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Copa Verde: Paysandu despacha Remo e espera Cuiabá ou Goiás

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No Re-Pa de número 751, deu Paysandu. O Papão venceu o rival por 3 a 1 e está na final da Copa Verde, em partida disputada neste domingo, no Mangueirão. O primeiro jogo da semifinal, tinha terminado em empate sem gols.

O Paysandu garantiu a vaga somente no final do jogo, com gols marcados aos 45 e aos 47. Os gols de Hygor Silva, Nicolas e Léo Baiano mantém vivo o sonho do tricampeonato da Copa Verde. É a quinta final que o Papão chega e será a última chance de conquistar algo em 2019. O Paysandu segue sem perder em 2019 para o Remo e está há 20 jogos consecutivos sem derrota para o rival.

Para o Leão, 2019 acabou. O time não tem mais nada para disputar e volta a campo oficialmente apenas em janeiro, no Parazão.

ADVERSÁRIO O Paysandu vai aguardar o adversário da final, que vai sair do confronto entre Goiás e Cuiabá. A partida será realizada só dia 23 de outubro. O Goiás venceu a primeira partida por 1 a 0.

O campeão da Copa Verde garante vaga nas oitavas de final da Copa do Brasil.

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REMO MELHOR O Remo foi melhor no primeiro tempo, teve três boas oportunidades. O Paysandu teve apenas uma, mas foi a melhor do primeiro tempo – no final de jogo.

Zotti foi o grande jogador do Remo, articulando as jogadas no setor ofensivo, sempre procurando Neto Baiano e Gustavo Ramos. O último teve boa chance aos 25, mas bateu cruzado para fora, após lançamento de Zotti.

O primeiro tempo foi marcado pela forte marcação, algumas vezes até também com excesso de vontade. Foram cinco cartões amarelos aplicados, dois para o Remo, três para o Papão.

Os últimos minutos foram mais emocionantes. O Paysandu só chegou pela primeira vez no final do primeiro tempo e quase abriu o marcador. Aos 44, Nicolas acertou a trave e Vinícius espalmou na sequência. No rebote, Ygor desperdiçou. O Remo respondeu aos 49 com Gustavo Ramos, mas Micael salvou em cima da linha.

SAÍRAM OS GOLS O Paysandu voltou mais aceso no segundo tempo. E logo aos quatro minutos, Hygor, de cabeça, exigiu grande defesa de Vinícius. O Remo também buscava o ataque.

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Melhor em campo, o Papão, que chegava com facilidade, abriu o marcador aos 13, com Hygor Silva. Após bola levantada na área, Nicolas desvia de cabeça e Hygor só empurrou para o ataque.

Em vantagem no placar, o Paysandu se segurou como pôde e buscava sair em contra-ataque para matar o jogo. O Remo pressionava. Aos 30, Marcão, de cobertura, quase empatou. Sete minutos depois, o Remo empatou. Após vacilo de Uchôa, Neto Baiano aproveita o bate-rebate e marca o gol.

O gol animou o Remo que pressionava ainda mais o Paysandu.

Porém quando todo mundo a definição da vaga nos pênaltis, o Papão matou o jogo. Aos 55, Nicolas fez o segundo de cabeça após cruzamento de Bruno Collaço. Dois minutos depois, Léo Baiano sacramentou a vitória, aproveitando falha na saída de jogo do Remo

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Cuiabá retorna ao calendário do maior torneio de vôlei de praia do país

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Capital mato-grossense volta a receber uma etapa após sete anos, com presença de duplas selecionadas aos Jogos de Tóquio-2020

A maior competição de vôlei de praia do país está de volta a Cuiabá. Após sete anos longe da capital mato-grossense, a disputa do Circuito Brasileiro Open desembarca na cidade neste mês, de 23 a 27 de outubro. Será a segunda etapa da temporada 2019/2020, contando com a presença de vários medalhistas olímpicos. A arena será montada no estacionamento do ginásio Aecim Tocantins, com entrada franca à torcida.

Os duelos contam com transmissão de todos os jogos do torneio principal. Da fase de grupos às semifinais, os jogos podem ser assistidos ao vivo no site voleidepraiatv.cbv.com.br e no Facebook da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV). As finais são exibidas exclusivamente pelo SporTV, no sábado à noite (masculino) e no domingo de manhã (feminino).

Será a quinta vez que Cuiabá recebe a competição nacional, sediando também em 2001, 2002, 2003 e 2012. Nesta última edição disputada no estado, em 2012, os campeões olímpicos Emanuel, que se aposentou em 2016, e Alison, foram os vencedores no masculino, enquanto Juliana/Larissa venceu no feminino. As cidades de Cáceres, Rondonópolis, Sinop e Várzea Grande também receberam etapas do Circuito Brasileiro (veja a lista completa abaixo).

A competição ocorre com 24 duplas em cada naipe. Os 16 times mais bem colocados no ranking de entradas já estão garantidos na fase de grupos, que começa a partir de quinta-feira (masculino) e sexta-feira (feminino). As outras oito vagas permanecem ‘abertas’ para duplas de fora do ranking e serão decididas no classificatório, realizado na quarta (masculino) e quinta (feminino).

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As 24 equipes classificadas são divididas em seis grupos de quatro e jogam entre si, com os dois melhores times de cada grupo e os quatro melhores terceiros colocados avançando às oitavas de final. A competição segue no formato eliminatório tradicional, com quartas de final, semifinais e disputas de bronze e ouro.

O torneio terá a participação dos medalhistas olímpicos Alison (ES), Bárbara Seixas (RJ), Juliana (CE) e Ricardo (BA), além do campeão mundial André Stein (ES) e dos medalhistas pan-americanos Álvaro Filho (PB), Ângela (DF), Carol Horta (CE) e Vitor Felipe (PB), além de vários atletas revelação da nova geração.

No naipe masculino, duas duplas que representam Mato Grosso estão inscritas na disputa do classificatório: Alcir/Paulo e Ricardo/Ricardo Queiroz. No feminino, são cinco atletas representando o estado: a dupla Ana/Bárbara, além das atletas Dani, Laryssa e Priscila, com parceiras de outros estados.

O Circuito Brasileiro 19/20 conta com sete etapas, três realizadas no segundo semestre deste ano, e quatro que acontecem no primeiro semestre de 2020. A estreia do tour aconteceu em Vila Velha (ES), em setembro, com ouro para Ágatha/Duda (PR/SE) e André Stein/George (ES/PB). Após Cuiabá, o torneio segue para Ribeirão Preto (SP), em novembro. Já as etapas de 2020 passarão por João Pessoa (PB), Maceió (AL), Aracaju (SE) e Rio de Janeiro (RJ).

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Além das duplas campeãs de cada etapa, também existem os campeões gerais da temporada, somando a pontuação obtida nos sete eventos. A competição distribui R$ 45 mil às duplas campeãs dos dois naipes, e todos os times na fase de grupos são premiados. Ao todo, são distribuídos quase R$ 500 mil por etapa.

MAIORES VENCEDORES

Os três atletas que mais venceram em Cuiabá são Emanuel, no naipe masculino, e Juliana e Larissa, no feminino. Todos subiram ao lugar mais alto do pódio em quatro oportunidades (veja lista abaixo). Emanuel e Larissa se aposentaram em 2016 e 2017, respectivamente, mas Juliana estará em ação junto da parceira Josi (SC).

TODOS OS CAMPEÕES EM  MATO GROSSO:

2001 – Cuiabá – Adriana Behar/Shelda (RJ/CE) e Harley/Luizão (DF/AM)
2002 – Cuiabá – Adriana Behar/Shelda (RJ/CE) e Márcio/Benjamin (CE/MS)
2003 – Cuiabá – Sandra Pires/Ana Paula (RJ/MG) e Ricardo/Emanuel (BA/PR)
2004 – Rondonópolis – Adriana Behar/Shelda (RJ/CE) e Fábio Luiz/Paulo Emílio (ES/BA)
2005 – Sinop – Juliana/Larissa (CE/PA) e Márcio/Fábio Luiz (CE/ES)
2006 – Várzea Grande – Juliana/Larissa (CE/PA) e Ricardo/Emanuel (BA/PR)
2008 – Cáceres – Juliana/Larissa (CE/PA) e Ricardo/Emanuel (BA/PR)
12/13 – Cuiabá – Juliana/Larissa (CE/PA) e Alison/Emanuel (ES/PR)
2013 – Sinop – CHALLENGER – Vivian/Pri Lima (PA/RJ) e Fábio Luiz/Oscar (ES/RJ)*
2014 – Rondonópolis – CHALLENGER – Elize Maia/Carol Won-Held (ES/RJ) e Léo Gomes/Gilmário (RJ/PB)*

*Etapas do Circuito Challenger

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Após três meses, Éder Moraes alega questões pessoais e deixa a presidência do Operário FC

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Eder Moraes assumiu o comando do clube em julho deste ano [F- Odoc]

O ex-secretário de Fazenda Éder Moraes anunciou sua saída da presidência do Operário Futebol Clube, três meses após assumir a função. Sob sua gestão, o Operário disputou a Copa FMF. Ele justificou a decisão em deixar a gestão do clube empresa devido a questões pessoais. Destacou ainda que, apesar do pouco tempo na presidência, deixará um legado para o clube. “Quando assumi a presidência, o Operário não tinha um lugar descente para treinar. A sede em Várzea Grande, chamada de Vila Olímpica, parecia um lixão. Arregaçamos as mangas e partimos para a romaria de pedidos de patrocínios, e graças a Deus conseguimos dar uma infraestrutura invejável ao clube”, destacou.

Éder disse que devido a outros compromissos, ficou incompatível continuar à frente da presidência. Revelou ainda que, recebeu convites para presidir outros clubes. “Estou avaliando, pois tenho minhas atividades privadas de consultorias financeiras e políticas, além de estar alucinadamente estudando, fazendo pós-graduações, MBA’S e curso de graduação superior”, enfatizou.

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“Isso toma muito nosso tempo, mas a busca pelo conhecimento nos engrandece e nos faz ver muitas coisas de forma diferente, estar preparado espiritualmente , psicologicamente é dotado de conhecimento , contribui para enfrentarmos os desafios da vida”, completou.

Ele ainda agradeceu à administração municipal pelo apoio que recebeu enquanto esteve à frente do Operário. “Agradeço a prefeita Lucimar Campos, o vice prefeito Aderson Hazama e o secretário de Serviços Públicos Breno Gomes, que embora com dificuldades,  atenderam algumas das nossas reivindicações e levaram melhorias na infraestrutura do bairro Carrapicho, onde fica a Vila Olímpica, beneficiando o Operário e a comunidade em geral”.

Essa não foi a primeira aventura de Éder Moraes com o futebol. Ele é um dos fundadores da AFAM, uma associação que ajudou a angariar fundos ao Mixto Esporte Clube entre os anos de 2009 a 2011, clube que ele presidiu, tendo inclusive, chegando ao final do Campeonato Mato-grossense em 2013, ficando com o vice-campeonato.

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