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Saúde

Coronavírus: Rio chega a seis mortes e 305 casos confirmados

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O estado do Rio de Janeiro registrou a sexta morte por coronavírus e chegou a 305 casos confirmados. A informação foi divulgada nesta terça-feira (24), pela Secretaria de Estado de Saúde (SES). As vítimas mais recentes são dois idosos: uma mulher, de 71 anos, e um homem, de 74 anos, ambos moradores da capital fluminense.

Os outros quatro óbitos registrados anteriormente aconteceram em Miguel Pereira, Niterói, Petrópolis e na capital. Segundo a SES, todas as vítimas eram idosas e apresentavam outras doenças ou problemas de saúde, sendo classificadas como grupo de risco de covid-19.

Os casos confirmados no estado pela secretaria estão distribuídos pelos seguintes municípios:

Casos de covid-19 no estado do Rio de Janeiro

município: número de casos
Rio de Janeiro 276
Niterói 12
Volta Redonda 4
Petrópolis 3
São Gonçalo 3
Barra Mansa 1
Campos dos Goytacazes 1
Duque de Caxias 1
Guapimirim 1
Miguel Pereira 1
pessoas de outras nacionalidades 2

O governo do estado lançou o serviço telefônico 160 para tirar dúvidas sobre o coronavírus. O atendimento é gratuito e fica disponível 24 horas.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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Saúde

Covid-19: SP libera atividades internas de escritórios de advocacias

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Em deliberação publicada hoje (4) no Diário Oficial do estado, o Comitê Administrativo Extraordinário Covid-19, do governo do estado de São Paulo, liberou da quarentena atividades internas de escritórios de advocacia ou contabilidade. Segundo a medida, o ingresso do público em geral ao interior dos escritórios continua proibida, sendo permitido apenas aos clientes.

A deliberação autoriza também o funcionamento de prédios comerciais e de estabelecimentos comerciais de peças e acessórios para veículos automotores.

O estado de São Paulo registrou até ontem (3) 219 óbitos relacionados ao novo coronavírus. O número é três vezes maior que o da última sexta (68 mortes). Os casos confirmados também quadruplicaram no período, saltando de 1.223 para 4.048.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Países da AL e Caribe se unem para evitar desabastecimento

Publicado


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Ministros da agricultura, alimentação, desenvolvimento rural, pecuária e pesca de 25 países da América Latina e Caribe, incluindo o Brasil, assinaram uma nota conjunta se comprometendo a adotar medidas para garantir o abastecimento de alimentos para cerca de 620 milhões de pessoas que vivem na região.

No documento divulgado ontem (3), os signatários garantem que, até o momento, não há falta de gêneros alimentícios em seu países, e que, diferentemente de outras crises, a oferta de alimentos segue estável na região e no resto do mundo.

“Os estoques globais dos principais tipo de alimentos estão em bons níveis e as colheitas nos principais países produtores foram boas”, afirmam os ministros, assegurando que trabalhadores do campo e indústrias alimentícias seguem trabalhando.

“Não existem, portanto, razões que justifiquem aumentos significativos nos preços internacionais dos alimentos, razão pela qual fazemos um chamado a todos os que atuam no sistema a fim de impedir a especulação neste momento de emergência”, acrescentam os representantes nacionais.

Os ministros, no entanto, admitem a importância de que o funcionamento de toda a cadeia de suprimento siga funcionando em meio à pandemia do novo coronavírus (covid-19). Na nota, eles apontam que, se a ameaça de disseminação da doença persistir por um longo tempo, os serviços serão submetidos a pressões que podem sim gerar problemas. Razão pela qual preescrevem que os países da região ajam em conjunto para evitar o desabastecimento.

“Neste sentido, se todos os países nos esforçarmos para manter funcionando as cadeias locais, nacionais, regionais e globais de abastecimiento, poderemos assegurar os alimentos de forma sustentável para toda a população.”

Os ministros se comprometem a atuar conjuntamente, trocando informações e adotando medidas “apropriadas, conforme a realidade de cada país”, entre elas fornecer assistência técnica e financeira aos pequenos e médios produtores agrícolas, pescadores, aquicultores, pecuaristas e pequenas e médias agroindústrias a fim de que possam manter e, em alguns casos, aumentar sua produção.

O grupo também defende a implementação de programas emergenciais para prevenir a perda e o desperdício de alimentos, incluindo os que estimulem e facilitem o funcionamento de bancos de alimentos; o monitoramento constante das cadeias logísticas, especialmente as que envolvam mais de um país, a fim de resolver rapidamente qualquer gargalo, e o fomento do uso de plataformas de comércio eletrônico, buscando envolver o menor número possível de produtores e estabelecimentos de pequeno e médio porte.

Os ministros propõem que os governos promovam políticas fiscais e comerciais em resposta aos efeitos econômicos da crise e estabeleçam mecanismos público-privados que facilitem o constante monitoramento dos níveis de abastecimento alimentar e a situação dos mercados.

A declaração do grupo de 25 ministros conta com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura  e outros organismos multilaterais especializados, como o Programa Mundial de Alimentos; o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura; a Organização Mundial de Saúde Animal, entre outras entidades.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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