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Covas assina protocolos de saúde para reabertura de museus, teatros e cinemas

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Bruno Covas
Reprodução

Prefeito de São Paulo, Bruno Covas assinou protocolos para reaberturas na fase verde do Plano São Paulo

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), assinou na tarde desta quinta-feira (24) os protocolos sanitários que deverão ser seguidos pelos equipamentos culturais na capital paulista. O documento prepara a cidade para a fase verde do Plano São Paulo , que possibilita a abertura de áreas de cinema, teatro e espetáculos; eventos, bibliotecas; museus e galerias; e equipamentos multiculturais.

A autorização de reabertura dos setores deve ocorrer no dia 9 de outubro, data da próxima reclassificação do Estado. No dia 19 de setembro, porém, muitas instituições culturais já recebiam um documento com normas e exigências para uma eventual reabertura, numa sugestão de que deveriam se preparar.

Participaram da cerimônia os secretários de Governo, Rubens Rizek, Casa Civil, Orlando Faria, Cultura, Hugo Possolo, Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Aline Cardoso, e Saúde, Edson Aparecido. Após as assinaturas, os presentes se uniram para uma foto em grupo que marca o momento como primeiro passa para reabertura do setor.

De acordo com Covas, o plano de reabertura é possível após uma queda gradativa de vítimas da pandemia. “A cidade atravassou e está atravessando esta pandemia com números bem melhores do que outras cidades do mesmo porte, como por exemplo Nova York, que tem o dobro no número de mortes. Parte desse sucesso se deve á população, que entendeu o recado, permaneceu dentro de casa e mudou seus costumes”, avaliou o prefeito.

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R$100 milhões por selfie com Bolsonaro? Em vídeo, apoiador faz proposta curiosa

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Presidente Jair Bolsonaro
Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) postou um vídeo em rede social que tem despertado a curiosidade de seus apoiadores. As imagens são da frente do Palácio da Alvorada , em encontro com um apoiador, ocorrido na manhã ontem. As informações são do jornal Correio Braziliense.

O homem, que não é mostrado no vídeo, questiona o presidente se pode fazer uma pergunta a ele, e logo diz: “Se um brasileiro honrado, que tem muito apreço pelo senhor, pudesse fazer um testamento para lhe dar R$ 100 milhões e a única condição é que o senhor tirasse uma selfie com essa pessoa”.

Dando risada, Bolsonaro desconversa e não responde à pergunta. “Esquisita essa selfie aí. Quer me dar 100 milhões, é isso?”. O apoiador, no entanto, continua, tentado explicar que queria fazer com que o documento que tinha nas mãos chegasse até presidente.

“Eu vou lhe explicar porque eu estou fazendo essa consulta, que dependeria do senhor aceitar ou não essa condição. Obviamente que eu tive que encaminhar isso pelos meios oficiais. Eu protocolei isso lá no seu gabinete, protocolei no Ministério da Economia. E, para garantir que isso chegasse às suas mãos, porque depende do senhor dizer se aceita ou não, eu também entreguei à uma senadora…”, argumentou ele.

Nesse ponto, Bolsonaro interrompe o homem e diz que tira selfie com todo mundo: “Não pergunto o que o cara vai me dar”. O apoiador terminou sem conseguir explicar exatamente o que queria do presidente.

Ainda, no fim do vídeo, uma mulher aborda Bolsonaro e pede um cargo para um terceiro homem, dizendo “ser da sua confiança”, e o político recusa. Por fim, ao posar para uma foto com a apoiadora, o presidente brinca: “Essa aqui vale uma vaga na Sesai”.

Compartilhado pelo presidente 

De acordo com o portal, nesta quinta-feira (29), o vídeo foi compartilhado em todos os perfis de Jair Bolsonaro. Antes disso, as imagens tinham ido ao ar em sua conta oficial no Twitter na noite de quarta, mas foi retirada e repostada nessa manhã. Por lá, alguns seguidores pareciam confusos com o vídeo e a proposta.

Aparentemente, o presidente não entrará em mais detalhes sobre o assunto, já que a publicação anterior e a posterior são sobre assuntos completamente diferentes.


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Bairros de maioria negra de São Paulo têm expectativa de vida mais baixa

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Periferia de São Paulo
Rovena Rosa/Agência Brasil

Jardim ângela é o distrito de expectativa de vida mais baixa

A cidade de São Paulo, apesar de ser a mais rica do país, tem alto índices de desigualdade social e econômica. De acordo com o Mapa da Desigualdade 2020, divulgado pela Rede Nossa São Paulo nesta quinta-feira (29), os quatro distritos com a menor idade média ao morrer na capital paulista estão entre os com mais de 50% dos moradores negros: Jardim Angela (58,3 anos), Cidade Tiradentes (58,5 anos), Iguatemi (59,1 anos) e Grajaú (59,5 anos). 

No geral, 35,3% dos paulistanos se consideram pretos ou pardos. Os distritos com maior parte da população negra são Anhanguera (50,3%), Brasilândia (50,6%), Capão Redondo (53,9%), Cidade Ademar (50%), Cidade Tiradentes (56,1%), Grajaú (56,8%), Guaianases (51,5%), Iguatemi (50,9%), Itaim Paulista (54,8%), Jardim Ângela (60,1%), Jardim Helena (54,7%), Jardim São Luís (51,3%), Lajeado (56,2%), Parelheiros (56,6%), Pedreira (52,4%) e Vila Curuçá (51,2%).

Nas regiões com a maior idade média ao morrer, o percentual de população negra é menor que 9%. No Jardim Paulista, a idade média ao morrer é de 81,5 anos e o percentual de negros é de 8,5%. No Alto de Pinheiros, a idade média ao morrer, em 2019, foi de 81,1 anos e tem 8,1% de população negra.

Segundo Jorge Abraão, coordenador geral do Instituto Cidades Sustentáveis e da Rede Nossa São Paulo,  é possível, a partir desses dados, “atuar fortemente junto com organizações da sociedade civil para a construção de políticas públicas contra a desigualdade na cidade de São Paulo”.

Ainda segundo Abraão, a desigualdade é o maior problema da capital paulista. “É a origem de uma série de problemas e se conseguirmos enfrentá-la, vamos avançar”, afirma. 

Racismo é menor nas periferias

A nova edição do Mapa da Desigualdade reuniu os dados sobre o coeficiente de pessoas que foram vítimas de racismo e injúria racial para cada 10 mil habitantes por bairro. A média da cidade ficou em dois casos para cada dez mil por bairro.

Na Barra Funda foram 20,1 casos por 10 mil em 2019. Na Sé, foram 24,2 casos. O Brás teve 13,5 casos e na República foram 12,7 casos. Nas periferias, por outro lado, o registro de casos de racismo e injúria racial ficaram abaixo da média. Lajeado (1,2), Anhanguera (0,4), Parelheiros (0,4), Itaim Paulista (1,3) e Jardim Ângela (0,6).

Habitação

Os distritos com mais negros também têm a maior concentração de famílias morando em favelas, de acordo com o estudo. No Jardim São Luis, 69,5% da população vive em favelas; Jardim Ângela (53,9%); e Vila Andrade (34,7%).

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