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Contra prefeito, MP desaconselha uso de ozônio no ânus para tratar Covid-19

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prefeito de itajaí
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Volnei Morastoni, prefeito de Itajaí

Uma recomendação foi enviada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) ao prefeito Volnei Morastoni (MDB), de Itajaí , para que a aplicação de ozônio no ânus não seja utilizado para tratar o novo coronavírus . O prefeito havia sinalizado o método como forma alternativa para os pacientes infectados e foi desaconselhado pelo órgão.

“O Ministério Público recomenda a Vossa Excelência que se abstenha de disponibilizar, no âmbito do Município de Itajaí, a prática da ozonioterapia como forma de tratamento medicamentoso em eventuais diagnósticos de Covid-19 ″, diz o documento.

A falta de comprovação científica da eficiência deste tipo de uso da ozonioterapia foi reforçada pelo órgão, que pontua efeitos desconhecidos sobre o tratamento.

O comunicado de Morastoni sobre ter inscrito a cidade na Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) para oferecer o tratamento de ozônio pelo ânus foi anunciado em uma live nesta terça-feira (4).

“Provavelmente, vai ser uma aplicação via retal , uma aplicação ‘tranquilíssima’, ‘rapidíssima’, de dois minutos, num cateter fininho e isso dá um resultado excelente”, afirmou o prefeito, que é médico, nas redes sociais.

O tratamento contaria com cerca de dez sessões e seria oferecido apenas “a quem desejar”.

No momento, Morastoni distribui ivermectina à população, fármaco usado no tratamento de vários tipos de infestações por parasitas, como piolhos, sarna, oncocercose, estrongiloidíase, tricuríase, ascaridíase e filaríase linfática.

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Operação Raio-X: o que já se sabe

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gabinete do governador
Divulgação / PF

Buscas foram feitas no gabinete do governador do Pará na manhã desta terça-feira (29)

O Ministério Público de São Paulo e a Polícia Civil estão investigando esquemas  de desvio de dinheiro público na área da saúde , em operação batizada de ” Raio-X “. Até o momento, a Justiça paulista já autorizou 64 mandados de prisão temporária e outros 237 mandados de busca e apreensão .

Além da secretaria de Saúde, a Câmara Municipal é alvo de mandados de busca e apreensão. Segundo o jornal Bom Dia São Paulo, duas viaturas foram até o local tendo como alvo o chefe de um dos 55 gabinetes do local. Não há relação direta com nenhum dos vereadores da cidade.

A suspeita é de que uma organização social que administra hospitais brasileiros trabalhe com um esquema de desvio que envolva pagamento de propinas a funcionários públicos, em uma investigação que já tem dois anos.

“No transcorrer da investigação, foram identificadas dezenas de envolvidos com o grupo criminoso divididos em diversos núcleos, cada um com sua colaboração na prática das infrações penais”, disse o Ministério Público ao UOL. Segundo as informações do portal, o MP não deu detalhes sobre os envolvidos e valores investigados.

Investigações na Câmara

Na Câmara , conforme os investigadores, o alvo é um funcionário do gabinete do vereador Eliseu Gabriel (PSB) . No entanto, o vereador não é investigado. Em entrevista à TV Globo, o parlamentar disse que o funcionário já foi exonerado e que será readmitido, caso seja inocentado ao fim da operação.

Já na secretaria estadual de Saúde, os alvos são uma médica e uma advogada, funcionárias da pasta.

De acordo com a CNN Brasil, os acusados podem responder sobre fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, peculato e até formação de quadrilha. A pena para os crimes pode chegar a até 60 anos de prisão.

Operação SOS

Segundo a Promotoria, as ações da Polícia Federal no Pará também serão aproveitadas nas investigações de São Paulo. Um dos alvos dessa operação, que foi batizada de “SOS” no Pará, é o governador do estado,  Helder Barbalho (MDB) . Dois secretários e um assessor de Barbalho já foram presos.

Doria pede “pente-fino”

O governador do estado de São Paulo, João Doria (PSDB) , compartilhou em seu perfil do Twitter que determinou ao secretário de Saúde, Jean Gorinchteyn, um “pente-fino para apurar contratos com organizações sociais”. 

“Não vamos tolerar que o Estado seja vítima de inescrupulosos”, concluiu o governador.


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Lava Jato denuncia ex-diretores da Dersa por lavagem de R$ 60 milhões em propina

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Ex-diretores da Dersa são denunciados por lavagem de dinheiro pelo MPF
Antonio Cruz/ABr

Ex-diretores da Dersa são denunciados por lavagem de dinheiro pelo MPF

A força-tarefa da Lava Jato em São Paulo denunciou, nesta terça-feira (29), os ex-diretores da Dersa, Paulo Vieira de Souza e Mario Rodrigues Junior, e outras três pessoas pela lavagem de mais de R$ 60,7 milhões.

As propinas, segundo a denúncia, foram recebidas no âmbito de obras viárias realizadas nas gestões dos tucanos Geraldo Alckmin e José Serra, que foram governadores do estado de São Paulo. Os ex-governadores paulistas não são alvos desta denúncia.

Além dos ex-diretores da Dersa, José Rubens Goulart Pereira, sócio da Galvão Engenharia e ex-diretor da Andrade Gutierrez, também foi denunciado pelo MPF.

O ex-diretor da Galvão Engenharia contou com a colaboração de seu irmão, Cristiano Goulart Pereira, que também denunciado. Segundo as investigações, ele atuava como representante dos ex-diretores da Dersa na movimentação de contas na Suiça  e facilitava as transações ilícitas.

Esta denúncia dá sequência às ações por lavagem de dinheiro já instauradas pelo MPF contra os integrantes do grupo que fraudou licitações do Rodoanel Sul e do Sistema Viário Estratégico Metropolitano de São Paulo.

Segundo os procuradores, os denunciados usaram contas mantidas na Suíça e abertas em nome de ‘offshores’, servindo para receber pagamentos ilegais vinculados ao Grupo Galvão Engenharia entre os anos de 2005 e 2009.

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