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Contra inflação, Wellington defende auxílio a taxistas, motoristas de aplicativos e motoboys

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Senador Wellington Fagundes e o relator da PEC 16/2022, senador Fernando Bezerra. Proposta de emenda prevê pagamentos que variam de R$ 100,00 a R$ 300,00 [Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado]

Em busca de medidas de efeito imediato para minimizar os impactos dos aumentos sucessivos dos preços dos combustíveis e, consequentemente, combater a inflação, o senador Wellington Fagundes (PL-MT), Líder do Bloco Parlamentar Vanguarda, defendeu a implantação do ‘auxílio gasolina’ para motoristas autônomos do setor de transporte de cargas e transporte individual. A proposta inclui taxistas, motoristas e motociclistas de aplicativos, além de condutores ou pilotos de pequenas embarcações com motor de até 16HP.

Fagundes subscreveu apoio à emenda do senador Eduardo Braga (MDB-AM) apresentada à PEC 16/2022, que deverá ser discutida e votada nesta quarta-feira, 29. A PEC estabelece que a União prestará auxílio financeiro aos Estados com o objetivo de compensar perdas de arrecadação decorrentes da redução das alíquotas relativas ao ICMS, incidente sobre os combustíveis e gás.

A emenda define que o auxílio gasolina priorizará os beneficiários do Programa Auxílio Brasil, de que trata a Lei nº 14.284, de 29 de dezembro de 2021. Ele variará entre R$ 100,00  para motoristas detentores de habilitação para conduzir ciclomotor ou motos de até 125 cilindradas, e R$ 300,00, aos motoristas autônomos do transporte individual, incluídos taxistas e motoristas de aplicativos, e para condutores ou pilotos de pequenas embarcações. Os beneficiários devem ter rendimento familiar de até 3 salários mínimos.

Na discussão da PEC 16 está previsto o aumento de R$ 200 no pagamento do Auxílio Brasil, o reajuste do auxílio-gás e a criação do “voucher caminhoneiro”, de R$ 1.000,00. De acordo com o relatório do senador Fernando Coelho (MDB-PE), o pagamento dessas “medidas emergenciais transitórias” começará em 1° de agosto, em cinco parcelas, e vão até dezembro de 2022. O substitutivo de Bezerra também prevê “zerar a fila de espera” de beneficiários do Auxílio Brasil.

Ao assinar a proposta, Fagundes disse concordar que a inflação, que tem onerado o custo de vida das famílias, não dá sinais de que irá arrefecer nos próximos meses. O valor dos combustíveis tem sido apontado pelos economistas como “a grande vilã”, causando o maior impacto individual entre todos os itens que compõem o índice, na faixa de 1/3 do total aferido.

“Essa nova realidade tem prejudicado principalmente os mais pobres e, de forma acentuada, os trabalhadores do setor de transporte de cargas, condutores de pequenas embarcações e do profissional individual privado autônomo, que dependem dos combustíveis para o exercício de sua atividade profissional” – argumenta.

Caso acatada, segundo o senador do PL de Mato Grosso, a emenda do ‘auxílio gasolina’ deverá proporcionar também a manutenção de empregos existentes e geração de novos postos de trabalho. Apesar da melhoria dos índices, Fagundes ressaltou que a  taxa de desemprego segue em níveis ainda considerados elevados.

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Wellington Fagundes diz que Mauro Mendes “resgatou a esperança” dos mato-grossenses em um estado melhor

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Senador destacou liderança e resultados trazidos pelo governador

O senador Wellington Fagundes (PL) afirmou que o governador Mauro Mendes (UB) “resgatou a esperança dos mato-grossenses” em um Estado melhor.
Durante o lançamento da candidatura de Mauro Mendes e o vice Otaviano Pivetta (Republicanos) à reeleição, Fagundes destacou a liderança e os resultados trazidos pela gestão estadual nos últimos anos.
“Mato Grosso é o estado que mais desenvolve no Brasil. Tenho certeza que a sua liderança vai fazer com que Mato Grosso seja o estado mais respeitado do país. Que Deus lhe abençoe, juntamente com o Pivetta, porque vocês trabalharam, vocês resgataram a esperança nesse povo de que é possível um estado melhor”, declarou ele, que é candidato à reeleição ao Senado na chapa do governador.
Para Fagundes, o apoio que Mauro Mendes recebeu de 140 dos 141 prefeitos confirma o trabalho prestado em todas as regiões do Estado, com obras estruturantes e investimentos recordes em prol dos cidadãos. “Falo isso como um filho de Mato Grosso, que saiu lá de Bahia e veio para cá, e agora está testemunhando as mudanças positivas acontecendo. Conte com o nosso apoio. Queremos ser eleitos para ajudar Mato Grosso e para que você possa ser um governador melhor ainda” finalizou.

 

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Pivetta diz que oposição quer reviver “era Silval” e admite que ser vice não é fácil: “não tem a caneta”

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Pivetta diz que alinhou pacto com governador para trabalhar mais quatro anos pelo estado [Foto – Mayke Toscano]

O vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), que repete a dobradinha com o governador Mauro Mendes (União Brasil) para a sucessão deste ano em Mato Grosso, disse à imprensa que está tudo alinhado entre os dois partidos para as eleições e que o maior desafio da chapa é evitar um desastre no Estado.”Tivemos uma conversa com Mauro e alinhamos esse pacto. Nos colocamos de novo à sociedade para os próximos quatro anos”, declarou Pivetta.

Ele recordou a disputa de 2010, quando disputou o governo na chapa com Mendes para enfrentar o ex-governador Silval Barbosa. “Nós nos colocamos eu e o Mauro em 2010 para evitar o desastre. Nós fomos candidatos, ele a governador e eu a vice. Eu tinha muito medo do que estava por vir, que era o Silval Barbosa. Mas enfrentamos porque pensávamos que a sociedade pudesse entender a nossa mensagem e a gente evitasse um desastre. Nós não conseguimos, perdemos a eleição”, disse o vice-governador.

“É muito importante a gente lembrar disso porque pode acontecer de novo, espero que não. É muito recente, é importante que a gente lembre isso para evitar que aconteça novamente. Temos que fazer política com responsabilidade, fazer com a verdade”,

“É preciso saber, conhecer o Estado, o que pode e o que não se pode fazer para poder se pronunciar. Eu já ouvi tanto discurso, tanta conversa fiada dos nossos atores que às vezes tenho vergonha de me colocar como um deles”, completou, referindo-se, principalmente, ao prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), desafeto de Mendes.

Conforme Pivetta, “é muito difícil ser vice, ser parceiro do cara que tem a caneta, principalmente para quem já ordenou a despesa e orçamento como eu ordenei. Eu tenho noção do fazer, porque já fiz muito”, disse, recordando que já foi prefeito de Lucas do Rio Verde.

Segundo Pivetta, “comportar como vice é um exercício diário de paciência. Faço isso para retribuir tudo que ganhei de Mato Grosso na minha vida, onde realizei os meus sonhos. Me policio todos os dias para me manter nesse projeto de endireitar o Estado, colocar nos trilhos, para os 3,5 milhões de mato-grossense”, completou.

 

 

 

 

 

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