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Corte de rabo em cães pode causar paralisia, afirma veterinária

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Por mais que seja uma prática ilegal, o corte de rabo em cães ainda é muito comum em algumas raças. Porém isso pode causar diversos problemas para o pet, segundo a veterinária Milena Guimarães. “O corte de rabo é proibido pelo conselho federal de medicina veterinária”, afirma. A proibição faz parte da Resolução nº 1027, de 18 de junho de 2013.

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Corte de rabo de cachorro é crime
shutterstock

Corte de rabo de cachorro é crime


Milena conta que a única exceção para que seja feito o corte é quando existe algum risco para o cão, como tumores, fraturas e outros acidentes. “A única finalidade de cortar o rabo de um cão saudável é o desejo do dono de manter o padrão estético que era utilizado no passado”, diz.

A prática pode, além de dor, causar até paralisia. “Problemas de locomoção como falta de equilíbrio e paralisia são comuns em alguns cachorros com rabo cortado”, afirma a veterinária. As raças mais comuns de sofrerem com essa mutilação são: Pinscher , Boxer, Poodle, Rotweiller e Yorkshire.

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Assim como a cauda, as orelhas também costumam ser cortadas em alguns casos, o que também é proibido e faz parte da mesma resolução. A pena para este crime é de detenção de três meses a um ano, além de multa. Mesmo assim, muitos canis ainda optam por este procedimento, que além de cruel, pode causar danos irreparáveis aos pets. “O corte de orelhas e rabos só deve ser feito mediante as razões terapêuticas já citadas acima”, finaliza Milena.

Fonte: Canal do Pet
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Principais erros que causam acidentes domésticos com animais de estimação

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Os brasileiros não priorizam cuidados preventivos com os animais de estimação . Essa é a conclusão de uma pesquisa realizada pelo IBOPE Inteligência e divulgada pela Bayer. Os dados são alarmantes e mostram que a maioria dos animais não está protegida dentro da própria casa. 

De acordo com o estudo feito em território nacional, 76% dos respondentes afirmaram que  não fizeram nenhuma ação ou mudança em suas casas para receber os pets e apenas 26% deles têm alguma atenção com os perigos domésticos que podem colocar a saúde do bichinho em risco. 

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A principal causa de acidentes domésticos com animais de estimação é a queda de locais altos, como escadas

O principal motivo de acidentes domésticos com animais de estimação é a queda de lugares altos – 17% dos casos acontecem com cães e 22% com gatos. Segundo Mariana Buck, veterinária que atende na clínica médica do Hospital Veterinário Santa Inês, essas quedas normalmente acontecem de janelas, muros, lajes e escadas. “Elas podem ocasionar fraturas, trauma craniano, contusão pulmonar ou até óbito”, alerta. 

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A segunda causa mais frequente de acidentes é ingestão de substâncias tóxicas (produtos de limpeza, higiene, remédios, plantas, etc) – o que aconteceu com 16% dos animais. Mariana conta que dentro da Instituição Santa Inês muitos casos de intoxicação são atendidos: “Muitas vezes o próprio tutor coloca algum componente químico, um veneno para roedores, por exemplo, os pets ingerem e acabam vindo parar na emergência.”

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Outro acidente que leva a atendimentos frequentes no Hospital Veterinário é o afogamento. “Filhotes costumam se afogar em bacias ou até baldes cheios, mas isso pode acontecer até com o pet adulto. Casos envolvendo piscinas também são comuns”, afirma a veterinária. 

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Afogamento também está entre as principais causas de acidentes domésticos com animais de estimação


Como tornar a casa segura para os animais de estimação?

Quando se trata das quedas a principal maneira de evitá-las é a proteção, o que possui em poucas casas –  apenas 28% dos donos de felinos e 19% dos de cães instalaram telas nas janelas.  “No caso de muros, lajes ou escadas, a dica é  evitar que os animais tenham livre acesso a esses locais. Muitas vezes eles ouvem um som, sobem na laje correndo para latir e acabam escorregando e caindo. Em outros casos, quando tem mais de um animal, o que vem atrás acaba ocasionando um impacto e derrubando o da frente”, explica Mariana. 

Para impedir afogamentos é necessário não deixar bacias e baldes cheios ao alcance do pet. A veterinária indica que a piscina tenha sua área isolada, de preferência com cerca ou portão. Se o uso de capas for a opção, sempre buscar pelos modelos mais seguros e que se adequem ao peso corporal do animal. 

Evitar qualquer objeto, produto ou alimento no chão diminui os riscos de intoxicação. 

“Se a gente tomar conta desses locais de queda, afogamento, e da ingestão de alimentos, substâncias químicas ou objetos, minimizamos muito riscos de complicações e acidentes com animais de estimação “, finaliza Mariana. 

Fonte: Canal do Pet
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Mulher leva susto ao ver aparência de seu cão enquanto dirigia

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O cão de Victoria Hall, moradora do Tennessee, nos Estados Unidos, deu um grande susto nela na última semana. A norte-americana estava digirindo seu carro quando percebeu que tudo parecia mais silencioso do que o normal no banco de trás onde seu cachorro estava. Assim que virou para ver o que havia acontecido, ela não parou de rir.

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Um pedaço da janela do carro estava aberta, e com o vento o pelo do cachorro levantou e fez com que o pet parecesse ter levado um choque. “Estou morta”, escreveu na legenda. O melhor de tudo é a composição da fotografia, que leva o animal de pequeno porte vestido com uma roupinha rosa e os pelos todos levantados parecendo formar uma coroa. 

Cão de Victoria Hall arrow-options
Facebook/ Victoria Hall

Cão de Victoria Hall


Fonte: Canal do Pet
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