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Saúde

Covid-19: 20 milhões estão com a segunda dose da vacina atrasada

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Registro da vacinação contra a Covid-19
Eduardo Lopes/ Fotos Públicas

Registro da vacinação contra a Covid-19


Dados do  Ministério da Saúde divulgados nesta quinta-feira (21) confirmam que mais de 20 milhões de pessoas ainda não voltaram ao posto de vacinação para completar o esquema vacinal contra a Covid-19 em todo o Brasil. O levantamento considera apenas casos em que o prazo estipulado para a segunda dose já venceu. Se todos tivessem cumprido o prazo, o Brasil teria mais de 80% do público-alvo (12 anos ou mais) completamente vacinado.

Quem vai ao posto de vacinação tomar a primeira dose já sabe quando precisa retornar para completar a vacinação. A data de retorno normalmente é anotada no próprio cartão de vacina. Em comunicado, o Ministério da Saúde reforçou a importância dessa ação dentro do intervalo recomendado para cada imunizante. “Só assim as vacinas irão atingir a efetividade necessária contra a Covid-19”, diz a pasta.

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De acordo com os últimos boletins epidemiológicos divulgados pelo governo federal, a média móvel de óbitos registra uma queda de 87% se comparado com o pico da pandemia, em março e abril deste ano. Até o momento, o Ministério da Saúde enviou aos estados e ao Distrito Federal mais de 320 milhões de doses de vacina contra Covid-19. Ao todo, 151,9 milhões de pessoas receberam a primeira dose. O número de pessoas com o esquema vacinal completo soma 111,8 milhões, o que é mais da metade da população.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19: Brasil registra 215 óbitos e 12,9 mil novos casos

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O boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde na noite de hoje (2) mostra que o Brasil registrou, em 24 horas, 215 novas mortes em decorrência de covid-19. Com isso, o país chegou a 615.179 mortes durante a pandemia.

O levantamento mostra que 12.910 novos casos da doença foram registrados no sistema de monitoramento da doença. No total, o país registrou até o momento 22.118.782 casos de infecção pelo novo coronavírus. O informativo também traz os dados sobre óbitos em decorrência de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), que somam 144 casos, enquanto outras 2.862 mortes estão sob investigação de órgãos de saúde.

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza as informações sobre a pandemia no Brasil. Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza as informações sobre a pandemia no Brasil.

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza as informações sobre a pandemia no Brasil. – Ministério da Saúde

O país tem 152.098 casos ativos de covid-19 em monitoramento. O número diz respeito a casos diagnosticados que estão sob supervisão médica ou em isolamento.

O número de recuperados é de 21.351.505 casos, o que corresponde a 96,5% do total de infectados.

Estados

O ranking de mortes por estado segue inalterado. São Paulo lidera com 154.213 óbitos; Rio de Janeiro em segundo lugar, com 69.102; Minas Gerais está em terceiro, com 56.266; Paraná em quarto, com 40.803 e Rio Grande do Sul contabiliza 36.165 mortes por covid-19.

Os estados que menos registraram mortes por covid-19 foram o Acre (1.849), o Amapá (2.004) e Roraima (2.054).

Vacinação

O painel de vacinação do Ministério da Saúde registra, no momento da reportagem, 372.577.092 doses de vacina distribuídas por todo o país. Os números são referentes ao dia 1º de dezembro. A ferramenta informa que destas, 312.814.788 doses foram aplicadas, sendo 159,19 milhões referentes à primeira dose e 139,52 referentes à segunda dose ou dose única.

Segundo a pasta, 13.512.680 doses de reforço já imunizaram os brasileiros. O Brasil conta com 18,8 mil leitos de UTI autorizados para o tratamento de covid-19 e SRAG. O ministério registra, ainda, que o governo federal já investiu cerca de R$ 208,1 bilhões em vacinas.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Variante Ômicron: Momento é de ‘apertar os cintos’, diz virologista

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Micrografia eletrônica de varredura de uma célula infectada com uma cepa variante das partículas do vírus SARS-CoV-2
NIAD

Micrografia eletrônica de varredura de uma célula infectada com uma cepa variante das partículas do vírus SARS-CoV-2

O brasileiro sentiu-se perto da “luz do fim do túnel” diante das flexibilizações pautadas pela queda nos índices da covid-19 no país. Mas agora, diante dos primeiros casos da variante Ômicron , detectada na África nas últimas semanas, cresce o receio de uma nova – e mais devastadora – onda de infecções no país.

Em entrevista exclusiva ao iG , o professor do Departamentamento de Microbiologia do Instituto de Ciências Biológicas (ICB), membro do Comitê Permanente de Enfrentamento do Novo Coronavóris da UFMG e presidente da Sociedade Brasileira de Virologia (SBV), o virologista Flávio Guimarães da Fonseca diz que é hora de atenção – de “apertar os cintos” e se manter aplicado nas medidas de prevenção.

Segundo o especialista, a variante apresenta pontos que a classificam como “bastante preocupante”: o fato de que ela deriva de outras linhagens que já circulavam na África, o que pode indicar uma evolução ao longo do tempo, e a a quantidade de mutações que ela apresenta.

“Ela tem uma constelação de mutações muito impressionante. Para efeito comparativo, a Ômicron tem na sua proteína de superfície, o principal alvo das vacinas, 32 mutações, quase o dobro da encontrada na Delta, que já é uma variante perigosa”, explica.

“Muitas dessas mutações são encontradas em outras variantes, e já são relacionadas ao aumento de transmissibiliade o aumento de resistencia à resposta imunologica gerada por vacina”, diz. “Essas mutações exclusivas da Ômicron, a gente ainda não tem muita ideia do que podem fazer. É meio que um momento de esperar, e apertar os cintos apertados para ver o que vai acontecer”.

O domínio da Ômicron sobre a Delta, que até então era predominante no continente africano, também é motivo de atenção.

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“Isso mostra que ela tem vantagens competitivas em relação à Delta, que já era perigosa. E isso está se confirmando pela rapidez com que ela se dissemina no mundo. Esses três pontos salientam o quanto essa variante é preocupante. Não devemos ter pânico, estimular pânico, mas temos que estar atentos”, alerta.

Enquanto muitos temem a volta das medidas mais restritivas de circulação, Guimarães diz que o avanço da vacinação é que separa o país de uma crise como a vivida em janeiro de 2021.

“Existe uma diferença fundamental entre o início de 2021 e agora: a cobertura vacinal. O Brasil do início de 2021 praticamente não tinha iniciado o programa de vacinação de forma intensa. Tanto que isso pode ser um dos fatores responsáveis por a [variante] Delta não ter causado o aumento de casos que vimos na Europa. Saímos de 0% de cobertura vacinal para mais de 60%. Isso pode fazer diferença e impedir que a gente tenha um comportamento epidêmico semelhante ao início desse ano, quando entramos em uma segunda onda vertiginosa com quase 400 mil mortos”, compara.

“É improvável que isso aconteça, mas para que não aconteça, e para que a gente consiga seguir nesse rumo de controlar a epidemia, temos que seguir atentos, principalmente com as ações de vacinação, intensificar e aumentar a vacinação de reforço nos grupos que já podem receber a dose.

A receita para fugir da Ômicron, no entanto, permanece a mesma: usar máscara, evitar aglomerações mantendo o distanciamento social e fazer a higiene correta das mãos. “Temos que ficar atentos à essas regrinhas. A gente vinha discutindo [a liberação de máscaras], é natural, estamos todos cansados, todos querendo fazer Reveillón, carnaval, o problema é que a pandemia não foi vencida. E a variante surge para nos lembrar que ela não foi vencida. Não dá para jogar tudo por terra agora. Estamos muito perto de conseguir, realmente, contornar esse ano difícil. Precisamos manter a vigilância. Essa é a lição – e a missão – que temos agora.”

Fonte: IG SAÚDE

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