo tomando o comprimido não deixa totalmente livre da ressaca, ainda podendo ficar “alegre”.

Entenda como funciona o medicamento

Normalmente, o álcool é decomposto pelo fígado em acetaldeído, que então produz o composto ácido acético no corpo. Acredita-se que isso esteja por trás dos sintomas reveladores da ressaca. Myrkl, porém, fará o oposto. Ele promete decompor o álcool no intestino antes de chegar ao fígado. O que ainda pode proteger o fígado de futuros problemas relacionados a bebida.

A pílula contém as bactérias Bacillus Coagulans e Bacillus Subtilis e o aminoácido L-Cisteína, que decompõe o álcool em água e dióxido de carbono, o que garante que quase nenhum acetaldeído e ácido acético são produzidos pelo fígado. Elas também têm em sua composição vitamina B12, que auxilia no sentimento de “deixar revigorado”.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Vacina contra o câncer tem resultados positivos na Inglaterra

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Vacina contra o câncer tem resultados positivos na Inglaterra
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Vacina contra o câncer tem resultados positivos na Inglaterra

Uma vacina personalizada contra o câncer que usa tecnologia semelhante ao imunizante contra a Covid-19 produziu resultados iniciais “realmente esperançosos”, de acordo com os pesquisadores do Clatterbridge Cancer Center, da Inglaterra.

O medicamento foi desenvolvido de forma individual dos pacientes, a partir do DNA de cada um deles. A vacina foi aplicada como complemento do tratamento convencional para câncer de cabeça e pescoço.

Esses dois tipos de câncer costumam ter chances elevadas de retornar aos pacientes. Mas dados do ensaio clínico realizado no Clatterbridge Cancer Center mostram que nenhum dos oito primeiros pacientes que receberam a vacina tiveram recaída, mesmo após vários meses.

No entanto, o câncer voltou em dois dos oito pacientes que não foram imunizados com a vacina. De acordo com os pesquisadores, os números são muito pequenos para tirar conclusões estatísticas definitivas.

O professor Christian Ottensmeier, consultor médico oncologista e diretor de pesquisa do Clatterbridge Cancer Center, disse à Sky News que está “cautelosamente otimista”.

“Estou realmente esperançoso, sim”, disse Ottensmeier. “Estou bastante animado com isso. Todos os dados estão apontando na direção certa”.

A vacina foi batizada de TG4050. Ela é desenvolvida pela empresa francesa Transgene usando tecnologia semelhante à que produziu a vacina contra a Covid-19 da AstraZeneca.

O medicamento da Transgene pega uma parte do DNA do tumor de um paciente individual, “recorta e cola” em um vírus inofensivo. Depois o vírus geneticamente modificado é injetado no corpo e atua no sistema imunológico destruindo as células cancerígenas ainda em um estágio inicial, antes mesmo que haja um nódulo.

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Fonte: IG SAÚDE

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