conecte-se conosco


Economia

Contas públicas têm pior superávit para abril em mais de 20 anos

Publicado


jair bolsonaro
Marcos Corrêa/PR – 24.5.19

Com a fraca recuperação a econômica e o aumento das despesas, o resultado de abril deste ano ficou abaixo do esperado

As contas do governo fecharam o mês de abril deste ano com o pior resultado desde 1998. O saldo ficou positivo em R$ 6,5 bilhões. Mesmo no azul, o número foi o menor para os meses de abril em 21 anos, segundo informou o Tesouro Nacional nesta quarta-feira (29).

Leia também: Projeto que permite crédito extra ao governo “embananou de novo”, diz Guedes

Tradicionalmente, as contas públicas  registram superávits (quando a arrecadação federal supera as despesas) em abril por conta da maior arrecadação com impostos pagos por grandes empresas. Normalmente isso é compensado no mês de maio, quando há maior repartição de tributos com estados e municípios.

Com a fraca recuperação a econômica e o aumento das despesas, o resultado de abril deste ano ficou abaixo do esperado. A receita federal caiu 1,6% no mês, segundo o Tesouro. Já as despesas aumentaram 0,5%.

Diante desses números,  o governo bloqueou cerca de R$ 30 bilhões em gastos dos ministérios. Essa é considerada uma medida preventiva para que a equipe econômica consiga cumprir a meta de resultado das contas para o ano. O governo prevê fechar 2019 com um rombo de R$ 139 bilhões.

A Previdência Social continua sendo responsável pela maior parte do resultado negativo do governo. As contas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) fecharam abril com um rombo de R$ 13,6 bilhões. O número foi compensado por um resultado positivo do Tesouro e do Banco Central que, juntos, registraram no mês passado um superávit de R$ 20,1 bilhões.

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

BC: saques em poupança superam depósitos em R$ 12,37 bilhões

Publicado


As retiradas da caderneta de poupança superaram os depósitos em R$ 12,377 bilhões, em novembro, informou hoje (6) o Banco Central (BC). Essa foi a maior retirada líquida para o mês, na série histórica iniciada em 1995.

No mês passado, os depósitos chegaram a R$ 281,713 bilhões e os saques a R$ 294,09 bilhões. Em novembro de 2020, houve mais depósitos do que saques, com saldo positivo de R$ 1,479 bilhão.

De janeiro a novembro, foi registada retirada líquida de R$ 43,157 bilhões. Em 2020, a poupança captou R$ 166,31 bilhões em recursos, o maior valor anual da série histórica, por influência dos depósitos do auxílio emergencial e o aumento do interesse pelo investimento, em meio à crise gerada pela pandemia de covid-19.

Rendimentos

Em novembro, o investimento rendeu 0,44% em novembro, segundo o BC. O rendimento ficou abaixo da prévia da inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que chegou a 1,17%, no mês passado.

De acordo com a legislação atual, a remuneração dos depósitos de poupança é composta pela Taxa Referencial, que está em zero, mais 70% da taxa básica de juros, a Selic, mensalizada. Essa regra vale enquanto a taxa Selic for igual ou inferior a 8,5%. Atualmente, a taxa está em 7,75% ao ano.

Com a Selic acima de 8,5% ao ano, a poupança rende a TR mais 0,5% ao mês. De acordo com a expectativa do mercado financeiro, a Selic deve subir para 9,25% ao ano, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, responsável por definir a taxa, nesta semana.

Edição: Maria Claudia

Continue lendo

Economia

Banco do Brasil faz mutirão de renegociação de dívidas

Publicado


O Banco do Brasil (BB) começa nesta segunda-feira (6) um mutirão de negociação de dívidas que vai até o dia 17 de dezembro, com descontos de até 95% para pagamento à vista das dívidas vencidas. Também será possível descontos nas taxas de juros e prazo de até 100 meses para renegociação a prazo de operações vencidas, conforme o banco.

“As condições estão disponíveis para mais de 3,5 milhões de clientes – pessoa física, produtor rural e pessoa jurídica, que possuam dívidas inadimplidas oriundas de operações de crédito pessoal, cartão de crédito, cheque especial e outras”, diz nota da instituição financeira.

Para fazer a negociação os clientes podem procurar as agências do banco também os canais digitais: internet, App, WhatsApp (61-4004-0001) e pela Central de Atendimento (4004-001/ 0800 729 0001). 

Segundo a gerência executiva da Unidade Cobrança e Reestruturação de Ativos Operacionais do BB, o mutirão de renegociação “visa proporcionar aos nossos clientes a possibilidade de renegociar suas dívidas, para começar 2022 tranquilo, além de incentivar a educação e planejamento financeiro pessoal e contribuir para a retomada da economia”.

*Com informações do Banco do Brasil

Edição: Valéria Aguiar

Continue lendo

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana