O relatório das contas do exercício de 2024 do Governo de Mato Grosso, entregues ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) nesta quarta-feira (2), destacou que o Estado manter os investimentos altos e também a nota máxima em gestão fiscal.
Conforme o relatório, o Governo de Mato Grosso obteve a nota A+ na Capacidade de Pagamento (Capag), concedida pela Secretaria do Tesouro Nacional. A classificação é a mais alta e indica que Mato Grosso mantém baixo endividamento, boa liquidez e geração de poupança.
A prestação das contas também destacou que o Estado arrecadou R$ 39,129 bilhões em 2024, investindo R$ 5,731 bilhões, o que representa cerca de 18% do que foi arrecadado. Os recursos foram aplicados em áreas como Saúde, Educação, Segurança Pública, Infraestrutura.
O relatório das contas do governo reúne os principais resultados fiscais, orçamentários e financeiros do exercício de 2024 e demonstram o cumprimento de todas as metas legais e constitucionais.
Para o secretário de Fazenda, Rogério Gallo, os resultados das contas de 2024 refletem uma gestão fiscal sólida, com impactos reais na vida da população.
“Cumprimos todas as metas fiscais e investimos pesado em saúde, educação e infraestrutura, garantindo avanços reais para a população mato-grossense. Seguimos firmes com responsabilidade e transparência na gestão dos recursos públicos, o que nos permitiu manter a nota A+ e continuar trabalhando para manter Mato Grosso cada vez mais sólido e eficiente”, destacou.
Durante o ato de entrega, o governador Mauro Mendes também ressaltou o desempenho do Estado e os avanços obtidos nos últimos anos com a manutenção das contas públicas equilibradas.
“Entregamos o relatório das contas de governo demonstrando o cumprimento de todos os índices e a performance que o Estado tem alcançado ao longo dos anos, mais notadamente nas contas de 2024. O governo está cumprindo os seus índices constitucionais, mantendo a nota A+ na Secretaria Nacional do Tesouro”, afirmou.
As contas anuais do governo, referentes ao exercício de 2024, estão sob relatoria do conselheiro Antonio Joaquim, que irá elaborar um parecer. Em seguida, o documento será votado em plenário do TCE. Depois, os deputados estaduais da Assembleia Legislativa aprovam ou não as contas com base no parecer da Corte de Contas.