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Saúde

Coreia do Sul dá 2º dose da Pfizer a pessoas que tomaram 1º da AstraZeneca

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Coreia do Sul dá segunda dose da Pfizer em pessoas que tomaram primeira da AstraZeneca
Reprodução: iG Minas Gerais

Coreia do Sul dá segunda dose da Pfizer em pessoas que tomaram primeira da AstraZeneca


Cerca de 760 mil sul-coreanos  vacinados contra a Covid-19 com a primeira dose de Oxford/AstraZeneca receberão o imunizante da Pfizer/BioNTech como segunda dose devido a atrasos no envio pelo esquema global de compartilhamento de vacinas Covax, anunciou o governo.

Um número cada vez maior de nações está considerando usar vacinas contra a Covid-19 diferentes nas segundas doses para lidar com atrasos no fornecimento e com preocupações de segurança que atrapalham as campanhas de vacinação.

A possibilidade de misturar diferentes vacinas contra a doença pode flexibilizar os programas de imunização.

Países como Canadá e Espanha já aprovaram essa mistura de doses, principalmente devido a preocupações sobre casos de formação de coágulos sanguíneos raros ligados à vacina da AstraZeneca.

Resultados preliminares de um estudo espanhol apontaram que aplicar uma dose da Pfizer em pessoas que já receberam a vacina da AstraZeneca é altamente seguro e eficaz.

Cerca de 835 mil doses da vacina da AstraZeneca estavam programadas para serem entregues à Coreia do Sul por meio do programa Covax, da Organização Mundial da Saúde (OMS), até o final de junho. O plano era utilizá-las principalmente como uma segunda dose para cerca de 760 mil profissionais de saúde e de linha de frente que receberam a primeira dose em abril.

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O embarque, no entanto, está atrasado para julho ou depois. O país esgotou as reservas disponíveis da AstraZeneca para atender à participação mais forte do que o esperado em sua campanha de imunização, o que ajudou a cumprir sua meta de vacinação para o primeiro semestre antes do previsto.

Mais de 27% da população de 52 milhões foi vacinada com pelo menos uma dose de imunizante contra a Covid-19 até quinta-feira, e o país está a caminho de atingir a meta de 70% até setembro.

A Coreia do Sul espera receber 80 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 no terceiro trimestre, incluindo 10 milhões em julho. Os imunizantes são da AstraZeneca, Pfizer, Johnson & Johnson e Moderna.

No mês passado, a Coreia do Sul informou que vai realizar um ensaio clínico que mistura doses das vacinas contra a Covid-19 da AstraZeneca com a da Pfizer e outras.

Até o momento, o país realizou um teste em 100 profissionais de saúde para examinar a formação de anticorpos e outros efeitos imunológicos, disse o diretor da Agência de Prevenção e Controle de Doenças da Coreia (KDCA), Jeong Eun-kyeong, em uma coletiva na quinta-feira.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Fiocruz conclui pré-validação do IFA nacional da vacina covid-19

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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) concluiu, hoje, (27), a produção dos primeiros lotes de pré-validação do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) nacional da vacina covid-19. O insumo passará agora por testes de controle de qualidade no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), para depois ser encaminhado para o processamento final do imunizante. O primeiro lote, finalizado no início de setembro, também está em análise.

Outros dois lotes para a fabricação do IFA nacional para validação do insumo produzido no Brasil estão em produção: um na fase de biorreação – quando as células são infectadas pelo vírus para que o mesmo se multiplique -, e o outro na etapa de expansão celular, quando as células são multiplicadas em meios de cultivo.

Em paralelo, os lotes passam por testes junto à AstraZeneca, que deve confirmar se os resultados obtidos por Bio-Manguinhos estão de acordo com aqueles preconizados pelo cedente da tecnologia. Em seguida, serão submetidas à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) as documentações necessárias para alteração do local de fabricação do IFA no registro da vacina, requisito para a entrega das doses nacionalizadas ao Programa Nacional de Imunizações (PNI).

A previsão da Fiocruz é de que as entregas do imunizante com o IFA nacional comecem a ser realizadas ainda no último trimestre de 2021.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: Rio tem o menor número de internações desde 2020

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O número de pessoas internadas por covid-19 na rede municipal de saúde do Rio de Janeiro caiu para o menor patamar desde o dia 6 de abril do ano passado. Hoje (27), o Rio tem 438 pacientes internados nos hospitais municipais. No auge da pandemia, esse total superou 1,5 mil pessoas. 

Os dados foram divulgados nas redes sociais pelo secretário municipal da Saúde, Daniel Soranz, que comemorou a queda. De acordo com o secretário, “os efeitos da vacinação na redução dos casos graves por covid-19 são incontestáveis. Hoje o Rio tem a menor quantidade de internados desde o dia 6 de abril de 2020”.

Soranz disse, ainda, que a taxa de ocupação de leitos na cidade está em 47%. “A vacinação em massa foi a responsável pela redução nos índices de internação por covid-19 e por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG)”, explicou..

Vacinação

Nesta terça-feira (28) será aplicada nos postos de vacinação do município do Rio de Janeiro  a dose de reforço para idosos com 82 anos ou mais. A idade para esta dose va reduzindo com o passar da semana, até que no sábado (2) serão vacinadas pessoas com 78 anos. Também serão imunizadas pessoas com alto grau de imunossupressão com 40 anos ou mais e pessoas com 60 anos ou mais que tomaram a segunda dose, na cidade do Rio, até o dia 28 de fevereiro último.

As unidades seguem aplicando a segunda dose, conforme a data estipulada no comprovante de vacinação. O intervalo mínimo entre a aplicação da segunda dose ou dose única e a dose de reforço é de três meses para idosos e 28 dias para pessoas com alto grau de imunossupressão.

Documentos

Quem vai receber a vacina deve apresentar identificação original com foto, número do CPF e a caderneta de vacinação. Para a segunda dose, é importante levar também o comprovante da primeira aplicação. Pessoas com alto grau de imunossupressão devem apresentar comprovante de vacinação, documento de identificação e laudo médico digital do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj) com data inferior aos últimos 60 dias.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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