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Maggi articula nos bastidores candidatura de Cidinho a prefeito de Cuiabá

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Cidinho, desconhecido em Cuiabá: apoio de Blairo Maggi para massificar seu nome

JORGE MACIEL

Ex-prefeito de Nova Marilândia, município inexpressivo do ponto de vista eleitoral, com pouco mais de 2.500 eleitores, Cidinho Santos (PR), com passagem sem destaque como senador, tendo sido suplente de Blairo Maggi (PP), pode ser candidato a prefeito de Cuiabá, afirmou ao ODOC uma fonte do partido.

Afilhado político do ex-ministro e ex-senador Blairo Maggi, Cidinho está na berlinda eleitoral desde que acabou o seu mandato de suplente, e a ideia é fazer uma campanha visando exclusivamente fortalecer a popularidade, no ano que vem, para tentar uma cadeira na Câmara dos Deputados, como deputado federal em 2022. “É um exercício para avaliar a repercussão do nome junto ao eleitorado. Se pegar um pouco, ele se fortalece para outras eleições, como já o fizeram dezenas de políticos”, diz uma liderança do PP.

A estratégia é comum no universo político-eleitoral. Segundo a mesma fonte, a primeira ação para tentar buscar o crescimento e conhecimento junto à população, é procurar outro partido, visto que o PR perdeu musculatura no últimos cinco anos. Uma das saídas é o próprio DEM ou o PSB que já possuem candidatos. Mas Cidinho, com apoio de Maggi, poderia emplacar seu nome – numa segunda via, o PP.

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Atualmente, há pré-candidatos  à prefeitura de Cuiabá, a começar pelo atual prefeito, Emanuel Pinheiro (MDB), Fábio Garcia (DEM), Fabrício Carvalho (PDT), Eduardo Botelho (), Procurador Mauro (Psol), e até Victório Galli (PSL).

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Mauro Mendes vai aguardar nomes para definir apoio ao Senado, mas amizade pode pesar a favor de Pivetta

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Governador disse que decisão será tomada na hora certa e que no momento, a prioridade é administrar o Estado

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), afirmou na noite de terça-feira (29), durante a inauguração do COT da UFMT, que sua prioridade, no momento, não é discutir a eleição suplementar ao Senado, programada para o dia 26 de abril próximo. “Por enquanto eu tenho muitas obrigações e compromissos para me ocupar. Não é uma prioridade minha fazer definição de apoio político nesse momento”, disse o democrata.

Mendes adiantou que no momento oportuno vai tomar uma decisão sobre a eleição suplementar. “Assim que o cenário estiver definido, saber quem são verdadeiramente os candidatos que vão se escrever, eu vou analisar internamente, com aqueles que estão mais próximos do meu grupo político, onde faço política, e tomar uma decisão”.

“Vou tomar essa decisão lá na frente”, disse. Sobre a intenção do vice-governador em disputar o pleito, Mendes afirmou que “o Otaviano tem enormes predicados, é meu amigo pessoal, é vice-governador, eu disse a ele que eu gostaria de tê-lo como vice governador, mas se é um desejo pessoal, como amigo que sou, vou respeitar e aí, vai ser um componente importante para que a gente possa tomar essa decisão no momento adequado”, completou.

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Conforme Mendes, num governo, o fundamental é definir prioridades. “Temos demandas que considero prioritárias, como terminar o hospital central, fazer o hospital Júlio Müller”, disse, argumentando que no caso do seu governo, “o fundamental foi a coragem de tomar as medidas necessárias para concertar este estado, porque ninguém faz obras se você não paga os empreiteiros”.

Para o democrata, o equilíbrio só foi possível diante das medidas adotadas pelo seu governo. “Foi um conjunto de fatores que começou pelas medidas corretas que nós tomamos ao longo de 2019, que permitiu o governo equilibrar o seu caixa, economizar dentro do governo e fazer sobrar dinheiro para investir em obras como essa e tantas outras que iniciamos em 2019”, disse.

“Eu cuido de um estado gigante, são 141 municípios, são enormes responsabilidades. Taí o que aconteceu em Mato Grosso, a seriedade que nos administramos mostra que no ano passado, nessa mesma época, nós tínhamos mais de mil fornecedores em dívida, nós tínhamos onze meses em atraso com a atenção básica da saúde junto aos municípios, mais de 400 obras paralisadas. Em um ano estamos mudando essa realidade com trabalho e responsabilidade. Vamos continuar agindo assim”, garantiu.

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Juiz concede perdão judicial a empresário acusado de participação em fraude de R$ 110 milhões

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Empresário Luiz Antonio Trevisan Vedoin, acusado de participação na “Máfia das Ambulâncias”

O juiz substituto Leônder Magalhães da Silva, da 1ª Vara da Justiça Federal de Montes Claros (MG), aceitou o pedido da defesa e concedeu perdão judicial ao empresário Luiz Antonio Trevisan Vedoin, acusado de participar de um esquema de desvio de verbas de emendas parlamentares destinadas a hospitais filantrópicos, com a compra superfaturada de equipamentos médico-hospitalares, que ficou conhecido como “Máfia das Ambulâncias”. A fraude foi descoberta em 2006 durante a “Operação Sanguessuga”.

Na decisão publicada na segunda-feira (27), o magistrado considerou que Vedoin colaborou voluntariamente com o andamento da investigação e o processo criminal, além de ser réu primário e determinou o perdão judicial.  “Declarar a extinção da punibilidade em razão da prescrição da pretensão punitiva, nos termos do art. 107, IV, do CP, em relação ao crime do art. 90 da Lei 8666/93”, diz trecho da decisão do juiz.

A “Máfia das Ambulâncias” foi descoberta em 2006, por meio da “Operação Sanguessugas”. Luiz Antônio Trevisan Vedoin e seu pai, Darci José Vedoin, proprietários da empresa Planan, foram apontados como líderes do esquema

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A organização criminosa fraudava licitações municipais destinadas a aquisições de ambulâncias lesando o Sistema Único de Saúde. A ação do grupo criminoso estendeu-se por praticamente todos os Estados do país

Eles pagavam propina para parlamentares, em troca de emendas ao Orçamento para a compra de ambulâncias por prefeituras. Os empresários e os próprios deputados assediavam prefeitos interessados na compra das ambulâncias para que direcionassem as licitações de forma para que a Planan e demais empresas envolvidas no esquema saíssem vencedora. O esquema causou um prejuízo de R$ 110 milhões aos cofres públicos.

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